O Test behind the Great Firewall of China, confirmou mais uma vez que nosso blog ESTÁ BLOQUEADO NA CHINA. A máquina repressiva impede o acesso em Pequim (confira); em Shangai (confira); e agora em Guangzhou (confira). Hong Kong é a exceção (confira). Enquanto Pequim não cobrar medidas coercitivas dos seus correligionários brasileiros ou da Teologia da Libertação, este blog continuará na linha católica anti-comunista, pelo bem do Brasil. MAIS

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Número e variedade de intoxicações alimentares cresce vertiginosamente

Bebes com cálculos renais, leite em pó adulterado
O caso do leite adulterado toma ares de pânico na medida em que aparece a extensão do estrago. Aumenta sem cessar o número das empresas flagradas na intoxicação de massa. No dia 18 “La Nación” de Buenos Aires citava 7. Quatro dias depois, o “New York Times” falava de 22.

Na mesma data o grupo japonês Marudai Food fazia um recall de cinco de seus produtos, fabricados na China e intoxicados, incluindo pães e crepes. Hong Kong identificou a tóxica melamina em leite comum, sorvetes e iogurtes.

O leque de alimentos contaminados subia enquanto o governo avisava que uma marca de bala muito consumida na China, “White Rabbit” também estava envenenada, além de bolachas. O “White Rabbit” já era um símbolo nos tempos do maoísmo. O presidente dos EUA Richard Nixon, precursor da aproximação com a China comunista ganhou um pacote de presente na sua viagem a Pequim em 1972.

Informou o diário "El Mundo" de Madrid, que o Canadá advirtiu os consumidores contra os produtos da marca Mr. Brown produzidos pela empresa taiwanesa King Car Food Industrial e importados pela Thai Indochine Trading. A marca inclui uma série de produtos de café instantâneo. Taiwan encontrara melamina em matérias primas trazidas da China.

Mais de 50.000 casos de envenenamentoO jornal acrescentou que a Organização Mundial da Saúde (OMS) deixou muito claro que a melamina “não tem nada a fazer nos alimentos ou produtos lácteos, e ainda menos no leite para crianças”. Na Inglaterra, a cadeia de supermercados Tesco tioru das prateleiras as goluseimas chinesas. A Colômbia também interditou a importação de lácteos vindo do império comunista pequinês.

O número oficial das vítimas cresce dia a dia. No 18/09/08, o Ministério da Saúde falava de 6.244 crianças com cálculos renais e três mortes. No 22, o mesmo Ministério elencava 12.892 crianças hospitalizadas, 104 das quais em estado grave, e quatro mortes. Mencionava também 40.000 casos medicados. Ainda nesse dia, a agência France Press subia a cifra para 53.000 No fim do mesmo dia Euronews, mencionava dez mortes.

As autoridades comunistas reconheciam que produtos adulterados tinham sido exportados para países da Áfria e da Asia, como Burundi, Gabão, Bangladesh, Birmania e Yemen.

Muitas das empresas engajadas no escândalo têm participação estrangeira e técnicos do exterior supervisam ou dirigem as cadeias de produção. Vários países africanos e asiáticos interromperam as importações de lácteos chineses.

Filas em hospital de SichuanFilas imensas formam-se diante dos hospitais com pais e mães desesperados. A política de controle da natalidade chamada de “filho único” torna ainda mais pungente o caso. Só um criança e atingida desse modo já no berço...

“O que é que nós vamos comer, então?” comentava um internauta citado por “Le Monde”.

O temor é que não só o leite esteja adulterado mais também outros alimentos básicos.

“Eu acredito que muita gente pega câncer hoje por culpa do alimento que nos comemos", disse Cathy Wang, dona de uma bijuteria em Pequim citada por France Press.

Leite contaminado num hospital de Wuhan“Nós já tivemos arroz adulterado, porco com água injetada, frangos com gripe aviária, agora é o leite. Se não abrirmos os olhos de aqui há pouco não poderemos comer mais nada” disse Huang Yan, 30, em Xangai.

A melamina é usada para plásticos, colas, resinas e fertilizantes.

Está proibida nos alimentos, notadamente após outro envenenamento de massa em 2004.

Inicialmente, o governo culpou os pequenos produtores de leite. Logo, percebeu-se que as complicadas manipulações químicas para agregar a melamina só podiam ser feitas em grandes fábricas por peritos.

Centenas de pessoas devolvem vasilhames contaminadosO governo de Pequim anuncia punições e tomou algumas medidas, mas a sensação geral é que se está diante de cadeias ideológicas de corrupção que não serão desmanteladass.

O horroroso sonho maoísta, hoje disfarçado sob um verniz capitalista, da supremacia universal não pode se deter por causa de algumas dezenas de milhares de vítimas...

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segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Centenas de protestos populares por dia

Enfrentamentos polícia e manifestantes, Jishou e Ningbo
Milhares de policiais e manifestantes se enfrentaram em protestos diferentes em 4 de setembro.

Em Jishou (Hunan), 10 mil pessoas saíram às ruas após terem suas poupanças roubadas por uma sociedade de membros do partido comunista.

Em Ningbo, China oriental, mais de 10 mil manifestantes tomaram uma empresa aonde um jovem foi jogado pela janela por protestar.

Confrontos com políciaSegundo o Information Centre for Human Right and Democracy, de Hong Kong, a repressão policial em Jishou fez 50 feridos e 20 presos. Em Ningbo os feridos foram 20 e os presos 10.

AsiaNews calcula que todo dia na China acontecem centenas de protestos e revoltas sociais.

As pessoas estão exasperadas pelos continuados episódios de corrupção protagonizados por membros do partido comunista e dos governos locais.

Protestos estudantis, Rui'anA corrupção é endêmica nos regimes socialistas, mas na China resulta particularmente odiosa, pois o governo marxista repete sem cessar o slogan do presidente Hu Jintao de uma “sociedade harmoniosa”.

Em junho a província di Guizhou foi teatro de uma revolta popular de maiores proporções após o assassinato de uma jovem por obra de membros do governo socialista que tentaram abusar dela.

O regime reprimiu dezenas de milhares de manifestantes com unidades do exército que derramaram copioso sangue.


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terça-feira, 16 de setembro de 2008

Mais de mil crianças com pedras no rim por causa de leite adulterado

Bebes intoxicados na China
Em 15 de setembro, segundo o diário “Le Figaro” já somavam mais de 1.200 os bebês envenenados com leite em pó adulterado.

Para “Le Figaro” que reproduz declarações do vice-ministro da Saúde Ma Shaowei, o número das vítimas provavelmente seja superior e as intoxicações vêm acontecendo há vários meses. O governo só reconhece dois mortos. O escândalo é mais um depois dos ravióli com pesticida, creme dental tóxica, arroz com inseticida e ração animal com melamina.

A adulteração era feita na maior fábrica chinesa de leite em pó: a Sanlu. Foi, entretanto, a Nova-Zelandia que soou o alarme, com base em dados do grupo neo-zelandês Fonterra que possui 43% da Sanlu. A Nova Zelândia acusou as autoridades locais chinesas de tentar abafar o drama.

Na província rural de Gansu, onde morreram os bebês, o número de criancinhas doentes quadriplicou em poucos dias. Elas apareciam subitamente com cálculos renais, algo muito estranho em lactantes.

Fábrica química, Kaiyang, China“Le Figaro” diz que a Sanlu acrescia melamina para o leite parecer mais rico em proteínas. A empresa neo-zelandesa Fonterra “tentou durante semanas obter um recall do leite mas as autoridades locais chinesas nada fizeram” declarou o premiê da Nova Zelândia Helen Clark.

Um dos dirigentes da Sanlu confessou que a empresa sabia da contaminação mas fez silêncio. Segundo a agência Nova China, citada pela Associated Press, o governo prometeu uma “punição grave”.

Este não é o primeiro caso de leite contaminado. Em 2004, mais de 200 bebês, dos quais 12 morreram, padeceram subnutrição por um leite inteiramente falsificado que não continha nenhum elemento nutritivo. Na época, 47 pessoas foram arrestadas e 40 empresas foram julgadas culpadas da falsificação. A melamina provocou a morte de muitos cães e gatos nos EUA que comeram ração adulterada com essa química.

Mas, tudo seguiu como dantes no quartel de Abrantes. As exigências da planificação socialista para atingir patamares de crescimento econômico delirante por um lado, e o desejo das autoridades locais para galgar prestígio e posição na estrutura do partido comunista, por outro lado, leva a toda espécie de falsificações de dados ou materiais. Como nos tempos de Mao...

Polícia inspeciona leite em pó. O caso se repeteA população é a que paga as conseqüências do maravilhoso salto adiante da China hodierna.

“The New York Times” externou o temor de que o caso acentue as resistências dos consumidores americanos aos produtos “Made in China”. O público já está traumatizado com casos anteriores.

A poderosa Food and Drug Administration (FDA) esclareceu que nenhum leite chinês foi aprovado para importação nos EUA. Mas, advertiu os consumidores para serem prudentes: a melamina pode se encontrar em algumas guloseimas. A melamina intoxicou milhares de cães e gatos americanos no ano passado e o governo chinês prometera tirá-la do consumo humano.

“The New York Times” tentou falar com diretores da Sanlu, mas ninguém respondia nos telefones da firma. As contradições nas declarações dos dirigentes envolvidos ficaram sem esclarecimento.

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sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Pirataria chinesa avacalha qualidade e tradição dos produtos ocidentais

Contrafacção de relógio, pesadelo chinês
A pirataria industrial chinesa é um flagelo para a indústria relojoeira suíça. Patek Philippe, Breguet, Longines, Omega, Blancpain, Tag Heuer, Vacheron Constantin chineses se encontram na rua por poucos reais, todos absoluta e rigorosamente falsos. “Use e jogue fora”: em pouco tempo param e vão para o lixo, mas o dano para a reputação das marcas tradicionais está feito.

Mas há pior: uma contrafação requintada que produz por um preço final em volta de U$200 relógios que externamente enganam clientes experientes.

As cópias de poucos reais jamais seriam usadas por alguém que quer se exibir com um “Rolex” na sua roda, sob pena de ridículo. Mas um “Rolex” chinês que ludibria até os proprietários de peças legítimas tira clientela de um público necessariamente restrito e desprestigia a marca.

“A China é o mercado número um da pirataria, lá ela ocorre livremente” diz Jean-Daniel Pasche, presidente da Federação da Indústria Relojoeira Suíça.

Contrafacção de relógio, pesadelo chinêsA Federação contatou o governo chinês, que fez de conta de querer colaborar. “Porém a luta será longa”, comentou desanimadamente Pasche.

Para Pequim a contrafação é uma arma de guerra econômica para obter uma hegemonia total no mundo. Nessa luta, o nível de vida, a dignidade, a boa qualidade, a tradição e o refinamento vão sendo demolidos.

No seu lugar, entra a má qualidade, a vulgaridade, a feiúra, o chinfrim, a intranscendência desprezível do meramente descartável.

Apagam-se os últimos vestígios da civilização cristã e se instala o ateísmo neo-pagão, como quer o comunismo.

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sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Nos Jogos, a censura e a repressão levaram todas as medalhas... da injustiça

Para entender a logomarca das Olimpíadas, pesadelo chinês
A brutal deterioração dos direitos humanos no país foi um dos mais evidentes frutos dos Jogos Olímpicos em Pequim.

Os organizadores pretenderam ter cumprido todas as promessas feitsa em matéria de liberdades.

Mas o que se viu na China é que a polícia “limpou” a cidades de “ativistas dos direitos humanos”, sob pretexto dos Jogos.

O regime generalizou as “prisões administrativas”, i. é, o envio sumario e sem processo de qualquer suspeito para um campo de concentração longe das capitais.

Nesses campos aplica-se as velhas fórmulas criminosas marxistas de “reeducação pelo trabalho” ou “reabilitação de drogados”, para reformar o pensamento dos dissidentes. Até duas anciãs de perto de 80 anos - uma delas em cadeira de rodas - ganharam um ano nesses campos por tentarem protestar nos locais oficialmente abertos para esse fim. O caso foi largamente informado pela prensa nacional e internacional.

Hu Jia, enviado a campo de concentracaoO caso do professor Liu Shaoqi foi também típico. Ele postou na internet fotos de escolas que desmoronaram matando milhares de crianças no terremoto de Sichuan, em virtude da péssima qualidade da construção: foi enviado para um “campo de trabalho” por um ano.

A acusação policial foi de “difundir rumores e destruir a ordem social”. A mulher de Liu confirmou que ele seguia internado num campo de trabalhos forçados.


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