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terça-feira, 26 de agosto de 2014

Smartphones baratos com software espião

Foto do smartphone analisado pela G Data Software
Smartphones de baixo custo, na sua maioria de marcas desconhecidas, estão enviando os dados dos usuários a servidores chineses, afirma a empresa de segurança alemã G Data Software.

Esses smartphones estão sendo oferecidos nos maiores sites de venda online com software de espionagem pré-instalado, segundo a Associated Press.

A G Data Software disse ter encontrado códigos maliciosos no software proprietário do Star N9500 adquirido online.

O achado é apenas o último numa série de ocorrências onde pode se constatar que diversos smartphones procedentes da China já vinham carregados com softwares maliciosos.

Thorsten Urbanski, porta-voz da G Data, contou que sua empresa comprou o celular após ouvir queixas de diversos usuários. A equipe da empresa trabalhou mais de uma semana até identificar com precisão o perigo.

O Star N9500 não diz quem é o fabricante. “Não há identificação no celular, nem na documentação”, explicou Thorsten.


Bjoern Rupp: casos são mais comuns
do que os consumidores pensam
A agência de notícias Associated Press detectou o celular à venda em numerosas lojas virtuais. Ele seria produzido num conjunto de fábricas instaladas na região de Shenzhen, sul da China. Mas a agência tampouco conseguiu achar uma referência ao fabricante.

A G Data disse também que o spyware encontrado no N9500 permite a um servidor instalado na China captar os dados pessoais do usuário, fazer um acompanhamento dos locais onde o aparelho foi usado ou ligar à distância a câmara ou o microfone do smartphone.

Bjoern Rupp, chefe da consultoria de segurança para celulares GSMK, sediada em Berlim, disse que esses casos são mais comuns do que os consumidores pensam.

No último outono, o fornecedor alemão de serviços para celular E-Plus encontrou softwares maliciosos em alguns equipamentos passados a seus clientes.

“Nós temos que assumir que esses incidentes ocorrerão cada vez mais, por diferentes interesses comerciais e outros”, acrescentou Rupp.


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