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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Uma “nação chinesa” no Brasil?

Atuais rotas de emigração chinesa no suleste asiático. E se amanhã vierem para a Amazônia para onde os brasilerios não podem ir?
Atuais rotas de emigração chinesa no suleste asiático.
E se amanhã vierem para a Amazônia
para onde os brasilerios não podem ir?
Enquanto o cientista político James To comenta em livro que 64% dos chineses que conseguiram reunir algum pecúlio desejam ou já planejam abandonar seu país, o “The Wall Street Journal” informa que o governo chinês iniciou campanhas de propaganda para garantir a “lealdade” desses chineses no exterior.

Os principais líderes da revolução comunista chinesa foram intelectuais formados na Europa. Mas hoje os estudantes mais dotados, que estudam no Ocidente, não querem ficar integrados ao superpoder tirânico e procuram se instalar longe dele.

Os imensos problemas que afligem o sistema socialista em matéria de insegurança política, social e delictiva, a poluição que bate os recordes planetários, a intoxicação alimentar, o desastroso e ideologizado sistema escolar são alguns dos argumentos que impulsionam esta espécie de fuga.

Porém, o sistema maoísta pretende tirar proveito dessa migração. Para isso montou um monstro burocrático — a Agência dos Assuntos Chineses no Além-mar do Conselho do Estado — para garantir o “controle remoto” sobre esses autoexilados. A finalidade máxima, diz o jornal americano, é garantir que fiquem fiéis ao Partido Comunista.

O povo chinês é laborioso e hábil no comércio. Na Indonésia, país muçulmano, os imigrantes chineses conquistaram uma posição hegemônica nas pequenas lojas.


A instalação de grandes colônias de cidadãos chineses em outros países pode facilitar a entrada de agentes treinados pelo governo de Pequim, que obedecerão às instruções do regime.

China possui imensa população que poderia ser encaminhada para qualquer canto do planeta
China possui imensa população que poderia ser encaminhada
para qualquer canto do planeta
Zbigniew Brzezinski, ex-conselheiro de segurança nacional do presidente do americano Jimmy Carter, lembrou que numa reunião entre esse presidente e o chefe da China, Deng Xiaoping, Carter começou a falar de Direitos Humanos. Deng saiu-se então com uma inesperada:

“Bem, nós os deixaremos partir. Você está preparado para aceitar 10 milhões?"

O problema, conclui “The Wall Street Journal”, é que a torrente humana que hoje poderia vir para o Ocidente seria de 100 milhões ou mais. Suficiente para criar países dentro de países.

O leitor já pensou o que seria a entrada de uma massa dessas em algum estado despovoado do Brasil?

Nessa hora, os amigos ideológicos da China – ambientalistas, ONGs, tentáculos da CNBB e esquerdistas – que opõem obstáculos à instalação dos brasileiros no território nacional, provavelmente não irão protestar, mas com certeza comemorar.


6 comentários:

  1. se já vieram (e continuam vindo) alguns milhares de haitianos e africanos, por que não podem vir milhares de chineses ???? esses orientais são muito trabalhadores e muito inteligentes, só vão contribuir, melhorar a capacidade do povo brasileiro... veja os descendentes de japoneses no Brasil, temos um bom exemplo do quanto podem ajudar o Brasil esses orientais.... Basta serem milhares, não milhões... Não irão atrapalhar, só ajudar, com certeza! Se a China não quer, o Brasil deve querer!

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  2. Todo chinês quer virar americano ou canadense ou inglês e por ignorância, até brasileiro ou argentino. Mas nenhum outro ser humano desse planeta quer virar chinês, por que será?

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  3. O Japão no início do século passado, por problemas de fome e superpopulação, tornou-se uma nação imperialista, mas foi somente graças à intervenção pós segunda guerra mundial, surpreendentemente corrigiu seu rumo: de uma cultura de dominação e expansionista que invadiu vários países no início do século passado, depois de passar pela drástica experiência da dor causada pela bomba atômica, refletiu e passou a ser uma nação pacífica, assimilou como nenhuma outra nação, os valores de uma sociedade democrática ocidental, baseada em ideais democráticos, quais seja, liberdade de ir e vir, de pensamento, de fraternidade e solidariedade, que somado à uma cultura social local, aonde quanto mais se ascende na escala social, mais responsabilidades se deve assumir em razão dos respectivos efeitos do exemplo que uma celebridade pode causar na sociedade. Já na China, também há valores culturais milenares, contudo toda a preocupação que o mundo tem em relação à ela se dá pela forma de governo, totalitária, baseado no poder de um partido só, não há democracia, e cujo principal objetivo de governo é o fortalecimento da nação chinesa, mesmo que à custa de trabalho escravo, por enquanto, apenas de seu próprio povo... mas e se esgotarem seus recursos naturais e mudarem de humor com todo o seu arsenal nuclear e sua política de resolver tudo à força e sem diálogo, como é hoje em relação aos próprios chineses opositores de seu governo ?!!... Dentre todos os países no mundo que aplicam a pena de morte, a China é a que mais aplica e a única que não divulga quantidade de executados, por ser "Segredo de Estado". Veja a recente matéria de 31/03/2015 no site G1 : "http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/03/sentencas-de-morte-aumentam-28-no-mundo-em-2014-segundo-anistia.html"

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  4. A China é um país seríssimo, com um projeto de superpotência, e uma classe dirigente implacável, que não brinca em serviço, não larga do poder e planeja para as futuras gerações.
    Já o Brasil...
    Eu, que sou mais bobo, se fosse ministro do planejamento da China (que tem 1,3 bi de habitantes), só pensaria numa coisa: o que fazer com um bilhão de chineses, já que o país somente suporta, sustentavelmente, trezentos milhões?
    Depois, eu olharia para os grandes vazios demográficos do mundo (Austrália, Sibéria, Canadá, Brasil e Argentina) e começaria a ter idéias...
    Onde é mais mole?
    PS - Aguardamos artigo sobre o recente acordo Dilma - Xi.

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  5. pode ate acontecer porem nós ambientalistas não deixaremos que acabem com que temos de mais precioso a vida humana ou não

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