O Test behind the Great Firewall of China, confirmou mais uma vez que nosso blog ESTÁ BLOQUEADO NA CHINA. A máquina repressiva impede o acesso em Pequim (confira); em Shangai (confira); e agora em Guangzhou (confira). Hong Kong é a exceção (confira). Enquanto Pequim não cobrar medidas coercitivas dos seus correligionários brasileiros ou da Teologia da Libertação, este blog continuará na linha católica anti-comunista, pelo bem do Brasil. MAIS

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Brinquedo tóxico chinês causa espasmos e coma em crianças


Mais um brinquedo venenoso chinês causou medo e uma onda de recall no Brasil e no mundo. Jacob Esses, 20 meses, de Jacksonville (EUA) engoliu uma bolinha colorida do brinquedo conhecido no País como Bindeez [foto] e comercializado pela Long Jump do Brasil.


Jacob começou a reagir como drogadicto e os pais temeram que fosse morrer. Pelo menos mais duas crianças nos EUA e quatro na Austrália foram hospitalizadas pela mesma razão.

A fábrica chinesa trocava a substância oficialmente usada por outra que é perigosa para a saúde, mas é mais barata. Esta, quando diluída na água, se transforma na droga GHB, conhecida como “ecstasy líquido”, e engolida produz problemas respiratórios, espasmos e coma.

Delação de Yahoo levou dissidente chinês ao cárcere

A macro-empresa de Internet Yahoo pediu desculpas por ter favorecido a prisão de um dissidente pelo regime comunista chinês. A desculpa só aconteceu após muitas acusações de deputados dos EUA à participação de Yahoo na repressão de opositores na China. Jerry Yang, diretor executivo da empresa, entregou à polícia chinesa dados sobre o jornalista opositor Shi Tao tirados do seu endereço de e-mail. Shi foi preso e condenado a dez anos. Nada indica, entretanto, que Yahoo e outras empresas do setor dóceis às exigências da ditadura chinesa, como a Google, tenham mudado de atitude em relação à segurança dos seus usuários.

Pequim proíbe Bíblia nas Olimpíadas

A Bíblia está na lista de objetos proibidos aos esportistas nas Olimpíadas de Pequim neste ano. A lista inclui câmeras de vídeo. O jornalista italiano Francesco Liello do jornal esportivo La Gazzetta dello Sport fez a denúncia. Os comunistas chineses alegam “razões de segurança” para interditar qualquer símbolo religioso nos recintos olímpicos.

Policiais militares treinam en Nanjing
Para fugir das críticas, Pequim embaralhou os termos da proibição. Para isso foi ajudado pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) o qual interpretou o regulamento da competição de modo a justificar os tiranos ateus. No Congresso americano, o deputado Thaddeus McCotter disse se tratar de mais uma jogo da propaganda comunista, lembrando os bispos e sacerdotes católicos fiéis a Roma prisioneiros ou procurados pela polícia.