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terça-feira, 8 de maio de 2018

China proibe venda da Bíblia

Menina lee Bíblia durante ato religioso.
Agora as Bíblias "não oficiais" estão proibidas
e as crianças não podem entrar nas igrejas
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






Pequim baniu a venda da Bíblia na Internet aplicando as novas regras de repressão da religião ordenada pelo presidente Xi Jinping, entronizado à testa do PC chinês sem limites de tempo, informou o “The New York Times”.

As principais lojas online do país tiraram logo o Livro Sagrado de seus sites. Lojas como Amazon, JD e Taobao preferiram não comentar o caso.

Das grandes religiões espalhadas no país, o cristianismo é a única que não pode oferecer seus textos sagrados em venda.

A Bíblia impressa só pode ser vendida em livrarias religiosas que precisam estar registradas na burocracia comunista e, portanto até os clientes são controlados.

A versão aprovada deverá estar de acordo com os objetivos do socialismo chinês. Isso equivale nos nossos país a só autorizar a Bíblia da Teologia da Libertação.

As lojas digitais abriram uma brecha para os fiéis comprarem a Bíblia Sagrada sem serem controlados pelo Partido. Mas agora a escapatória foi fechada.



Xi Jinping ordenou intensificar o doutrinamento marxista da juventude.
O endurecimento das regras contra o cristianismo é acompanhado pelo esforço de Xi para promover religiões pagãs como o taoísmo e o budismo, além de uma intensificação do ensino do marxismo nos locais de educação.

O governo subsidia a música taoísta ou romarias pagãs. O próprio Xi elogiou de público o budismo, qualificando como uma crença que está de acordo com a cultura e a vida espiritual chinesa.

Essas religiões sem estrutura e “alugadas” pelo marxismo constituem o modelo de crença “achinesada” em que o presidente marxista quer transformar o catolicismo. Para isso precisa do acordo com a Santa Sé.

Tomando essa medida de força, Pequim parece não temer reações negativas nas concomitantes negociações com a diplomacia vaticana, hoje mais sorridente aos ditadores comunistas.

Em entrevista coletiva de imprensa apresentando o veto, um porta-voz governamental afirmou que nunca o Vaticano terá controle da igreja chinesa, recolheu o “New York Times”.

A violência patenteia a força do anticristianismo dentro do PC chinês cujo departamento mais anticristão assumiu o controle da política religiosa.

“Parece que a porção antivaticanista do governo chinês saiu vencedora", disse Yang Fenggang, chefe do Centro de Religiões Chinesas da Universidade de Purdue.

Entre 2014 e 2016, mais de 1.500 Cruzes foram removidas das igrejas só numa província chinesa onde Xi exerce especial influência.

Vender a "versão não aprovada pelo comunismo" da Bíblia pela Internet é delito
Vender a "versão não aprovada pelo comunismo" da Bíblia pela Internet é delito
Mais um relatório oficial publicado na China patenteou o renascimento religioso no país.

O relatório anterior divulgado em 1997 calculava que os seguidores de religiões proibidas chegavam a ser 100 milhões.

O novo relatório duplica esse número.

O catolicismo passou de quatro a seis milhões no período, e os protestantes de dez a trinta e oito milhões.

Mas os especialistas julgam que esses números só representam a metade da realidade. O maior problema se põe com os budistas e taoístas cujos números são inverificáveis, e depois com os protestantes onde o senso de pertencença a uma denominação é volátil e instável.

Segundo o relatório já foram impressos 160 milhões de exemplares da Bíblia, que foram exportadas a mais de 100 países. Uma metade do total foi publicada em alguma das quatro principais línguas chinesas ou em algum dos mais de duzentos dialetos que há no país.


Partido Comunista Chinês proíbe venda de bíblias na internet





O testemunho vitorioso do cristão: trailer oficial de “No auge do inverno” (italiano)




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