O Test behind the Great Firewall of China, confirmou mais uma vez que nosso blog ESTÁ BLOQUEADO NA CHINA. A máquina repressiva impede o acesso em Pequim (confira); em Shangai (confira); e agora em Guangzhou (confira). Hong Kong é a exceção (confira). Enquanto Pequim não cobrar medidas coercitivas dos seus correligionários brasileiros ou da Teologia da Libertação, este blog continuará na linha católica anti-comunista, pelo bem do Brasil. MAIS

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Bolha chinesa pode explodir economia mundial

Bolsas oscilam de modo delirante e trazem péssimos presságios.
Bolsas chinesas  oscilam de modo delirante
e trazem péssimos presságios.



A verdadeira ameaça para a economia mundial não é a Grécia, mas a China. É o que denunciam os jornais mais interessados pela saúde econômica do mundo, como The Telegraph, de Londres.

As trapaças do governo grego nas negociações com a Troika têm forte fundo ideológico de esquerda e extrema-esquerda, mas envolvem quantias que são uma pulga se comparadas com o que está em jogo na China. Quando na Grécia se fala em bilhões, na China são trilhões.

O índice geral da Bolsa de Xangai, indicador de referência na China, acumulou perdas de 29% em três semanas de julho. Mais de 1.300 dos cerca de 2.800 títulos tiveram suas negociações suspensas ao registrarem quedas máximas diárias de 10%, segundo a Folha de S.Paulo

“Parece que estamos nos aproximando perigosamente do estouro da tão temida bolha de ações da China. Uma espécie de subprime chinês em que problemas do mercado financeiro podem contaminar a economia real.

“O pouco que sabemos até agora é que os investidores venderam ações ‘a descoberto’, ou seja, sem depositar suas margens de garantia, e provocaram a maior alta dos papeis em sete anos.

terça-feira, 28 de julho de 2015

Pequim aprova sacerdotes chineses cismáticos
obedientes a Moscou

Wang Zuoan anunciou maior perseguição religiosa aos católicos fieis neste ano.
Wang Zuoan anunciou maior perseguição religiosa
aos católicos fieis neste ano.



A Rússia padece de um crescente isolamento internacional devido à invasão da Criméia e a penetração militar no leste ucraniano.

O isolamento patenteou-se pela ausência de líderes mundiais na parada do Dia da Vitória, excetuados muito poucos regimes amigos.

E acentuou-se com a não admissão do representante russo à reunião do G7 (outrora G7+1, ou G8), realizada na Alemanha, além dos parcos dividendos da visita de Vladimir Putin ao Papa Francisco.

Moscou retomou a velha aliança estratégica com Pequim, que foi ativa e intensa nos tempos de Stalin e Mao Tsé-Tung.

De fato, as tentativas de romper o isolamento pela via religiosa já tinham começado antes da visita do chefe do Kremlin ao Vaticano. Na China, a ponte é feita por meio da igreja cismática russa.

Pela vez primeira no período pós-staliniano, Pequim autorizou a ordenação de sacerdotes ortodoxos chineses, informou o metropolita Hilarion de Volokolams, chefe das relações exteriores do Patriarcado de Moscou, segundo a oficial agência Tass, referida por AsiaNews.

terça-feira, 21 de julho de 2015

PC chinês perde a psíquica
e multiplica repressão aos católicos “clandestinos”

Em Anzhuang: altar 'clandestino' antes de ser destruído pela polícia em 22-05-2015
Em Anzhuang: altar 'clandestino' antes de ser destruído pela polícia em 22-05-2015



Em Hebei, a província que circunda Pequim, a polícia vem acirrando há várias semanas as hostilidades contra as comunidades católicas ditas “clandestinas”, fiéis ao Papado e insubmissas ao governo comunista.

A perseguição foi denunciada pela agência Églises d’Asie, habitualmente informada por relatórios que chegam discretamente da enorme prisão em que se transformou a China comunista.

Nas últimas semanas foram presos um bispo e um número não informado de sacerdotes. A polícia socialista destruiu um altar público dedicado ao Sagrado Coração de Jesus e ao Coração Imaculado de Maria.

A província de Hebei registra uma das mais altas proporções de católicos anticomunistas, os quais estão, por esse motivo, na “clandestinidade” ou na “Igreja subterrânea”.

terça-feira, 14 de julho de 2015

Documento desvenda infiltração militar chinesa na Patagônia

A base chinesa na Patagônia cresce aceleradamente mas as autoridades argentinas não podem entrar
A base chinesa na Patagônia cresce aceleradamente
mas as autoridades argentinas não podem entrar



O jornal La Nación, de Buenos Aires, ecoou as profundas inquietações geradas por um documento de Pequim sobre o possível uso militar da estação espacial que a China está concluindo na província de Neuquén, numa área de 200 hectares cedida a ela pelo governo nacionalista-bolivariano de Cristina Kirchner.

O uso militar dessa estação já não é segredo. Porém, os convênios entre Cristina Kirchner e o ditador maoísta Xi Jingping foram assinados no maior sigilo, tendo as obras sido iniciadas sem a indispensável aprovação do Congresso.

O novo documento chinês, de 26 de maio, é de responsabilidade do Escritório de Informação do Conselho de Estado em Pequim.

Trata-se de um relatório em seis capítulos explicando que, de acordo com a nova estratégia militar chinesa, “a aviação militar visará construir uma força de defesa do espaço aéreo que possa realizar operações aerotransportadas, a projeção estratégica e o apoio integral”.

O texto é sinuoso e ambíguo, comentou o jornal La Nación. Pois, sem mencionar diretamente a base na Patagônia argentina, aplica-se perfeitamente a ela e a põe a serviço da nova estratégia bélica chinesa.

terça-feira, 7 de julho de 2015

China declara “ciberguerra”
para desarticular a mente dos internautas

A ciberguerra deixou de ser ficção e invadiu a vida diária.
A ciberguerra deixou de ser ficção e invadiu a vida diária.



O Exército Popular de Libertação da China comunista tornou público que entraria na “guerra digital”, registrou a revista Atlantico.

O pretexto alegado foi que “forças hostis do Ocidente e uma minoria de traidores ideológicos” apontados com o dedo são “inimigos” que usam a Internet para atacar o Partido Comunista Chinês.

Para tentar compreender esta “declaração de guerra” com argumentos tão confusos, a revista entrevistou o Prof. Emmanuel Lincot, do Institut Catholique de Paris, especialista em história política e cultural da China contemporânea.

Na verdade, a projetada guerra do Exército chinês através dos canais da Internet é bem conhecida. Sua fabulosa “Muralha de Fogo” virtual já censura, hostiliza e sabota as informações na rede mundial, com especial foco nas comunicações chinesas.

A publicação militar veio apenas reconhecer o fato. Mas, por que fazê-lo agora?

Segundo o especialista Emmanuel Lincot, o uso da ciberguerra é pregado abertamente pelos estrategistas maoístas desde a Guerra do Golfo. Especialmente no livro A guerra fora dos limites, de Qiao Liang e Wang Xiangsui (La guerre hors limites, Paris, Rivages, 2003).

O objetivo sempre foi desmantelar a vantagem dos EUA nesses meios de comunicação e implantar a hegemonia ideológica maoísta.