O Test behind the Great Firewall of China, confirmou mais uma vez que nosso blog ESTÁ BLOQUEADO NA CHINA. A máquina repressiva impede o acesso em Pequim (confira); em Shangai (confira); e agora em Guangzhou (confira). Hong Kong é a exceção (confira). Enquanto Pequim não cobrar medidas coercitivas dos seus correligionários brasileiros ou da Teologia da Libertação, este blog continuará na linha católica anti-comunista, pelo bem do Brasil. MAIS

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Bispo católico anticomunista morto e incinerado no ato pela polícia comunista chinesa

Mons. José Han Dingxiang, bispo de Handan, China, foi morto numa dependência policial comunista. Foram-lhes negadas as exéquias e até os sacramentos, informou o jornal vaticano “L'Osservatore Romano”. Os agentes cremaram e sepultaram o corpo às presas. Ele morreu incitando os católicos a rezarem mais o rosário. O prelado passou mais de 35 anos em campo de concentração e diversas prisões acusado de “atividades contra-revolucionárias”, i. é, anticomunistas. Enquanto prelados, sacerdotes e fiéis genuinamente católicos seguem sofrendo sanguinária perseguição na China, os ardilosos eclesiásticos da Igreja Patriótica chinesa fingem uma falsa fidelidade a Roma para tentarem sujeitar os simples fiéis ao regime comunista que martiriza a Igreja.

Contrafação chinesa atinge carros de marcas de luxo


No Salão Internacional do Automóvel de Frankfurt apareceram flamantes veículos de fabricação chinesa que eram vulgares plágios de modelos alemães Mercedes Benz e BMW além da japonesa Toyota. “Nós não gostamos nem um pouco”, disse o presidente da BMW, Norbert Reithofer. Entre os modelos chineses está o utilitário esportivo CEO, (foto) fabricado pela empresa Shuanghuan que plagia o X5 da BMW, e o UFO, da Zheijang Jonway, “clone” do RAV 4, da Toyota. Acresce à lista, o minicarro chinês “Noble” da Shuanghuan, ausente em Frankfurt, que imita o Smart ForTwo, fabricado pela Mercedes-Benz. Assim a China dá um feroz e ilegal “troco” às empresas que investem nela.

Onda “anti-China” cresce nos EUA


Após os remédios envenenados, rações danosas para animais, produtos de higiene peçonhentos, alimentos estragados, pneus avariados, baterias para celulares explosivas e brinquedos malfeitos e tóxicos para as crianças, chegaram os “berços assassinos” chineses que desmontam prendendo o bebê que morre sufocado (foto). Três deles faleceram assim nos EUA. Por causa disso, as autoridades americanas mandaram recolher 1 milhão desses berços comercializados pela empresa Simplicity for Children. A indignação contra os produtos chineses está tão grande naquele país que nos supermercados proliferam as etiquetas “China Free” (produto sem partes chinesas) (foto).

Maior barragem chinesa beira a catástrofe


A super-barragem chinesa das Três Gargantas (foto) é “um desastre de engenharia” e pode levar a uma “catástrofe” reconheceu a agência de notícias oficial Xinhua. Agentes do Partido Comunista alertaram a população da imensa região do rio Yangtsé da tragédia que paira. O aviso só se explica porque o perigo é imenso e indubitável. Do contrário esses agentes poderiam perder a própria vida. Os morros que rodeiam o lago artificial desabaram em 91 lugares numa extensão de 36 quilômetros, engolindo a população ribeirinha e pescadores. As barreiras geraram ondas de até 50 metros de altura. O governo pretendia que a barragem fosse um símbolo do poderio econômico chinês. De fato, está sendo símbolo, mas com signo negativo.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Mattel obrigada a fazer sua autocrítica como nos tempos da Revolução Cultural

A Mattel, maior fabricante mundial de brinquedos, foi obrigada pelo governo chinês a fazer autocrítica pública e pedir “perdão ao povo” pelos brinquedos tóxicos que distribuiu às dezenas de milhões.

O gesto, reeditou, com variantes suavizadas, as cenas mais deprimentes da Revolução Cultural de Mao Tsé Tung. Nela, capitalistas e proprietários eram obrigados a se acusarem de público das faltas ou crimes que lhes atribuía o regime.

A humilhação naquela época acabava em linchamento moral e até corporal. Desta vez felizmente não correu sangue, mas a Mattel saiu com a imagem pelo chão.

A Mattel, como tantas outras empresas imprudentes, distribui brinquedos feitos na China por empresas locais que utilizavam componentes adulterados, ou desrespeitavam metodicamente os controles de qualidade.

Thomas Debrowski, vice-presidente de Mattel teve que declarar diante de Li Changjiang, chefe da agência estatal de controle de qualidade, que a culpa dos brinquedos tóxicos ou danosos “provinha de um defeito de concepção de Mattel, e não de um problema vindo dos fabricantes chineses”.

Li Changjiang mostrou-se benévolo com o penitente e disse estar satisfeito com seu arrependimento.

O governo chinês está apavorado com a reação no Ocidente face às mais recentes descobertas de remédios, alimentos, produtos de toalete, ração animal, brinquedos e outros, venenosos ou adulterados fabricados na China para consumo sobre tudo externo.

O processo de autocrítica obviamente não descobriu nenhuma culpa nas fábricas chinesas de onde saíram os produtos avariados ou danosos. Algum que outro responsável das fábricas comprometidas, apareceu suicidado e o governo não quer falar mais do caso.