O Test behind the Great Firewall of China, confirmou mais uma vez que nosso blog ESTÁ BLOQUEADO NA CHINA. A máquina repressiva impede o acesso em Pequim (confira); em Shangai (confira); e agora em Guangzhou (confira). Hong Kong é a exceção (confira). Enquanto Pequim não cobrar medidas coercitivas dos seus correligionários brasileiros ou da Teologia da Libertação, este blog continuará na linha católica anti-comunista, pelo bem do Brasil. MAIS

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Brinquedo tóxico chinês causa espasmos e coma em crianças


Mais um brinquedo venenoso chinês causou medo e uma onda de recall no Brasil e no mundo. Jacob Esses, 20 meses, de Jacksonville (EUA) engoliu uma bolinha colorida do brinquedo conhecido no País como Bindeez [foto] e comercializado pela Long Jump do Brasil.


Jacob começou a reagir como drogadicto e os pais temeram que fosse morrer. Pelo menos mais duas crianças nos EUA e quatro na Austrália foram hospitalizadas pela mesma razão.

A fábrica chinesa trocava a substância oficialmente usada por outra que é perigosa para a saúde, mas é mais barata. Esta, quando diluída na água, se transforma na droga GHB, conhecida como “ecstasy líquido”, e engolida produz problemas respiratórios, espasmos e coma.

Delação de Yahoo levou dissidente chinês ao cárcere

A macro-empresa de Internet Yahoo pediu desculpas por ter favorecido a prisão de um dissidente pelo regime comunista chinês. A desculpa só aconteceu após muitas acusações de deputados dos EUA à participação de Yahoo na repressão de opositores na China. Jerry Yang, diretor executivo da empresa, entregou à polícia chinesa dados sobre o jornalista opositor Shi Tao tirados do seu endereço de e-mail. Shi foi preso e condenado a dez anos. Nada indica, entretanto, que Yahoo e outras empresas do setor dóceis às exigências da ditadura chinesa, como a Google, tenham mudado de atitude em relação à segurança dos seus usuários.

Pequim proíbe Bíblia nas Olimpíadas

A Bíblia está na lista de objetos proibidos aos esportistas nas Olimpíadas de Pequim neste ano. A lista inclui câmeras de vídeo. O jornalista italiano Francesco Liello do jornal esportivo La Gazzetta dello Sport fez a denúncia. Os comunistas chineses alegam “razões de segurança” para interditar qualquer símbolo religioso nos recintos olímpicos.

Policiais militares treinam en Nanjing
Para fugir das críticas, Pequim embaralhou os termos da proibição. Para isso foi ajudado pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) o qual interpretou o regulamento da competição de modo a justificar os tiranos ateus. No Congresso americano, o deputado Thaddeus McCotter disse se tratar de mais uma jogo da propaganda comunista, lembrando os bispos e sacerdotes católicos fiéis a Roma prisioneiros ou procurados pela polícia.

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Bispo católico anticomunista morto e incinerado no ato pela polícia comunista chinesa

Mons. José Han Dingxiang, bispo de Handan, China, foi morto numa dependência policial comunista. Foram-lhes negadas as exéquias e até os sacramentos, informou o jornal vaticano “L'Osservatore Romano”. Os agentes cremaram e sepultaram o corpo às presas. Ele morreu incitando os católicos a rezarem mais o rosário. O prelado passou mais de 35 anos em campo de concentração e diversas prisões acusado de “atividades contra-revolucionárias”, i. é, anticomunistas. Enquanto prelados, sacerdotes e fiéis genuinamente católicos seguem sofrendo sanguinária perseguição na China, os ardilosos eclesiásticos da Igreja Patriótica chinesa fingem uma falsa fidelidade a Roma para tentarem sujeitar os simples fiéis ao regime comunista que martiriza a Igreja.

Contrafação chinesa atinge carros de marcas de luxo


No Salão Internacional do Automóvel de Frankfurt apareceram flamantes veículos de fabricação chinesa que eram vulgares plágios de modelos alemães Mercedes Benz e BMW além da japonesa Toyota. “Nós não gostamos nem um pouco”, disse o presidente da BMW, Norbert Reithofer. Entre os modelos chineses está o utilitário esportivo CEO, (foto) fabricado pela empresa Shuanghuan que plagia o X5 da BMW, e o UFO, da Zheijang Jonway, “clone” do RAV 4, da Toyota. Acresce à lista, o minicarro chinês “Noble” da Shuanghuan, ausente em Frankfurt, que imita o Smart ForTwo, fabricado pela Mercedes-Benz. Assim a China dá um feroz e ilegal “troco” às empresas que investem nela.

Onda “anti-China” cresce nos EUA


Após os remédios envenenados, rações danosas para animais, produtos de higiene peçonhentos, alimentos estragados, pneus avariados, baterias para celulares explosivas e brinquedos malfeitos e tóxicos para as crianças, chegaram os “berços assassinos” chineses que desmontam prendendo o bebê que morre sufocado (foto). Três deles faleceram assim nos EUA. Por causa disso, as autoridades americanas mandaram recolher 1 milhão desses berços comercializados pela empresa Simplicity for Children. A indignação contra os produtos chineses está tão grande naquele país que nos supermercados proliferam as etiquetas “China Free” (produto sem partes chinesas) (foto).

Maior barragem chinesa beira a catástrofe


A super-barragem chinesa das Três Gargantas (foto) é “um desastre de engenharia” e pode levar a uma “catástrofe” reconheceu a agência de notícias oficial Xinhua. Agentes do Partido Comunista alertaram a população da imensa região do rio Yangtsé da tragédia que paira. O aviso só se explica porque o perigo é imenso e indubitável. Do contrário esses agentes poderiam perder a própria vida. Os morros que rodeiam o lago artificial desabaram em 91 lugares numa extensão de 36 quilômetros, engolindo a população ribeirinha e pescadores. As barreiras geraram ondas de até 50 metros de altura. O governo pretendia que a barragem fosse um símbolo do poderio econômico chinês. De fato, está sendo símbolo, mas com signo negativo.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Mattel obrigada a fazer sua autocrítica como nos tempos da Revolução Cultural

A Mattel, maior fabricante mundial de brinquedos, foi obrigada pelo governo chinês a fazer autocrítica pública e pedir “perdão ao povo” pelos brinquedos tóxicos que distribuiu às dezenas de milhões.

O gesto, reeditou, com variantes suavizadas, as cenas mais deprimentes da Revolução Cultural de Mao Tsé Tung. Nela, capitalistas e proprietários eram obrigados a se acusarem de público das faltas ou crimes que lhes atribuía o regime.

A humilhação naquela época acabava em linchamento moral e até corporal. Desta vez felizmente não correu sangue, mas a Mattel saiu com a imagem pelo chão.

A Mattel, como tantas outras empresas imprudentes, distribui brinquedos feitos na China por empresas locais que utilizavam componentes adulterados, ou desrespeitavam metodicamente os controles de qualidade.

Thomas Debrowski, vice-presidente de Mattel teve que declarar diante de Li Changjiang, chefe da agência estatal de controle de qualidade, que a culpa dos brinquedos tóxicos ou danosos “provinha de um defeito de concepção de Mattel, e não de um problema vindo dos fabricantes chineses”.

Li Changjiang mostrou-se benévolo com o penitente e disse estar satisfeito com seu arrependimento.

O governo chinês está apavorado com a reação no Ocidente face às mais recentes descobertas de remédios, alimentos, produtos de toalete, ração animal, brinquedos e outros, venenosos ou adulterados fabricados na China para consumo sobre tudo externo.

O processo de autocrítica obviamente não descobriu nenhuma culpa nas fábricas chinesas de onde saíram os produtos avariados ou danosos. Algum que outro responsável das fábricas comprometidas, apareceu suicidado e o governo não quer falar mais do caso.

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Recorde mundial de suicídios


Mais de 280.000 chineses se suicidam por ano, a acreditar nas estatísticas oficiais. O pior é que elas são otimistas demais. Michael Phillips, professor de medicina social na Harvard Medical School, e chefe de pesquisas no hospital Hui Long Guan de Pequim, especialista em prevenção de suicídios, julga o dado oficial “irrealisticamente baixo”.

Os registros não têm a seriedade dos ocidentais. Segundo um expert em psicologia da Universidade de Pequim citado pelo quotidiano oficial « China Daily », as estatísticas nacionais projetam dados fornecidos pelas cidades e cantões rurais. Mas, ai de quem forneça cifras que não batam com o plano qüinqüenal!

Para o Ministério da Saúde chinês, cada ano suicidam-se “só” 25 de cada 100.000 pessoas, percentagem muito acima da média mundial. É uma das maiores causas de morte na faixa de idade entre 15 e 34 anos e é freqüente entre os estudantes universitários.

Nos assentamentos agrários 30 mulheres de cada 100.000 oficialmente se tiram a vida. Este último dado também é ligado à política comunista de controle da natalidade, ou do filho único.

domingo, 2 de setembro de 2007

Desvendada escravidão oficial generalizada na China comunista


A polícia chinesa libertou 217 escravos de fábricas estatais, mas o número real seria muito maior. Os escravos foram surrados, padeciam fome, trabalhavam semi-nus e acorrentados, dias a fio, vigiados por guardas e cachorros [foto]. Os que tentavam fugir eram mortos, e os cadáveres abandonados em sacos plásticos num morro próximo. O filho de um alto funcionário comunista de Shanxi foi responsabilizado e executado, porém essa execução visou maquiar a situação generalizada na China.


O dissidente chinês Han Dongfang disse à agência “AsiaNews” que os fatos apurados são a “ponta do iceberg”. Os produtos chineses à venda no Ocidente, inclusive no Brasil, estão salpicados com o sangue de milhões de infelizes escravos da pior ditadura da História.

sábado, 1 de setembro de 2007

Venenos chineses em alimentos, remédios e creme dental


Pelo menos 365 pessoas, sobretudo crianças, morreram em oito envenenamentos coletivos no Panamá, por causa de um produto tóxico de origem chinesa. Exportado a “preço de banana” e com rótulo falsificado na fábrica, ele foi misturado em remédios produzidos no Ocidente. No Panamá, o governo distribui 260.000 vidros de antigripal mortífero. Também houve intoxicações em massa na Argentina, Índia, Nigéria, Haiti e Bangladesh. A fonte do produto venenoso foi a Taixing Glycerine Factory, “fábrica modelo” chinesa, informou “The New York Times”. Nos EUA foi detectado veneno em alimentos, rações para animais e dentifrícios importados da China. A contrafação de produtos da China é escandalosa, mas a notícia de remédios e alimentos venenosos é mais recente, apresentando maior gravidade, pois é de caráter criminoso.
Comprar baratinho chinês não é tão lógico como parece...

sábado, 18 de agosto de 2007

Brinquedos tóxicos ou perigosos feitos na China forçam maior recall da história


Mattel, a maior fabricante de brinquedos do mundo mandou recolher mais de 20 milhões de brinquedos produzidos na China com materiais contaminantes ou perigosos para as crianças. Foi o maior recall da história. O anúncio causou calafrios no mundo e corridas às lojas para devolução ou troca dos produtos.
Sean McGowan, diretor executivo de Wedbush Morgan Securities, julgou que se se analisasse os produtos chineses à venda em lojas como Wal-Mart, encontrar-se-iam sérios problemas análogos. Eles são fabricados a preços predatórios e sem as exigências mínimas requeridas no mundo livre. Além do lucro econômico, a China abala as economias que seu imperialismo marxista quer abater.

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Poluição mata 750.000 chineses por ano, mas Banco Mundial apaga as cifras


A poluição mata 750.000 pessoa por ano na China, segundo relatório do Banco Mundial intitulado “The Cost of Pollution in China” (O custo da poluição na China). Mas por pressão do governo comunista de Pequim, os dados essenciais foram eliminados do relatório. Foram também suprimidos os mapas da distribuição destas mortes.

China monta esquema massivo de controle informático dos cidadãos


A China está montando o mais colossal sistema de espionagem do povo da terra, informou “The New York Times”. Pelo menos 20.000 câmaras de vigilância policial serão instaladas na cidade de Shenzen de 12,4 milhões de habitantes. Elas são guiadas por sofisticados sistemas de computador que reconhecem os rostos das pessoas que o regime vigia. Os computadores associarão as imagens com os dados trabalhistas, educacionais, religiosos, étnicos, policiais, de saúde, controle da natalidade e números telefônicos dos “suspeitos”. Se o sistema fosse montado por um governo ocidental, a mídia fazia estardalhaço. Mas, se é a China, olha e se desinteressa.

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Sede de catolicidade cresce na China

Impressionante número de chineses receberam o batismo na noite de Páscoa, notadamente nas regiões onde os católicos sofrem perseguição e prisões. Segundo a agência vaticana Asianews, a onda de conversões é tal que ficou difícil encontrar padrinhos para os catecúmenos em quase todas as grandes cidades. Os novos católicos são em geral professores e estudantes universitários ou altos funcionários. Eles se sentem frustrados devido à vida materialista imposta pelo regime marxista. Só o Catolicismo os satisfaz. A polícia radicalizou as devassas e violências contra a Igreja do silêncio chinesa — a igreja fiel a Roma. 17 bispos estão desaparecidos ou detidos em regime de isolamento.

Produção “made in China” desmoraliza produtos de alta qualidade

Um grupo de casas européias de alto padrão, bom gosto, tradição, artesanato e até arte dão o tom das jóias, relógios, perfumes e roupas. Essas casas sofreram um golpe que pode ser fatal: transpareceu na imprensa que algumas delas começaram a produzir seus artigos na China. Embora não sejam todas, nem a totalidade dos produtos, a dúvida vem sendo demolidora. Degradada essa fina e seleta produção, toda a pirâmide de artigos de bom gosto e qualidade no Ocidente poderá ser achatada. Assim, a massificação desejada pelo comunismo desfecha um duro golpe contra a cultura ocidental.

“Trabalho escravo” de chinesas fecha fábricas no Brasil


Operárias chinesas são obrigadas a trabalhar 94 horas semanais para fabricar bonecas, depois exportadas a preços muito baixos. As condições inumanas do trabalho na China comunista foram denunciadas pelo China Labor Watch and National Labor Committee (EUA). A concorrência imoral chinesa provoca o fechamento de fábricas em países como o Brasil. A China visa a hegemonia marxista mundial por todos os meios. Entende-se, então, por que as esquerdas nacionais não só não protestam contra essa concorrência desleal, mas até favorecem a China mediante acordos e negócios prejudiciais para o País.

China comunista não consegue deter conversões ao catolicismo


O crescimento do número de católicos na China, sobretudo entre jovens, causa alarme no governo comunista, noticiou a agência vaticana AsiaNews. Os batismos em massa tornaram-se freqüentes. A TV oficial Televisão Central da China informou que o mais recente deles realizou-se em Pequim, tendo incluído 165 catecúmenos. A proteção à religião, que consta na Constituição chinesa, é puramente formal. Os católicos que desejam praticar seriamente a religião devem fazê-lo clandestinamente, correndo o risco de violências, prisões e até tortura. Hoje como sempre, o sangue dos mártires é semente de novos católicos. Para desviar os católicos, o governo comunista criou inclusive uma chamada Igreja Patriótica, espécie de caricatura da Igreja Católica, que não aceita o Papado.

China reconhece: é a fonte do macabro tráfico de órgãos


O governo da China comunista reconheceu que alimenta o macabro mercado negro de órgãos para transplante, extraindo-os de presos executados, sem aprovação dos familiares. Há tempos, médicos chineses arrependidos denunciam esse mórbido tráfico, que inclui a execução de prisioneiros para atender a demanda dos “clientes”. Tal notícia suscita uma reflexão: enquanto a Civilização Cristã cria na Terra um ambiente que prepara as almas para o céu, o socialismo e o comunismo constroem um sistema de vida semelhante ao inferno.

Mao Tsé-Tung teria mandado martirizar frades

Mao Tsé-Tung

O vice-postulador dos franciscanos em Valencia (Espanha), Padre Benjamín Agulló, investiga o martírio de Frei Pascual Nadal, missionário da Ordem de São Francisco, decapitado na China em 1935. Frei Pascual tem fama de santidade na região onde fez apostolado. Mesmo ante a aproximação de uma coluna comunista chefiada por Mao Tsé-Tung — que impôs o comunismo na China — Frei Pascual, três franciscanos e três religiosas permaneceram com os leprosos de que cuidavam. "Se os comunistas me matarem, serei mártir e voarei ao Céu!", disse. Todos foram interrogados por Mao Tsé-Tung, e só frei Pascual e frei Epifânio Pegoraro não foram liberados. Pouco depois um verdugo os degolou com uma espada, sem piedade.

Abalos na China ameaçam tumultuar o mundo


Avistam-se grossas turbulências na China, escreveu Nicholas D. Kristof no “New York Times”. A ditadura comunista tenta um equilíbrio impossível entre liberdade econômica controlada e ditadura socialista. De um lado, o povo quer mais liberdade e menos comunismo, de outro os marxistas estão irados contra a expansão da iniciativa privada. Essas realidades antagônicas geram inúmeros motins e a escalada da repressão. Os abalos da China afetarão o mundo, especialmente aqueles países que imprudentemente fixaram lá fábricas das quais dependem para progredir do ponto de vista econômico.

China estende tentáculos na América Latina

A China comunista fornece armas e treinamento a militares latino-americanos, informou o "Washington Times". Para a BBC, emissora londrina, o caso do Brasil é alarmante. O general americano Bantz J. Craddock mencionou o Peru, o Equador e a Bolívia, além do Brasil. O senador James M. Inhofe, de Oklahoma, disse que a China procura firmar acordos nucleares com a Venezuela e a Argentina. Ofereceu mísseis anti-aéreos à Bolívia, além de vender armas diversas a Cuba, sua cliente habitual. A Venezuela está comprando maciçamente armas da Rússia. O objetivo dos chineses é voltar esses países contra os EUA, explorando a inexplicável desinformação do governo americano sobre o continente sul-americano.

Polícia chinesa espanca oposicionista até a morte


Wu Xianghu, editor do "Taizhou Evening News", jornal do leste da China que ousou criticar a corrupção no sistema de repressão comunista chinês, foi surrado até a morte por 50 policiais. Não é o primeiro caso de tortura e coerção de jornalistas por parte da polícia de Pequim. Este foi mais um fruto amargo das "conquistas" e "liberdades" do socialismo.

EUA condenam o trabalho escravo na China


O Congresso norte-americano aprovou moção por 411 votos a 1 condenando a China comunista, devido ao trabalho escravo executado em seus campos de concentração. A moção pediu à comunidade internacional, notadamente à UE, que condene o sistema repressivo chinês, e solicitou ao governo americano aplicar a lei que proíbe importar produtos provenientes de campos de trabalho forçado. Também propôs que uma comissão estudasse toda a verdade da rede de escravatura socialista chinesa. O documento, porém, corre o risco de ser simplesmente arquivado caso a opinião pública mundial não cobre a sua aplicação. E o público não foi informado a respeito do assunto pela grande mídia. No Brasil, por exemplo.

Freiras espancadas covardemente na China vermelha

Esbirros do governo comunista chinês surraram 16 freiras católicas na cidade de Xian. Uma delas teve a perna quebrada e outra perdeu um olho. Todas pertenciam à Congregação das Missionárias Franciscanas do Sagrado Coração. Cerca de 40 agentes socialistas entraram em buldozeres para demolir uma igreja católica e a Escola do Rosário anexa. Encontrando as religiosas, começaram a agredi-las, informa a agência China Aid. O governo alega a "função social" da propriedade e diz que vai punir os culpados.

Esse é mais um brutal ataque anticatólico dos comunistas chineses. A declaração de que os agressores serão punidos, ao que tudo indica, é "para inglês ver".

Exéquias de bispo chinês anticolaboracionista

Uma onda de veneração popular ignorou as proibições marxistas às exéquias públicas de D. Pierre Chang Bairen, bispo de Hanyang (China). Ele é considerado um herói da resistência católica contra a coexistência com o comunismo. D. Pierre passou 24 anos preso por não aderir à chamada Igreja Patriótica, vinculada ao regime comunista. A Cardinal Kung Foundation noticiou que ele consagrara sua diocese ao Imaculado Coração de Maria, pedindo duas graças: "1) Que nossa diocese ficasse isenta da pestilenta reforma religiosa contra o Papa de Roma; 2) Que eu, o mais débil dos homens, não seja um Judas". Obviamente, ele desagradou os eclesiásticos e civis que promovem a política de aproximação entre o Vaticano e Pequim.

Venda de criancinhas na China comunista

O governo de Pequim abandona as crianças órfãs, alimentando o sinistro negócio da venda de bebês. Na Internet, o preço de um menino de 100 dias é 3.500 dólares; e se for menina, 1.600. O site com essa "oferta" só saiu do ar quando denunciado, informou a agência vaticana "Asianews". Este é um dos muitos subprodutos monstruosos das políticas socialistas de controle da natalidade.

China promove islamismo e comunismo na África

A China comunista vetou as sanções internacionais que coibiriam os genocídios praticados pelos governos do Sudão (fundamentalista islâmico) e de Zimbábue (comunista), disse Princeton Lyman, ex-embaixador dos EUA na África do Sul. Ante o US-China Economic and Security Review Committee, em Washington, ele declarou que esses governos estão exterminando setores da população e destruindo seus países, concluindo que a China usa os recursos econômicos que o Ocidente lhe facilita para promover a revolução no continente africano.

Perseguição anticatólica aumenta na China vermelha

Bispos da chamada “Igreja católica patriótica” chinesa — cisma dependente da ditadura marxista de Pequim — vêm dando sinais de querer aproximar-se da Santa Sé. Porém a polícia chinesa continua prendendo o clero fiel a Roma, o qual é contrário ao cisma. A agência vaticana “Asianews” informou que o bispo de Hebei (norte do país), Dom Júlio Jia Zhigou, foi detido pelo governo comunista sob pretexto de “controles médicos”. A polícia o libertou pouco depois. Foi a sua segunda detenção em duas semanas, visando arrasá-lo psicologicamente. De seus 25 anos como bispo, Dom Júlio passou 20 no cárcere e quase todo o restante em prisão domiciliar. Outros 18 bispos católicos e 29 sacerdotes estão atualmente encarcerados ou desaparecidos no país. A política de distensão com o governo marxista chinês, na prática, em nada parece arrefecer a perseguição anticatólica. E pode vir a desanimar os bons católicos.

Descalabro e anarquia no interior da China comunista

As revoltas camponesas na China são cada vez mais violentas e generalizadas. O socialismo não consegue garantir a subsistência alimentar, e a desastrada industrialização multiplica os protestos, informou o diário “Le Monde” de Paris. Nas aldeias de Yiwu, província de Zhejiang, conhecidas como “a cidade do câncer”, a população expulsou mais de 3.000 policiais que tentavam recuperar 13 fábricas químicas paralisadas pelos protestos. “Todo o mundo estava com os olhos vermelhos. Tínhamos vontade de vomitar”, disse uma mulher. As crianças nasciam disformes. Centenas de veículos foram destruídos pela população indignada diante da brutalidade e da inépcia da política econômica comunista.

domingo, 29 de julho de 2007

Pequim reprime crescentes protestos


Mais de um milhão de chineses renunciaram quase simultaneamente ao Partido Comunista e à Liga dos Jovens Pioneiros. Este êxodo em massa é apenas um sinal das convulsões internas na China comunista, segundo Accuracy in Media, associação especializada nas deturpações da imprensa ocidental. A reação da ditadura de Pequim foi radicalizar a repressão, numa proporção que assustou até o esquerdizante diário "New York Times".

Bispo de Hong Kong: resistência à lei comunista

Dom Joseph Zen

Dom Joseph Zen, bispo de Hong Kong, convocou as escolas católicas a resistirem firmemente, mas de modo pacifico, à tentativa do governo comunista de instalar conselhos de controle nas escolas. Para o prelado trata-se de “salvaguardar a tradição católica na educação” contra uma tentativa “revolucionária e indiscriminada”. Com tais conselhos, diz Dom Zen, “todas as escolas ficarão sob o controle direto do Estado”. O comunismo chinês tenta dessa forma sufocar a liberdade dos católicos em Hong Kong.

Câncer pulmonar: novos recordes da China vermelha


Respirar, nas grandes cidades chinesas, é como inalar fumaça de cigarro, de tal maneira o ar está poluído. Por isso, alastra-se na população o câncer de pulmão, segundo o Departamento de Prevenção e Tratamento de Câncer, do Ministério da Saúde de Pequim. Em 2005, cerca de 500 mil pessoas contrairão esse tipo de câncer. O que significa um aumento de 43% em relação ao ano 2000.
40% dos casos de câncer pulmonar do mundo ocorrem nesse país comunista, embora ele contenha 16% da população mundial. A maioria dos casos verifica-se nas metrópoles de Xangai e Pequim. O silêncio dos meios de comunicação a respeito do assunto é muito estranho. Parece que eles só se lembram da ecologia para desmoralizar os países não-comunistas.

Sim, trabalho escravo existe, mas na China vermelha


Maus tratos, ofensas verbais, horas extras excessivas, deduções ilegais, ausência de extintores de incêndio, banheiros imundos, iluminação inadequada, funcionários que não recebem pensão, nem licença de saúde, nem seguro-desemprego ou assistência médica proporcionada, chegando a casos de dois meses de trabalho sem nenhuma folga. Estas são algumas das conclusões de um inquérito-surpresa na China comunista, realizado pela Fair Labor Association em 39 fábricas das empresas Nike, Reebok e Adidas. O inquérito não incluiu os campos de concentração — fábricas do governo de Pequim onde o trabalho, este sim, é verdadeiramente escravo!
Tais características bem poderiam ser consideradas análogas às do trabalho escravo. Entretanto, como tudo isso acontece na China comunista, ninguém protesta: nem causa preocupação à “esquerda católica” tão preocupada com o “trabalho escravo” no agronegócio brasileiro. E o Brasil continua importando em quantidades colossais o fruto do trabalho desses pobres chineses!

Reforma “liberalizante” na China: fachada fraudulenta


A tão trombeteada reforma constitucional da China comunista, para admitir a propriedade privada e os direitos humanos, não passa de tapeação. É o que se deduz das declarações de altos funcionários do regime marxista de Pequim. Eles afastaram a idéia de criar uma Corte Constitucional, ou órgão equivalente, que implemente ditas reformas.
O único órgão na China que poderia torná-las realidade seria o próprio Partido Comunista. Mas este não o fará, pois a maioria das queixas por violação dos direitos mais fundamentais são precisamente contra o Partido, segundo jurisconsulto de Pequim que não quis ser identificado.
Na China vermelha não há nem Judiciário independente nem separação de Poderes. Assim, o anúncio de tais reformas parece ser, sobretudo, manobra de guerra psicológica para iludir os inocentes-úteis e desmobilizar o Ocidente. E — é claro — atrair astronômicos investimentos econômicos, prolongando assim a existência do tirânico regime marxista.

Exageros e silêncios sobre a economia chinesa


A economia da China comunista não é o gigante tecnológico que se divulga, nem tem condições para desafiar a economia americana - escreveu Arthur Kroeber, diretor-executivo da China Economic Quarterly, de Hong Kong. O comunismo chinês explora mão-de-obra escrava. Contudo, como diz Kroeber, "a indústria nativa chinesa dorme em um leito de baixa tecnologia" e não tem indústria privada importante com dinamismo independente.

De fato, as fábricas privadas estrangeiras formam uma bolha alheia à realidade chinesa. Essa bolha beneficia muito o regime e um setor restrito da China. Mas a maioria do país permanece na paralisia crônica, fruto inevitável do comunismo.

As condições de trabalho são péssimas. Em 2003, 10 mil pessoas morreram por mês em acidentes de trabalho. A cifra dos sinistros aumentou 9% em relação a 2002. Recentemente, o gás tóxico liberado por uma explosão em Chuandongbei, no sudoeste do país, criou uma "zona morta" de 25 quilômetros quadrados. Pelo menos 191 pessoas morreram. Cerca de 10 mil habitantes das redondezas sofreram asfixia, náuseas, queimaduras e conjuntivites, segundo autoridades locais.

Comunismo chinês ameaça católicos de Macau

O bispo emérito de Macau, D. Arquimico Rodrigues da Costa, manifestou sua preocupação pelo futuro dos católicos de Macau sob o domínio da China comunista. Portugal entregou Macau ao regime de Pequim em 20 de dezembro de 1999.
“Se o regime atual continuar no poder, não vejo que a Igreja Católica possa ter um futuro na China, a não ser como Igreja perseguida”, afirmou o prelado em Fátima durante um seminário sobre a Cristandade na China. D. Rodrigues da Costa advertiu que o governo comunista “deseja controlar tudo, inclusive as religiões”.

Na China, aumenta perseguição anticatólica

Doze sacerdotes católicos da Igreja do Silêncio na China comunista, fiéis a Roma, foram detidos pela polícia em Pequim. Agentes do regime também demoliram um templo católico na província de Hebei.

Segundo a Fundação Cardeal Kung, que perpetua o nome do heróico purpurado chinês anticomunista, a polícia irrompeu no recinto onde se realizava um retiro espiritual de padres e seminaristas, conduzindo-os à força para uma delegacia. O pretexto para a medida foi que o retiro não estava aprovado pela Associação Patriótica Católica, igreja cismática a serviço do regime comunista.

A Igreja Católica verdadeira, que é clandestina, tem mais de oito milhões de fiéis. Ela mantém sua fidelidade a Roma, apesar da perseguição movida pelo governo comunista e da antipatia a ela votada pelo progressismo católico no Ocidente. Este último prefere ajudar a igreja cismática chinesa e deseja que os católicos fiéis se submetam ao regime de Pequim.