O Test behind the Great Firewall of China, confirmou mais uma vez que nosso blog ESTÁ BLOQUEADO NA CHINA. A máquina repressiva impede o acesso em Pequim (confira); em Shangai (confira); e agora em Guangzhou (confira). Hong Kong é a exceção (confira). Enquanto Pequim não cobrar medidas coercitivas dos seus correligionários brasileiros ou da Teologia da Libertação, este blog continuará na linha católica anti-comunista, pelo bem do Brasil. MAIS

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Contrafação chinesa atinge carros de marcas de luxo


No Salão Internacional do Automóvel de Frankfurt apareceram flamantes veículos de fabricação chinesa que eram vulgares plágios de modelos alemães Mercedes Benz e BMW além da japonesa Toyota. “Nós não gostamos nem um pouco”, disse o presidente da BMW, Norbert Reithofer. Entre os modelos chineses está o utilitário esportivo CEO, (foto) fabricado pela empresa Shuanghuan que plagia o X5 da BMW, e o UFO, da Zheijang Jonway, “clone” do RAV 4, da Toyota. Acresce à lista, o minicarro chinês “Noble” da Shuanghuan, ausente em Frankfurt, que imita o Smart ForTwo, fabricado pela Mercedes-Benz. Assim a China dá um feroz e ilegal “troco” às empresas que investem nela.

Onda “anti-China” cresce nos EUA


Após os remédios envenenados, rações danosas para animais, produtos de higiene peçonhentos, alimentos estragados, pneus avariados, baterias para celulares explosivas e brinquedos malfeitos e tóxicos para as crianças, chegaram os “berços assassinos” chineses que desmontam prendendo o bebê que morre sufocado (foto). Três deles faleceram assim nos EUA. Por causa disso, as autoridades americanas mandaram recolher 1 milhão desses berços comercializados pela empresa Simplicity for Children. A indignação contra os produtos chineses está tão grande naquele país que nos supermercados proliferam as etiquetas “China Free” (produto sem partes chinesas) (foto).

Maior barragem chinesa beira a catástrofe


A super-barragem chinesa das Três Gargantas (foto) é “um desastre de engenharia” e pode levar a uma “catástrofe” reconheceu a agência de notícias oficial Xinhua. Agentes do Partido Comunista alertaram a população da imensa região do rio Yangtsé da tragédia que paira. O aviso só se explica porque o perigo é imenso e indubitável. Do contrário esses agentes poderiam perder a própria vida. Os morros que rodeiam o lago artificial desabaram em 91 lugares numa extensão de 36 quilômetros, engolindo a população ribeirinha e pescadores. As barreiras geraram ondas de até 50 metros de altura. O governo pretendia que a barragem fosse um símbolo do poderio econômico chinês. De fato, está sendo símbolo, mas com signo negativo.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Mattel obrigada a fazer sua autocrítica como nos tempos da Revolução Cultural

A Mattel, maior fabricante mundial de brinquedos, foi obrigada pelo governo chinês a fazer autocrítica pública e pedir “perdão ao povo” pelos brinquedos tóxicos que distribuiu às dezenas de milhões.

O gesto, reeditou, com variantes suavizadas, as cenas mais deprimentes da Revolução Cultural de Mao Tsé Tung. Nela, capitalistas e proprietários eram obrigados a se acusarem de público das faltas ou crimes que lhes atribuía o regime.

A humilhação naquela época acabava em linchamento moral e até corporal. Desta vez felizmente não correu sangue, mas a Mattel saiu com a imagem pelo chão.

A Mattel, como tantas outras empresas imprudentes, distribui brinquedos feitos na China por empresas locais que utilizavam componentes adulterados, ou desrespeitavam metodicamente os controles de qualidade.

Thomas Debrowski, vice-presidente de Mattel teve que declarar diante de Li Changjiang, chefe da agência estatal de controle de qualidade, que a culpa dos brinquedos tóxicos ou danosos “provinha de um defeito de concepção de Mattel, e não de um problema vindo dos fabricantes chineses”.

Li Changjiang mostrou-se benévolo com o penitente e disse estar satisfeito com seu arrependimento.

O governo chinês está apavorado com a reação no Ocidente face às mais recentes descobertas de remédios, alimentos, produtos de toalete, ração animal, brinquedos e outros, venenosos ou adulterados fabricados na China para consumo sobre tudo externo.

O processo de autocrítica obviamente não descobriu nenhuma culpa nas fábricas chinesas de onde saíram os produtos avariados ou danosos. Algum que outro responsável das fábricas comprometidas, apareceu suicidado e o governo não quer falar mais do caso.