O Test behind the Great Firewall of China, confirmou mais uma vez que nosso blog ESTÁ BLOQUEADO NA CHINA. A máquina repressiva impede o acesso em Pequim (confira); em Shangai (confira); e agora em Guangzhou (confira). Hong Kong é a exceção (confira). Enquanto Pequim não cobrar medidas coercitivas dos seus correligionários brasileiros ou da Teologia da Libertação, este blog continuará na linha católica anti-comunista, pelo bem do Brasil. MAIS

terça-feira, 26 de maio de 2015

O tenebroso lago tóxico de Baotu




Em Baotu, as altas chaminés que parecem tocar num céu de chumbo não são refletidas pelo lago artificial feito de uma lama negra e tóxica, aumentado sem cessar pelos esgotos das refinarias que o rodeiam.

O cheiro de enxofre é tão forte que até o maior dos ateus diria que está no inferno, escreveu La Nación, de Buenos Aires.

Trata-se da sede de Baogang Steel and Rare Earth, um complexo industrial desueto do tamanho de uma cidade, em Baotu, no mais fundo da Região Autônoma da Mongólia Interior.

Baotu é rico em “terras raras”, cuja difícil extração motiva preocupações verdes no Ocidente e um completo desinteresse quando se trata da China. E essas “terras raras” têm um papel-chave no desenvolvimento de produtos de alta tecnologia.

terça-feira, 19 de maio de 2015

Pastel de carne de cachorro
em loja de escravos chineses no Rio

Pastelaria em Parada de Lucas servia carne de cachorro aos clientes. (Foto Divulgação - MPT)
Pastelaria em Parada de Lucas servia carne de cachorro aos clientes.
(Foto Divulgação - MPT)



O Ministério Público do Trabalho (MPT) investiga uma máfia chinesa de trabalho escravo que opera em pastelarias no Rio de Janeiro, envolvendo pelo menos cinco vítimas de nacionalidade chinesa.

De acordo com o procurador do trabalho Marcelo José Fernandes da Silva, os chineses foram seduzidos por propostas de emprego.

“Eles vêm atraídos por falsas promessas de bom trabalho e salário, mas, chegando ao local, acabam trabalhando em jornada exaustiva, sem recebimento de salários e direitos trabalhistas e ainda têm o passaporte retido”, disse o procurador.

Num dos casos apurados pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), a vítima era submetida a severos castigos físicos.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Pequim monta ilhas artificiais
e atiça conflitos no Mar da China

Nuvem de barcos chineses joga areia sobre corais de Mischief para forjar ilhas. Foto Digital Globe.
Nuvem de barcos chineses joga areia sobre corais de Mischief para forjar ilhas.
Foto Digital Globe.



Novas fotografias satelitais revelaram a extensão das ilhas artificiais que Pequim está construindo no Mar da China, visando disputas territoriais com os vizinhos, escreveu The Telegraph, de Londres.

Tiradas durante várias semanas, as fotos flagraram navios chineses dragando o fundo do mar para transformar em “terra firme” cerca de 1,5 milhas quadradas de bancos de corais semi-submersos e ali construir prédios.

As imagens – capturadas pela DigitalGlobe, firma comercial provedora de imagens satelitais – foram analisadas pelo Center for Strategic and International Studies - CSIS, de Washington, e mostram um banco de coral a oeste das disputadas ilhas Spratly, cuja soberania é reclamada pelos seguintes países: Brunei, Malásia, Filipinas, Taiwan e Vietnã.

terça-feira, 5 de maio de 2015

O exemplo da China: Estado Islâmico
extrai à força órgãos de prisioneiros vivos

Hu Jie, 25, aceitou ser doador de órgãos, mas mudou de ideia. Não adiantou. Tiraram-lhe um rim com base no papel assinado.
Hu Jie, 25, aceitou ser doador de órgãos,
mas mudou de ideia. Não adiantou.
Tiraram-lhe um rim com base no papel assinado.



O diplomata iraquiano Mohamed Alhakim denunciou na ONU que o Estado Islâmico (EI, ou ISIS) arranca órgãos vitais de suas vítimas para contribuir no financiamento da organização terrorista, escreveu o Epoch Times.

Alhakim fez a denúncia sobre a extração forçada de órgãos em uma reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

O ISIS pratica terríveis métodos de execução de seus prisioneiros, como decapitações, crucifixões ou incineração de pessoas vivas. Mas também copia o perverso esquema do Partido Comunista Chinês.

Segundo Alhakim, corpos encontrados em valas comuns evidenciam partes retiradas através de incisões cirúrgicas. Os órgãos teriam sido vendidos para lucro do Estado Islâmico.

Na China, as alegações da extração forçada de órgãos remontam a 2006. Os órgãos são vendidos por mais de cem mil dólares a estrangeiros e chineses ricos, em hospitais estatais. As vítimas são prisioneiros de consciência como cristãos, tibetanos, uigures, ativistas de direitos humanos.

A China promove o “turismo de transplantes”, destinado a estrangeiros ricos que viajam para fazer transplantes por vias imorais, porém mais em conta.

Ethan Gutmann, analista especializado em China e investigador de direitos humanos, autor do livro O Massacre: Assassinatos em massa, extração forçada de órgãos, e a solução secreta da China para o seu problema de dissidentes, calcula que mais de 65 mil opositores chineses sofreram essa cruel forma de extermínio.