O Test behind the Great Firewall of China, confirmou mais uma vez que nosso blog ESTÁ BLOQUEADO NA CHINA. A máquina repressiva impede o acesso em Pequim (confira); em Shangai (confira); e agora em Guangzhou (confira). Hong Kong é a exceção (confira). Enquanto Pequim não cobrar medidas coercitivas dos seus correligionários brasileiros ou da Teologia da Libertação, este blog continuará na linha católica anti-comunista, pelo bem do Brasil. MAIS
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quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Plataformas chinesas vendem produtos envenenados ao mundo todo

Só a Tailandia capturou mais de 20.000 brinquedos feitos com substancias tóxicas
Só a Tailândia capturou mais de 20.000 brinquedos 
feitos com substancias cancerígenas
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






Governos europeus e asiáticos identificaram produtos tóxicos e ilegais produtos que milhões de pessoas compram nas chinesas Shopee, Temu, Shein e AliExpress.

A Organização Europeia de Consumidores (BEUC) ficou alarmada com testes em produtos da Temu:

brinquedos danosos para crianças, cosméticos com rótulos enganosos, itens ilegais. substâncias que causam distúrbios hormonais, infertilidade e problemas reprodutivos. chumbo nas sandálias e produtos com risco de perfuração intestinal, infecções graves e até morte se ingeridos.

Outra investigação europeia, divulgada por organizações de defesa do consumidor e meios de comunicação belgas, revelou que sete em cada dez produtos analisados em plataformas como TEMU e Shin não cumpriam as normas básicas de segurança.

Entre os itens examinados estavam carregadores USB, brinquedos infantis e acessórios com níveis extremos de metais pesados.

Uma das descobertas mais alarmantes foi um colar com níveis de cádmio até 8.500 vezes superiores ao limite legal. O cádmio é um metal tóxico associado a danos renais, problemas ósseos e risco de câncer com exposição prolongada.

Quanto aos carregadores USB, constatou-se que atingiam temperaturas perigosas e eram fabricados com componentes eletrônicos que representam um potencial risco de incêndio.

China envenena o mundo com produtos inaceitávelmente perigosos
China envenena o mundo com produtos inaceitavelmente perigosos
Consegue imaginar deixar o seu celular carregando durante a noite enquanto dorme e acordar com um incêndio no quarto?

Ou o seu celular explodir nas suas mãos ou no seu rosto, causando queimaduras químicas?

Esses alertas se acumulam a cada dia.

Segundo a Reuters, a Comissão Europeia abriu uma investigação formal contra a TEMU ao abrigo da Lei dos Serviços Digitais, uma das regulamentações mais importantes criadas por Bruxelas para controlar as grandes plataformas online.

E as conclusões preliminares foram devastadoras.

A Comissão Europeia afirmou que existe um elevado risco de encontrar produtos ilegais e inseguros na TEMU.

Para verificar esta situação, as autoridades europeias realizaram compras secretas e detectaram produtos que violavam normas de segurança, incluindo brinquedos, dispositivos eletrônicos e outros.

Brinquedos tóxicos Squishy
Brinquedos tóxicos Squishy
Genaen, Vice-Presidente Executivo da Comissão Europeia para a Soberania Tecnológica e Segurança, declarou que a proteção do consumidor é inegociável e alertou que as plataformas digitais devem assumir uma responsabilidade real pelos produtos vendidos nos seus sistemas.

Se as alegações forem confirmadas, a TEMU poderá enfrentar multas milionárias.

Outro receio que afeta todos os países é o de que o modelo de custo ultrabaixo, ou os baixos preços da China, esteja a avançar mais depressa do que a capacidade dos Estados para controlar o que entra nos mercados.

Porque hoje não estamos a falar de contentores de transporte tradicionais que passam por controlos industriais clássicos.

Estamos falando de milhões de pequenos pacotes individuais que chegam todos os dias diretamente de fábricas chinesas para consumidores individuais, e a América Latina pode ser especialmente vulnerável a esse fenômeno.

A região enfrenta crises econômicas, perda do poder de compra e inflação em muitos países. Nesse contexto, plataformas como a TEMU encontram terreno fértil para rápida expansão, oferecendo produtos a preços praticamente impossíveis de igualar ou competir.

Mas quanto mais barato o produto, mais questionamentos surgem sobre como ele foi fabricado, quais materiais contém e a quais controles foi submetido antes do envio.

Trabalho escravo sustenta preços ultrabaratos
Trabalho escravo sustenta preços ultrabaratos
Além disso, diversos especialistas em comércio internacional alertam que muitas plataformas digitais operam explorando lacunas na regulamentação internacional.

Em vez de vender por meio de importadores locais legalmente responsáveis, elas conectam fabricantes estrangeiros diretamente com consumidores individuais.

Isso reduz custos, acelera as entregas, mas torna extremamente difícil a implementação de controles tradicionais.

O resultado é um novo modelo de comércio global em que os Estados ainda estão tentando entender como regular um fluxo gigantesco de produtos que cruzam fronteiras diariamente.

Mas o problema associado a essas plataformas vai além da segurança do produto.

Um comitê especial da Câmara dos Representantes dos EUA, que investiga o Partido Comunista Chinês, publicou um relatório alertando para o altíssimo risco de que os produtos vendidos nessas plataformas façam parte de cadeias de suprimentos associadas ao trabalho forçado na China.

O relatório argumenta que a plataforma carece de mecanismos robustos para verificar se determinados produtos foram fabricados utilizando trabalho forçado ligado à perseguição de minorias na China.

Isso torna o debate muito mais profundo, pois a discussão não se limita mais a quais produtos chegam às nossas casas, mas também às condições em que foram fabricados.

Um vídeo a respeito foi publicado em Youtube: 

quarta-feira, 18 de maio de 2022

China faz 80% dos produtos falsos

Produto de luxo fake interceptado por alfândega americana
Produto de luxo fake interceptado por alfândega americana
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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Quase 80% das apreensões de produtos falsificados confirmam que a China monopoliza esse mercado ilegal. Muito atrás estão Hong Kong, com 5,7%, Turquia, com 5,6%, e Cingapura, com 3,3%, noticiou 20minutos.es.

É o que registra o novo estudo anual do Gabinete da Propriedade Intelectual da União Europeia (EUIPO) e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) enviado ao presidente americano.

O título é “Uso impróprio do comércio eletrônico para o comércio de produtos contrafeitos”.

Além disso, o relatório revela que o comércio online “está a tornar-se o principal facilitador da distribuição”, desses produtos fraudulentos segundo o EUIPO.

O comércio eletrônico explodiu na pandemia fato que acelerou a introdução de produtos falsificados em toda a Europa.

O valor dos produtos falsificados vendidos online é muito inferior aos são enviados em contêineres em modais rodoviário, ferroviário, aéreo e marítimo.

quarta-feira, 22 de julho de 2020

Capitais chineses caçam barganhas
com estratégia de conquista

Hubertus Troska, conselheiro da Daimler na China, apresenta o novo modelo GLA
Hubertus Troska, conselheiro da Daimler na China, apresenta o novo modelo GLA
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A China foi o ponto de irradiação da pandemia que está deixando dezenas de milhares de vidas truncadas no mundo e desastrosas consequências econômicas para os países que tentam progredir.

A epidemia do coronavírus se mostrou relativamente benigna em relação ao país que a viu nascer – ou provocar.

E com rapidez suspeita o regime comunista chinês se jogou a tirar imensos lucros dos países e dos grupos econômicos não-marxistas severamente atingidos.

Após Pequim comprar em massa as desvalorizadas empresas ocidentais instaladas no continente amarelo, Xi Jinping ordenou partir à caçada de empresas ocidentais em apuros no próprio Ocidente.

terça-feira, 9 de junho de 2015

China tenta comprar a América Latina,
mas atrás dos milhões vem os grilhões

Presidente chinês Xi Jinping com a presidente de Costa Rica Laura Chinchilla
Presidente chinês Xi Jinping cumprimenta
a presidente da Costa Rica Laura Chinchilla
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Desde o ano 2000, a China comunista aumentou mais de 20 vezes seu comércio com a América Latina, calculou o jornal El País, de Madri.

Como se isso fosse pouco para as ambições hegemônicas do socialismo chinês, no discurso de inauguração da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) em Pequim, o presidente Xi Jinping falou de um novo ponto de partida para construir una visão estratégica de longo prazo no relacionamento com o continente latino-americano.

Em função disso, ele anunciou um investimento de 250 bilhões de dólares na região na próxima década. Como se a China não estivesse à beira de um colapso financeiro que poderá arrastar todo o planeta.

Mas ideologia é ideologia, independente do bom senso, e as instruções do fundador do comunismo chinês devem ser executadas, ainda que à custa da vida de 300 milhões de chineses, segundo o próprio Mao Tsé-Tung.

A China comprou importante parte da dívida externa da Costa Rica, onde criou o Instituto Confúcio. Também construiu um estádio de futebol com tecnologia avançada, com o qual o país só podia sonhar.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Dona abre pacote e encontra carta desesperada
pedindo auxílio da China

A carta com o apelo do trabalhador escravo
A carta com o apelo do trabalhador escravo

A dona de casa Stephanie Wilson, 28, uma australiana que vive em West Harlem, Manhattan, New York, estava procurando um recibo numa sacola que recebeu do shopping eletrônico Saks Fifth Avenue quando encontrou uma carta clamando “AUXÍLIO, AUXÍLIO, AUXÍLIO”.

A mensagem estava escrita com tinta azul e parecia ser o brado desesperado de um homem que teria confeccionado a referida sacola numa fábrica-prisão chinesa a 7.000 milhas de distância.

“Nós somos tratados pessimamente e trabalhamos como escravos 13 horas por dia montando estas sacolas numa fábrica-prisão”, explicava a carta, dissimulada no fundo da sacola.

terça-feira, 10 de junho de 2014

França bate recorde de apreensão de
medicamentos falsos vindos da China

Medicamentos falsos apreendidos numa ação anterior em 2009
Medicamentos falsos apreendidos numa ação anterior
A alfândega da França bateu um recorde de apreensão de medicamentos contrafacionados, oriundos da China, evidentemente.

Nada menos que 2,4 milhões de caixas de medicamentos falsos de todos os tipos, desde simples aspirinas, excitantes sexuais até antidiarréticos foram apreendidas no dia 27 de fevereiro no porto de Le Havre, segundo “Le Figaro” de Paris.

Para Stéphane Caritté, da Direção Nacional de Informações e Inquéritos Alfandegários, este órgão começa a desconfiar de certas megaoperações analisando a mercadoria e o destino final declarado.

“Esta mercadoria estava registrada como chá verde e devia ser encaminhada para a Bélgica, segundo tudo indica através de um porto da Europa do Norte”.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Passeata gigante contra o comercio com a China em Taiwan

O girassol foi o símbolo da manifestação contra o imperialismo chinês.

Meio milhão de pessoas, segundo os organizadores, saíram às ruas de Taipé, capital de Taiwan, contra um tratado comercial com a China que ameaçaria a independência do país.

Eles portavam um girassol como sinal de identificação, que logo virou o símbolo do protesto contra o imperialismo chinês.

Os manifestantes também pediram a renúncia de Ma Ying-jeou, presidente de Taiwan, acusando-o de excessiva simpatia e falta de vigor em relação ao vizinho comunista, noticiou “Business Insider”.

A passeata foi uma das maiores das últimas décadas, num país em que elas são frequentes contra o comunismo.