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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Crescimento do catolicismo promete uma
restauração futura do esplendor cultural chinês

Vaso chinês

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





Nem tudo na China é pesadelo.

Há, até num sentido radicalmente oposto, indícios que apontam para uma China inteiramente diferente: um país de sonhos.

Há a cultura milenar chinesa com suas belezas e maravilhas artísticas sem nome.

Seus marfins, suas pagodes de uma fantasia empolgante, suas porcelanas requintadíssimas, suas pinturas sobre seda, suas lacas, enfim, um universo de requinte e sublimidade que testemunha uma cultura e uma civilização superiores à de muitos e muitos povos.

Entretanto, esse universo de inteligência sutil e sublimidade refinada teve um conteúdo intrinsecamente pagão. E o paganismo o secou.

Foi contra esse mundo maravilhoso, mas seco e carunchado, que se levantou a facinorosa empresa marxista maoísta.

E aquele mundo de fábula ruiu sem forças face ao crime organizado socialista.

A Revolução Cultural de Mao Zedong tudo fez para lhe dar um golpe mortal definitivo.

Entretanto, há ainda sinais de vida pujantes no povo chinês.

E uma das mais dinâmicas vem do catolicismo perseguido no país.



Nossa Senhora, imperatriz da China, é a padroeira do país.
Sua festa se celebra na mesma data de Maria Auxiliadora,
cujo título partilha.
Um desses sinais foi noticiado há alguns anos pela agencia ACIPrensa e permanece como um exemplo patente até nossos dias.

A cidade de Qi Zi Shan, diocese de Tai Yuan, é povoada exclusivamente por católicos. Ali, bispo local Mons. Li Jian Tang consagrou uma nova igreja na presença de centenas de fiéis. O templo tem 130 anos e precisou ser reconstruído inteiramente.

A diocese de Tai Yuan ostenta uma longa e gloriosa história de heroicos mártires.

A começar pelo primeiro bispo, Mons. Gregorio Grassi, martirizado no ano 1900.

Dois bispos e 24 sacerdotes, religiosos/as e leigos diocesanos foram canonizados por S.S. João Paulo II no ano 2000, segundo informou em seu tempo a agência vaticana Fides.

Agora a diocese de Tai Yuan conta hoje com 27 igrejas, 90 locais de oração e postos missionários, 50 sacerdotes, 30 religiosos e perto de 80 mil fiéis.

O sangue dos católicos derramado torrencialmente pela espada dos pagãos, dos fanáticos nacionalistas e, depois, do satânico ódio comunista, produziu imensos frutos.

O catolicismo floresce com um vigor irrefreável. Cumpre-se o inspirado ditado de Tertuliano: “o sangue dos mártires é semente de cristãos”.

Inúmeros missionários derramaram até a última gota de seu sangue pela conversão da China. O sacrifício não foi em vão e hoje rende frutos.Mártires franciscanos de China, 9-7-1900
Inúmeros missionários derramaram até a última gota de seu sangue
pela conversão da China. O sacrifício não foi em vão e hoje rende frutos.
Mártires franciscanos de China, 9-7-1900
Em Lu Dong, diocese de Tong Zhou (atualmente Wei Nan), foram consagradas pelo bispo duas novas igrejas, uma para cada aldeia com o comparecimento de três mil fiéis.

As celebrações, que incluíram uma grande Procissão Eucarística, homenagearam particularmente a Imaculada Conceição.

A diocese de Tong Zhou, missão franciscana italiana, tem mais de 12 mil fiéis, 26 sacerdotes e 40 religiosas. Vinte seminaristas maiores estudam em seminários de outras dioceses. Nos últimos anos foram abertas 35 igrejas. A diocese administra também cinco clínicas e dois asilos.

O socialismo amarga sua impotência em face de este crescimento soprado pelo Espírito Santo, mas trama novas maquinações para tentar impedi-lo.


10 comentários:

  1. Ola! Parabéns pelo Blog. Me chamo Wellington Nascimento e coordeno um Projeto chamado Amigos de Oração. Temos um Blog de Notícias em geral e outro dando ênfase aos cristãos perseguidos (O que inclui a China). Seria possível publicar em nossos blogs alguns artigos do Pesadelo chinês? citaremos a fonte e adicionaremos um link em nossos favoritos. Obrigado!

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  2. Que absurdo essa porcaria de blog, vocês são tudo doentes. vocês não estão se dando conta do que vocês estão falando ou escrevendo. O catolicismo não é o centro do universo, e as religiões da china como p budismo e o taoismo se mostram muito mais respeitáveis, e com um passado LIMPO.
    Fim a esse blog!!!

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    1. Voce e que e o doente, este odio aos catolicos diz tudo. Somos tolerantes com outras crenças, ao contrario do que erroneamente vc apregoa aqui, anonimamente.

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  3. Parabéns pelo artigo.

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  4. A China é um país maravilhoso como qualquer outro. Porém, deixa de o ser quando regimes e homens que apossam do poder sobre seu povo, guiando-os como bonecos sem voz, sem vez, sem liberdade. Assim como a China, muito mais o Japão, aquele e principalmente este, podemos aprender muito com eles o que de bom tem para nós. A educação dos japoneses, a higiene dos japoneses, a dedicação dos japoneses. Mas não podemos nos esquecer que eles não são perfeitos e completos. Aquilo que eles não têm, nós temos. Aquilo que não temos, outros povos podem ter. Nosso país foi colonizado por desde o princípio por invasões, mortes, guerras e injustiças. Mas qual país não foi? A diferença é que, durante a trajetória de colonização e desenvolvimento dos países que colonizavam, sofremos guerras dos dois lados para conseguir implementar o que seria melhor para o nosso país. E nem sempre o vencedor terá boas propostas e boas intenções para fazer o país progredir de vez. Por essa razão é que existe uma grande diferença entre Brasil e EUA. Colonizadores diferentes de uns e de outros. Enquanto que no Brasil ainda havia a lei da terra, nos EUA a terra era dada praticamente mais barata para aqueles que realmente comprometeriam em produzir. Enquanto o Brasil lucrava mais segurando terras em suas mãos, dos negros e estrangeiros, os EUA pensavam no investimento e o desenvolvimento não segurando suas terras. Esse investimento vem de colonizadores empreendedores. O Brasil sempre cresceu com dificuldade e resistência para crescer, e são vários os exemplos que vemos e que perpetuam hoje, ainda, infelizmente. Resquícios. Por isso, ouvir histórias como de Barão de Mauá, são fascinantes. Mas ouvir histórias orientais também nos trazem algo de bom. Porém, por mais que um país que se solidificou 3ª maior economia do mundo pós 2ª guerra, ou que se tornou a maior economia do mundo em 2015, e concentra uma reserva de dólares americanos, possui o maior aeroporto do mundo e grandes construções, é triste de se ver que países assim, não sabem o significado do Natal ou da Páscoa, e se quer comemoram isso. Estes países, por mais perfeitos que buscam ser, por mais ricos ou evoluídos que buscar ser e ter, pregam a prosperidade e a felicidade sem um Deus-Salvador. Basta apenas a riqueza, a higiene, a educação, o consumo desenfreado do ter e do ser, criando uma felicidade sem Deus. E ainda acreditando que, após a morte, estaremos todos bem. Acredito que estaremos desde que não ignoremos que talvez, seja real a existência de um Deus que se fez Jesus, desceu até nós e até hoje muitos são mortos por causa desse nome. Não é preciso tanto para odiar alguém ou uma nação quando ela segue fiel, ou nas dores, acreditando naquele Deus. O Deus da esperança, da vida, do amor. E mesmo assim, muitos odeiam o Deus que prega a simplicidade, não a riqueza, tampouco a prosperidade. Por fim. Com toda desgraça que nosso Brasil vive, o cristianismo é um diamante jogado em meio aos porcos. Mas só os que dão valor reconhecerão o valor que o cristianismo têm. Quando o cristianismo deixar de pregar o amor que Jesus ensinou, não será mais cristianismo. E quem se diz cristão e não prega o amor, não é cristão e não pode representar os cristãos.

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    1. Achei muito interessante tudo isso que você disse. Gostaria de saber mais sobre a colonização do Brasil, que infelizmente está envolta em muitos mitos. Acho que os portugueses foram tanto bons como ruins para o Brasil. Tanto acertaram como erram. Em relação aos EUA, será que é justo comparar a colonização do Brasil com a americana, afinal são dois povos tão distinto?!

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    2. Tem um canal interessante no Youtube sobre a relação Brasil/Portugal e sobre Portugal. Esse canal faz uma leitura positiva da colonização portuguesa sobre o Brasil. O nome do canal é Zenlife TV.

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  5. Prezado Luís, Salve Maria!
    Gostei muito desse tema dos missionários católicos na China. Um dos grandes missionários católicos dos tempos recentes na China foi o Padre Joseph Freinademetz, um missionário de ascendência alemã. Poderia escrever alguma coisa sobre esse santo missionário?
    Paz e Bem!

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    1. Um pequeno vídeo em inglês sobre São José Freinademetz.
      https://youtu.be/pgeGCXPf3Gg

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    2. Achei um texto sobre São José Freinademetz em português. Se me permitem, gostaria de partilhá-lo.

      Giuseppe (José) Freinademetz nasceu a 15 de abril de 1852, em Oies, um povoado de cinco casas entre os Alpes dolomitas do norte da Itália. Batizado no mesmo dia do nascimento, herdou da família uma fé simples, porém tenaz e uma grande capacidade de trabalho.
      Quando ainda cursava seus estudos teológicos, começou a pensar seriamente nas "missões estrangeiras" como uma possibilidade para a sua vida. Ordenado sacerdote em 25 de julho de 1875, foi destinado à comunidade de São Martino di Badia, bem perto de sua terra natal, onde logo conquistou o coração de seus conterrâneos. Entretanto, a inquietação missionária não o havia abandonado. Apenas dois anos depois de sua ordenação, pôs-se em contacto com padre Arnaldo Janssen, fundador da casa missionária que logo se converteria oficialmente na "Sociedade do Verbo Divino".
      Em 2 de março de 1879 recebeu a cruz missionária e partiu rumo à China, junto com outro missionário verbita, padre João Batista Anzer. Foram anos duros, marcados por viagens longas e difíceis, sujeitas a assaltos de bandoleiros, e por árduo trabalho para formar as primeiras comunidades cristãs. Assim que conseguia formar uma comunidade, chegava a ordem do bispo para deixar tudo e recomeçar em outro lugar.
      Toda sua vida esteve marcada pelo esforço de fazer-se chinês entre os chineses, a ponto de escrever aos seus familiares: "Amo a China e os chineses; entre eles quero morrer, entre eles quero ser sepultado".
      Cada vez que o bispo tinha que viajar fora da China, Freinademetz devia assumir a administração da diocese. No final de 1907, enquanto administrava a diocese pela sexta vez, surgiu uma epidemia de tifo. José, como bom pastor, prestou assistência incansável aos enfermos, até que ele próprio contraiu a doença. Voltou imediatamente a Taikia, sede da diocese, onde morreu em 28 de janeiro de 1908. Ali mesmo o sepultaram, sob a décima segunda estação da Via Sacra do cemitério e a sua tumba logo se transformou em um ponto de referência e peregrinação para os cristãos.
      Freinademetz soube descobrir e amar profundamente a grandeza da cultura do povo ao qual havia sido enviado. Dedicou sua vida a anunciar o Evangelho, mensagem do amor de Deus à humanidade e a encarnar esse amor na comunhão das comunidades cristãs chinesas. Entusiasmou muitos chineses para que fossem missionários de seus compatriotas como catequistas, religiosos, religiosas e sacerdotes. Sua vida inteira foi expressão do que foi seu lema: "O idioma que todos entendem é o amor".
      Fonte:
      http://evangelhoquotidiano.org/main.php?language=PT&module=saintfeast&localdate=20170129&id=11691&fd=0

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