O Test behind the Great Firewall of China, confirmou mais uma vez que nosso blog ESTÁ BLOQUEADO NA CHINA. A máquina repressiva impede o acesso em Pequim (confira); em Shangai (confira); e agora em Guangzhou (confira). Hong Kong é a exceção (confira). Enquanto Pequim não cobrar medidas coercitivas dos seus correligionários brasileiros ou da Teologia da Libertação, este blog continuará na linha católica anti-comunista, pelo bem do Brasil. MAIS

terça-feira, 31 de março de 2009

Controle das natalidade leva ao desespero milhões de chinesas

Sala de abortos na ChinaNa China, todo ano, mais de 13 milhões de crianças são mortas no seio materno por aborto, informou LifeSiteNews.

O 55% do total das chinesas já sofreu um. 27,3 % dos mais de 100 milhões de mulheres na faixa dos 20 já tiveram um filho assassinado.

O 35,97% de 8.846 mulheres que abortaram em Pequim em 10 hospitais, o fizeram por segunda vez num período inferior a um ano. Estas macabras estatísticas foram apresentadas pelo governo em Xangai.

As estatísticas oficiais constatam que o 70,7% das mulheres quer ter mais filhos. Porém, elas são forçadas pelo governo socialista a abortar, se esterilizar ou a alguma outra violência contra seus direitos e instintos mais básicos.

Jovem traumatizada após praticarem nela o 2º aborto, QingdaoO ministro Jiang Fan reconheceu que essas mães sofrem de solidão e contraem doenças psíquicas. Mas, com a insensibilidade amoral da planificação socialista, na hora de apresentar estes dados o Dr Liu Xiaoai, vice-diretor do Shanghai Institute of Family Planning Technical Instruction, pediu mais anticonceptivos e mais técnicas contra a concepção.

A política abortista do socialismo chinês trouxe imensos problemas socioeconômicos derivados do desequilíbrio entre o número de homens e mulheres (as crianças de sexo feminino são as mais abortadas), falta de esposas (o que leva a comprá-las) tráfico sexual, prostituição e escalada recorde dos suicídios e da AIDS.

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terça-feira, 17 de março de 2009

Católicos chineses recusam falsa convivência com o comunismo

Mons Li Shan, bispo ordenado com aprovação vaticana agora trai Roma, dizem pequineses
Mons. Li Shan, bispo "patriótico" de Pekín age ligado ao Partido Comunista.
Fiéis o consideram "traidor" ao Papa e à Igreja.




São cada vez mais numerosos os católicos pequineses que acusam o atual bispo da capital ‒ D. José Li Shan, 44 (foto) ‒ de trair a Igreja Católica e o Papa, escreveu o Pe. Bernardo Cervellera, diretor da agência AsiaNews.

Os escândalos provocados por D. José Li Shan, em verdade eram previsíveis considerando seu passado de colaboração com a ditadura marxista.

Entretanto, um véu de pudor envolvia o nome do bispo pelo fato de ter sido ordenado em 21 de setembro de 2007 com a aprovação da Santa Sé. Mas desde que voltou a repetir o surrado slogan “amar a pátria, amar a Igreja”, que na China sempre foi interpretado como submeter a Igreja ao Partido Comunista, esse véu se desfez.

D. Li Shan voltou a denunciar as “graves interferências por parte do poder político estrangeiro [leia-se Roma] e da Igreja clandestina” [leia-se os católicos fiéis ao Papa]. D. Li atacou aqueles que “criam dificuldades tentando nos convencer a abandonar o princípio da autogestão da Igreja [i. é, a autonomia em relação à Santa Sé], nos fazendo voltar ao passado”.

Liu Bainian, vice-presidente da Associação Patriótica, agente do partico comunista para chefiar a cismática igreja patriótica
Liu Bainian,funcionário do governo,
é o verdadeiro chefe da "Igreja Patriótica" subserviente do comunismo.
O bispo de Pequim reivindica a democracia na Igreja. Quer dizer, que bispos, pastoral, teologia, opções pastorais fiquem nas mãos de uma assembleia de clero e leigos dominada pelos agentes do Partido Comunista.

Algo muito parecido com o que sempre pregaram os progressistas no Brasil.

Enquete da agência Asia News revelou que muitos bispos oficiais ou concordatários não julgam dita dependência da Igreja Patriótica ao comunismo como “inconciliável” com a doutrina católica.

O Cardeal de Hong Kong, D. Joseph Zen Ze-kiun, fez um apelo aos bispos e padres da Igreja oficial pro-comunista para não aceitarem acordos com o regime anticristão. O apelo está no artigo “Inspirados no martírio de Santo Estevão”.

O corajoso Cardeal de Hong Kong é contraditado por missionários comuno-progressistas como o Pe. Jerome Heyndrickx.

Para este religioso colaboracionista, a resistência ao comunismo tem que acabar, e os bispos devem se afiliar à Igreja oficial pro-comunista. O missionário manipula nesse sentido uma carta de S.S.Bento XVI à China. Porém, o cardeal Zen recusa essa interpretação.

Cardeal de Hong Kong, D.Joseph Zen apelou bispos e padres a cessarem o colaboracionismo com a ditadura socialistaO perigo de compromissos comuno-progressistas é grande, na ótica do Cardeal Zen. Por isso ele alertou contra as ambiguidades e os enganosos elogios de um acordo com Pequim.

E acrescentou:

“Então, o martírio teria se transformado numa estupidez?

“Isso é absurdo! Miopia! O compromisso pode ser uma estratégia provisória, mas não pode durar sempre.

“Estar unidos ao Santo Padre em secreto e ao mesmo tempo fazer parte de uma Igreja que se declara autônoma de Roma é contraditório. (...)

“Caros irmãos bispos e sacerdotes, nossos sofrimentos pela fé são a fonte da vitória, embora de momento possam parecer uma derrota”.


terça-feira, 3 de março de 2009

Bloqueio de sites católicos com pretextos infamantes

Paramilitar prende camara jornalista americana, Heilongjiang
Muitos sites católicos continuam sendo bloqueados pelo regime de Pequim. Por exemplo Radio Veritas of Asia, todos os sites católicos de Taiwan e os da diocese de Hong Kong, informou AsiaNews.

O governo apelou para um velho truque das ditaduras comunistas e socialistas.

Ele que eleva a imoralidade até o nível de valor metafísico em nome da igualdade total, agora diz que quer combatir a pornografia na internet.

"Pornográficos" são, então, os sites religiosos e especialmente os católicos. Assim a repressão é acrescida de mais uma injúria contra a Santa Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Policial impede fotos durante prisão de dissidentes, PequimNo início de janeiro, o site do governo China.com.cn anunciou o bloqueio de “91 sites da web pornográficos ou com conteúdo vulgar”, sem especificar quais eram. Mas, nesse momento cessou o acesso ao blog Bullog.cn, onde escrevem muitos dissidentes que assinam “Carta 08”.

O governo quer que Google, Msn e os chineses Baidu e Sohu.com impeçam eles próprios a circulação de notícias “não corretas” segundo o marxismo.

Considerando os antecedentes ele acha que tem boas chances de ser atendido.

Na China há mais de 253 milhoes de internautas. “O probema para o governo – disse um deles a AsiaNews – è que o pessoal não tem mais confiança na informação oficial”.

Capela católica 'clandestina' em aldeia do Yunnan, 1994A ditadura socialista teme, por sua parte, que a Internet sirva para aglutinar os descontentes.

Ou, ainda, que se espalhem notícias como a recente intoxicação em massa com leite com melamina ou dados sobre a corrupção crônica e debandada no Partido Comunista.

Em novembro o blogger Guo Quan de Nanjing (foto) foi preso mais uma vez.Guo Quan, dissidente preso por pedir democracia

O “crime” oficial foi “subversao contra o poder estatal”. O fato real foi publicar uma carta pedindo reformas democráticas. No anterior encarceramento o “crime” foi criticar o governo pelo deplorável "auxílio" que deu - ou melhor, não deu - às vítimas do terremoto em Sichuan.

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