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terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Espionagem chinesa grampeou
mais de 700 milhões de smartphones

Os smarphones enviavam dados sensíveis a uma central em Shangai.
Os smartphones enviavam dados pessoais a uma central em Shangai.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





Mais de 700 milhões de smartphones foram espionados pela China, sobretudo na América Latina, na Ásia e na própria China, alertou o jornal espanhol “El Mundo”.

Por sua vez, o “The New York Times” denunciou que uma empresa de software chinês estava combinada com fabricantes de smartphones para espionar e enviar SMS secretos para a China.

A responsável pelo software espião é a empresa Shanghai Adups Technology, pertencente ao governo chinês e que trabalha de acordo com empresas como ZTE, Huawei e Blu.

O gancho para atrair as vítimas foi oferecer modelos baratos e até bons demais para serem tão em conta: potência e durabilidade difíceis de acreditar.

A empresa norte-americana Kryptowire fez a descoberta em vários modelos da marca Blu, que enviavam dados dos contatos, histórico das chamadas e outras informações para um servidor em Xangai sem que os usuários soubessem.

O sistema operativo de fábrica já trazia a possibilidade de instalar aplicações de forma remota, enganando o proprietário.



Obviamente a empresa Blu declarou que não sabia nada dessas irregularidades.

E respondeu imediatamente ao “The New York Times”, que tinha atualizado o sistema operacional para identificar e eliminar qualquer software de espionagem.

Enquanto o usuário não desconfia o smartphone chinês viola sua segurança
Enquanto o usuário não desconfia o smartphone chinês viola sua segurança
A Blu acrescentou em seu site oficial que havia rompido todas as relações com a empresa do governo Adups e que melhorará a segurança de seus smartphones.

O grampo de centenas de milhões de telefones no Ocidente – e até na própria China – fornece uma impressionante capacidade de ciberataques, ou formas de “guerra híbrida”, para o momento que Pequim considerar oportuno.

E a China vem se mostrando muito agressiva em relação aos EUA nos últimos semestres, inclusive militarmente.

O governo chinês, que foi tão inescrupuloso no caso dos smartphones, não deixará de tentar novas vias para recuperar o “poder de fogo” para sua guerra da informação.

E ninguém disse que os smartphones chineses baratos foram os únicos “escravizados”...


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