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terça-feira, 2 de setembro de 2014

Os heróis católicos silenciados da Coreia do Norte

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Em parte alguma do mundo os católicos sofrem uma perseguição tão inclemente como na Coreia do Norte.

Oficialmente eles não existem e deveriam ter sido todos suprimidos. Mas perseveram nas catacumbas.

Eles são perseguidos pelas autoridades marxistas desde o fim da II Guerra Mundial, mas sua Fé sobrevive com o auxílio sobrenatural.

Marta Petrosillo, da organização “Ajuda à Igreja que Sofre”, contou a “Rome Reports” que “em 1945, no início da divisão das duas Coreias, a cidade de Pyongyang era conhecida como a Jerusalém do Extremo Oriente. Nela viviam por volta de 50.000 católicos”.


Com o socialismo, a situação mudou drasticamente. Além do culto aos ditadores marxistas “qualquer outra religião está proibida. Acredita-se que há 10.000 católicos na Coreia do Norte, mas a maioria é idosa”, disse Marta.

Uma quarta parte deles estaria em campos de trabalho forçado, vivendo em condições subumanas e até sendo torturada. Todos os outros foram constrangidos à fuga ou a praticar ocultamente a religião para se subtrair à repressão.

“Alguns refugiados norte-coreanos nos relataram que as mulheres idosas se reúnem à noite em círculos, e vão contando grãos de feijão como meio de rezar o terço”.



A associação “Ajuda à Igreja que Sofre” auxilia cristãos perseguidos em todo o mundo, mas diz que a situação na Coreia do Norte é das piores. A vida no país transcorre no segredo e no isolamento, tornando muito difícil saber precisamente o que acontece.

No Ocidente, o “progressismo católico” não tem qualquer palavra de comiseração, misericórdia ou auxílio eficaz, ao contrário do que costuma fazer demagogicamente em favor de pessoas de maus costumes ou revoltosas.


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