O Test behind the Great Firewall of China, confirmou mais uma vez que nosso blog ESTÁ BLOQUEADO NA CHINA. A máquina repressiva impede o acesso em Pequim (confira); em Shangai (confira); e agora em Guangzhou (confira). Hong Kong é a exceção (confira). Enquanto Pequim não cobrar medidas coercitivas dos seus correligionários brasileiros ou da Teologia da Libertação, este blog continuará na linha católica anti-comunista, pelo bem do Brasil. MAIS

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Camponeses expropriados à beira da fome e do desespero

Na China, milhares de camponeses estão perdendo campos e casas expropriados pelo socialismo. O governo argüi a necessidade de desenvolver o país, mas as vítimas dizem se tratar de abusos sistemáticos dos membros do Partido Comunista.

Os conflitos mais violentos estão acontecendo nas regiões de Henan, Zheijiang e Guangdong, segundo a agência AsiaNews.

Em Gushi (Henan) o pretexto do Partido é construir uma fábrica de cimento. Os camponeses respondem que estão lhes tirando a única fonte de sustentação e se dizem dispostos a resistir.

Wang Dengyou, residente na aldeia de Dongba, declarou à agência Radio Free Asia que os camponeses não aceitarão a indenização indecorosa que oferece o governo.

Eles não sabem fazer outra coisa e sem as terras não terão o quê comer.

Guo Yongchang, secretário provincial do Partido Comunista quer tirar as terras dos agricultores pobres visando oferecé-las para conjuntos industriais, comerciais ou do Estado.

Na aldeia de Sisha (Zhejiang) os camponeses só perceberam a manobra do governo quando tratores começaram a nivelar os vizinhos morros de Yanyushan.

Os tratores eram protegidos por dezenas de policiais anti-motim e bandidos contratados por uma empresa.

Na cidadinha de Nanwan (Gaungdong), milhares de pessoas protestaram diante da prefeitura (foto) contra a expropriação de suas terras para construir uma criação de enguias. O governo nada responde e finge não perceber.

Os protestos de massa na China foram mais de 87.000 em 2008, segundo dados oficiais.

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terça-feira, 18 de agosto de 2009

China: paiol de etnias e culturas que pode explodir a qualquer hora


Tal vez nunca se saberá ao certo o número de mortos, feridos e desaparecidos na última eclosão de violência racial na região de Xinjiang, na China Ocidental. Oficialmente houve 197 mortos e 1.700 feridos [foto].

Mas haveria também por volta de 10.000 “desaparecidos” numa só noite, informou AsiaNews. Um “apagão” suspeito atingiu a Internet na capital Urumqi para impedir as informações de fontes independentes.

Os conflitos entre uigures – etnia local de religião muçulmana – e hans – etnia majoritária na China ‒ são o fruto de uma desorganização social geral induzida pelo regime socialista.

A China é um imenso e riquíssimo mosaico de culturas e etnias, com centenas de dialetos locais, como mostrou o Pe Cervellera, diretor de AsiaNews. Em cada uma das peças desse mosaico se encontra um grupo com uma história, arte e personalidade definidas pela História.

Porém, essa riqueza de personalidade é um obstáculo para a massificação exigida pelo socialismo. E o regime antinatural tem necessidade de fazê-la desaparecer.

Pequim muda populações de região e oprime os grupos locais juntamente com sua religião. Foi o caso durante anos do Xinjiang, mas também de muitas outras regiões e grupos culturais e religiosos do imenso país. É o caso dos católicos também.

No caso dos uigures a ditadura quer dissolvê-los estimulando grande migração de hans a Xingjang, com a falsa escusa de “combater o terrorismo islâmico”.

A China virou um paiol onde a toda hora aparecem faíscas. O caso de Xinjiang foi uma delas.

O governo reprime qualquer fonte de informação imparcial. Os locais uigures dizem terem sido vítimas de uma chacina promovida pelos hans, e vice-versa.

Mas se se perguntar quem é o beneficiado do mata-mata entre uns e outros, verificar-se-á que é a ditadura socialista empenhada em desfazer as identidades culturais de todos.

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terça-feira, 11 de agosto de 2009

Prostitutas chinesas pagas pelo governo norte-americano


Parece pouco acreditável, entretanto a CNSNews informou que o Instituto Nacional para o Abuso de Alcool e Alcoolismo dos EUA (NIAA), que pertence ao Instituto Nacional da Saúde (NIH), pagará $2,6 milhões de dólares “para treinar as prostitutas chinesas a beberem com responsabilidade no seu trabalho”!

É mais de um dos estímulos oficiais à imoralidade no mundo que a administração americana vêm promovendo desde a ascensão do presidente Obama.

O Dr. Xiaoming Li, chefe do programa, é diretor do Prevention Research Center na Escola de Medicina da Universidade Estadual de Wayne, Detroit.

O dinheiro será investido na província de Guangxi onde a prostituição favoreceu vertiginoso crescimento da Aids, sobre tudo nas áreas para turistas estrangeiros. A experiência mostra uma conexão entre prostituição, alcoolismo e Aids.

O meretrício, como toda atividade que envolve dinheiro, está coligada com esquemas do governo marxista, embora oficialmente seja ilegal.

Ralph Hingson, diretor de epidemiologia e prevençao no NIAA, reconheceu para CNSNews que “há muitos americanos que viajam para China todo ano e deveriam tomar consciência do problema do Aids” no “paraíso socialista”.

Porém a administração Obama, em lugar de favorecer a moralidade, único força que pode por freio à avançada do Aids, estimula o oposto.

Isto é procura a meta, aliás, irrealizável, do “pecado seguro”.

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terça-feira, 4 de agosto de 2009

Produtos chineses feitos com matéria nojenta

Reportagem do muito oficial jornal South China Morning Post, de Hong Kong, informa que uma moça de Guangdong, na China fez um repugnante achado quando usou elásticos para prender cabelo.

Os prendedores eram feitos de preservativos! Fatos análogos ocorreram nas cidades de Dongguan e Guangzhou (outrora conhecida como Cantão), informou a BBC News Brasil.

O jornal local New Express Daily de Cantão contou que a jovem chamada Chen ganhou um pacote elásticos de cabelo como brinde num salão de beleza da cidade.

Chen disse que os anéis eram recobertos por um material colorido que parecia fio de lã, mas que certa manhã uma parte do revestimento se soltou e ela pôde ver do que era realmente feito o produto.

“A cor da borracha me pareceu estranha. Normalmente, os elásticos são de outra cor”, contou Chen.

“Eu desenrolei a cobertura e descobri uma coisa que se parecia muito com um preservativo. É realmente inacreditável e nojento”, acrescentou.

Chen desmanchou outro prendedor do mesmo pacote e viu que era feito com o mesmo material.

O jornal disse que pode se tratar de material do lixo que a China importa do Ocidente para reciclar, ficando aberta a possibilidade de que tenham sido empregados repugnantes preservativos usados.

Segundo o New Express Daily, os prendedores foram feitos na província de Zhejiang, e o fabricante não atendia telefonemas.

O fato encaixa-se inteiramente na filosofia materialista oficial. O socialismo chinês quer impor sua hegemonia comercial a qualquer preço.

No caso, ainda achincalha suas vítimas chinesas e, provavelmente ocidentais, que compram baratinho objetos feitos com lixo moralmente repelente.

É próprio do socialismo nivelador.

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