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terça-feira, 1 de setembro de 2015

Corrupção no comunismo chinês
supera os recordes da América Latina

General Gu Junshan presenteava carros cheios de lingotes de ouro.
General Gu Junshan presenteava carros cheios de lingotes de ouro.




Um tribunal militar chinês condenou à morte o antigo responsável pela logística das Forças Armadas vermelhas, general Gu Junshan, por corrupção, desvio de verbas, propinas, abuso de poder e uso ilícito de fundos estatais, segundo noticiou a agência oficial Xinhua, citada por La Nación de Buenos Aires.

A sentença inclui as possibilidades de adiamento e mutação da pena em prisão perpétua.

Os ativos pessoais do general Gu foram confiscados e ele foi degradado de sua dignidade no exército, acrescentou a Xinhua.

Preso em 2014, Gu teria recebido propinas de aproximadamente 600 milhões de yuanes (96 milhões de dólares) de um esquema ilícito que movimentou cerca de 4,8 bilhões de dólares, segundo cálculos do semanário Phoenix Weekly, vinculado ao governo central chinês.

Pobres ‘Mensalão’ e ‘Petrolão’ brasileiros, Hotesurs’ e outros escândalos argentinos: fazem pálida figura ao lado da corrupção socialista chinesa, embora se lhe assemelhem em muitos pontos.



Segundo o Phoenix Weekly, Gu enchia carros de luxo com lingotes de ouro que presenteava a seus ‘colaboradores’. Era especialmente aficionado às estátuas de Buda em ouro, mas seu recorde era uma estátua de ouro, jade e diamantes, representando em tamanho natural Mao Tsé Tung, o fundador do comunismo chinês, sentado numa poltrona.

A imprensa local calcula que a estátua de 50 kg teria um valor superior aos 16,5 milhões de dólares.

O líder do Exército vermelho estava envolvido num esquema de venda em massa de cargos no exército, amealhando por volta de 100 milhões de dólares.

O general Gu Junshan tinha em sua mansão uma estátua de ouro e pedas preciosas do fundador do comunismo chinês.
O general Gu Junshan tinha em sua mansão uma
estátua do fundador do comunismo chinês feita de ouro e pedras preciosas.
Em 2013, a polícia sequestrou na mansão de Gu caminhões militares lotados de objetos de luxo, uma adega de vinhos caríssimos e uma piscina de ouro.

Gu distribuía o dinheiro entre seus cúmplices em automóveis Mercedes, que transportaram cerca de 3,8 milhões de dólares em lingotes de ouro.

E Gu não foi a única alta patente do Exército de Liberação Popular chinês (ELP). Destacou-se também o ex-general Xu Caihou, número dois do exército vermelho entre 2004 e 2012, que morreu enquanto estava sendo investigado.

Nos porões da mansão de 2.000 m2 de Xu Caihou em Pequim, os investigadores descobriram em torno de uma tonelada de notas de yuan, a moeda nacional, incontáveis esmeraldas, jades, quadros e manuscritos raros. Segundo a revista Foreign Policy, foram necessários mais de 10 caminhões militares para requisitar essa fortuna ilegal.

O dinheiro vivo estava empacotado em caixas com o nome do oficial, que pagou a propina para obter a sua promoção na cadeia de comando. Muitas delas sequer tinham sido abertas.

Mas a corrupção não é só no exército; ela atinge as mais altas patentes do governo socialista, segundo o jornal de negócios Business Insider.

Zhou Yongkang ex-membro do todo-poderoso Politiburo supremo e ex-chefe nacional da polícia, teria amealhado ilegalmente 16,05 bilhões de dólares, segundo a TV oficial NTD.

Zhou Yongkang, ex-ministro de Segurança,
no 17º Congresso nacional do Partido Comunista, Pequim.
A inacreditável fortuna apreendida em suas residências incluía 300,3 milhões de dólares em notas de dólar, euro, yuan, libras esterlinas e francos suíços; 62 carros, entre os quais Jeeps militares e um ônibus turístico; 55 quadros de pintores famosos com um valor de mercado de entre 128 e 161 milhões de dólares; centenas de contas em bancos nacionais e estrangeiros, em seu nome ou de parentes, com 6,06 bilhões de dólares; ações de empresas de petróleo, linhas aéreas, vinícolas e de seguros financeiros avaliadas em 8,24 bilhões de dólares; 326 propriedades na China no valor de 1,76 bilhões de dólares; e 42,85 quilos de ouro e prata.

Liu Han, ex-tubarão no setor da mineração e classificado pela revista Forbes como o 148º homem mais rico da terra, foi condenado à morte porque comandava uma máfia de crimes e assassinatos, denunciou a agência oficial de notícias Xinhua.

Liu chefiava o conglomerado de mineração Sichuan Hanlong Group enquanto dirigia uma organização criminosa responsável por assassinatos, roubos, sequestros, fraudes e falcatruas contratuais.

Seus bens confiscados somavam 6,4 bilhões de dólares, incluindo centenas de Rolls-Royces, Bentleys e Ferraris, dezenas de armas e facas. Liu se exibia com um relógio Franck Müller com diamantes incrustados e consumia vinhos franceses pelos quais pagava mais de 12.000 dólares por garrafa.

Liu Zhijun é outro caso. Entrou no Partido Comunista como humilde burocrata no Ministério dos Trens até chegar a chefe do mesmo. Ele aceitou propinas que somadas lhe renderam 10,4 milhões de dólares de 1986 até 2011, segundo Xinhua.

Em 2013, os investigadores capturaram 142,1 milhões de dólares em notas, grandes volumes de ações, 16 carros e 374 propriedades, segundo o jornal britânico The Guardian. Ele mantinha simultaneamente 18 amantes, incluindo muitas atrizes e figuras populares da televisão.

E a lista de amostras prossegue. O ex-vice-governador da província de Anhui, na China central, apelidado Ni Fake, tinha obsessão pelo jade. O website oficial China News informou que ciclicamente ele fazia expor para si as todas as peças dessa pedra. Sua coleção foi avaliada em $1,6 milhões de dólares.

Wei Pengyuan: as notas apreendidas em sua mansão pesavam 2,2 toneladas.
Wei Pengyuan: as notas apreendidas em sua mansão pesavam 2,2 toneladas.
Não menos ativo foi Wei Pengyuan, chefe do setor do carvão no Ministério Nacional da Energia, que recebeu propinas por 5,8 milhões de dólares entre 2002 e 2012.

A polícia sequestrou em sua mansão a surpreendente quantidade de 33 milhões de dólares em notas de 100 yuan que pesavam mais de 2,2 toneladas e que se fossem empilhadas atingiriam 198,12 metros de altura. Para entrar no Guinness Book of Records.

Mais modestamente, Ma Chaoqun, fornecedor de água para uma cidade perto de Pequim muito procurada pelos chefes do partido, tinha em casa a inverossímil soma de 19,3 milhões de dólares em notas, quase 37 quilos de ouro além de 68 propriedades avaliadas em 163 milhões de dólares.

Intrinsecamente corrupto e gerador de todas as formas de abusos, o socialismo recusa todo princípio moral por causa de seu materialismo ovante.

Assim agem os auto-proclamados defensores dos pobres e da igualdade!


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