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sexta-feira, 25 de julho de 2008

China apronta fênix da contrafação

O Xiangfeng ou 'Vôo da Fênix' (nome técnico: ARJ21-700) no dia de seu lançamento em 2008
O Xiangfeng ou 'Voo da Fênix' (nome técnico: ARJ21-700) no dia do lançamento em 2008
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






A China anunciou que produzirá aviões comerciais de médio e grande porte.

O primeiro foi o Xiangfeng, i. é, Vôo da Fênix cujo nome técnico é ARJ21-700.

Essa fênix da contrafação visava abalar a liderança da brasileira Embraer e da Bombardier.

Mas apresentou inúmeros problemas que demoraram seu desenvolvimento, noticiou o jornal portenho "Clarín".

O primeiro voo comercial aconteceu a meados de 2016, oito anos depois da publicação original deste post. Em abril de 2017 só tinham sido produzidos meia dúzia de exemplares, segundo Wikipédia.

O próximo passo anunciado em 2008 seria um modelo de categoria superior que tentará passar por cima de Boeing e Airbus.

A China já fabricou o Shanghai Y-10, que era uma contrafação do Boeing 707.

O Shanghai Y-10, contrafação do Boeing 707 não foi muito mais longe da maquete
O Shanghai Y-10, contrafação do Boeing 707 não foi muito mais longe da maquete.
Não foi muito longe.

Depois lançou um clone do MD-80, há anos fora de série, ao qual foram acrescentados asas e aviônicas diferentes.

A Boeing, dona do modelo, podia ver paralisada sua produção se protestava, pois muitas peças de seus aviões são feitas na China, segundo www.aironline.com.

Todo mundo conhece a fórmula chinesa: baratinho-quebra-joga fora. Quem subiria tranquilo num avião desses?

Entretanto, grandes empresas europeias e americanas estão entrando no negócio.

Negócio suicida, onde do lado chinês vale de tudo: desde o dumping governamental, competência desleal e espionagem industrial, especialidades da casa, para rebaixar o Ocidente.


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