Pesadelo chinês

O Test behind the Great Firewall of China, confirmou mais uma vez que nosso blog ESTÁ BLOQUEADO NA CHINA. A máquina repressiva impede o acesso em Pequim (confira); em Shangai (confira); e agora em Guangzhou (confira). Hong Kong é a exceção (confira). Enquanto Pequim não cobrar medidas coercitivas dos seus correligionários brasileiros ou da Teologia da Libertação, este blog continuará na linha católica anti-comunista, pelo bem do Brasil. MAIS

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Taiwan repudia China e adverte o Papa

Tsai Ing-wen foi reeleita massivamente em 2020 pela sua oposição ao comunismo
Tsai Ing-wen foi reeleita massivamente em 2020 pela sua oposição ao comunismo
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






Na República da China ou Taiwan, conhecida também por velhas denominações como Formosa ou China nacionalista, a presidente Tsai Ing-wen renovou o seu mandato com uma vitória comparada a um terremoto pelos comentaristas, noticiou o jornal chinês “The Epoch Times”, publicado em Nova York em 21 idiomas.

Ela derrotou Han Kuo-yu do partido Kuomingtang (KMT) que postulava relações mais amistosas com Pequim.

O veredito das urnas foi uma clara mensagem à ditadura marxista de Pequim, que não poupou esforços para intimidar o eleitorado taiwanês a fim de fazê-lo votar em sentido contrário, disseram especialistas.

Não restaram dúvidas de que o resultado democrático implicou “repúdio à China comunista”, e das tentativas de reunificação a ela, comentou June Teufel Dreyer, professor de ciências políticas da Universidade de Miami e membro do Foreign Policy Research Institute.

Tsai recebeu o recorde de 8,17 milhões de votos, equivalente a 57% do eleitorado.

Seu partido, o Democrata Progressista (DPP) ganhou 61 das 113 cadeiras no Legislativo.

Ela apoia o movimento pela democracia em Hong Kong, e foi muito contraditada pela diplomacia e pela guerra psicológica de Pequim.

Povo comemorou vitória que afasta as ameaças marxistas.
Povo comemorou vitória que afasta as ameaças marxistas.
Taiwan é independente em todos os sentidos da palavra, mas o comunismo a considera parte de seu território e quer anexá-lo num regime semelhante ao que vigora em Hong Kong, ou seja, “um país, dois sistemas”.

Para Derek Mitchell, ex-embaixador americano em Burma, a eleição foi “um referendo sobre a China” em que triunfou a “maioria silenciosa”.

O regime da China comunista não deve ter tido surpresas com o resultado, mas sim com o tamanho da margem de vitória, observou Bonnie Glaser, diretor do China Power do Center for Strategic and International Studies, sediado em Washington.

Sublinhou, contudo, que Taiwan não pode se dar por satisfeita, pois os poderes autoritários que o ameaçaram não cessarão de fazê-lo.

Com efeito, a presidente reeleita mostrou-se preocupada pelas tendências pro-comunistas que dominam a diplomacia vaticana no Oriente.

Tsai Ing-wen após a reeleição recebe congratulações do corpo diplomático.
Tsai Ing-wen após a reeleição recebe congratulações do corpo diplomático.
E enquanto chefe de uma nação vulnerável, um de seus primeiros atos foi o de advertir o Papa Francisco sobre a dificuldade de “dialogar” com um tirano, escreveu Life Site

Tsai Ing-wen, escreveu uma carta aberta ao pontífice em resposta à mensagem papal pelo Dia Mundial da Paz 2020.

Nela, o Papa havia renovado idílicos apelos a uma “genuína fraternidade baseada na nossa proveniência comum de Deus”. A presidente de Taiwan mostrou que por vezes semelhante fraternidade é “impraticável”.

“Muitos conflitos internacionais de hoje podem ser atribuídos ao desejo de dominar aos outros”, explicou Tsai em alusão ao expansionismo comunista chinês com o qual o pontífice parece se dar muito bem.

“Quando um lado tenta impor sua vontade por cima do outro, o diálogo se torna impossível”, lembrou ao Papa de Roma que não lembra essas obviedades tratando com os ditadores de Moscou, Pequim, Havana ou Caracas, nem na hora de receber a Lula, Kirchner ou Fernández.

“Nós sempre temos concordado com os ideais de paz de Vossa Santidade, e esperamos resolver pacificamente as diferenças que há dos dois lados do Estreito de Taiwan”, escreveu Tsai.

Política de aproximação do Papa Francisco aos ditadores marxistas de Pequim foi reprovada pelos chineses livres
Política de aproximação do Papa Francisco aos ditadores marxistas de Pequim
foi reprovada pelos chineses livres
Tsai Ing-wen escreveu carta-aberta ao pontífice em resposta à mensagem papal pelo Dia Mundial da Paz 2020.

Nela, o Papa havia renovado idílicos apelos a uma “genuína fraternidade baseada na nossa proveniência comum de Deus”.

A presidente mostrou que, por vezes, tal fraternidade é “impraticável”.

“Muitos conflitos internacionais de hoje podem ser atribuídos ao desejo de dominar os outros”, explicou Tsai em alusão ao expansionismo comunista chinês com o qual o pontífice parece se dar muito bem.

“Quando um lado tenta impor sua vontade por cima do outro, o diálogo se torna impossível”, lembrou ao Papa de Roma que parece não se lembrar dessas obviedades ao tratar com os ditadores de Moscou, Pequim, Havana ou Caracas, nem na hora de receber Lula, Kirchner ou Fernández.

“Nós sempre temos concordado com os ideais de paz de Vossa Santidade, e esperamos resolver pacificamente as diferenças que há dos dois lados do Estreito de Taiwan”, escreveu Tsai.

“O ponto crucial é que a China continental se recusa a amainar sua ânsia de dominar Taiwan.

“Continua sabotando a democracia, a liberdade e os direitos humanos, apelando à ameaça de força militar e implementando campanhas e manobras diplomáticas de desinformação e ciber ataque”.

O Vaticano é um dos poucos estados que reconhecem a independência de Taiwan.

Mas sua diplomacia de aproximação com os regimes comunistas, ou Ostpolitik, o tem levado a assumir uma conduta desigual e injusta em relação à China livre.

A presidente reeleita de Taiwan também apontou como Pequim viola o espírito da carta do Santo Padre, conduzindo manobras militares que causam inquietação na região.

A perseguição dos católicos se diz amparada em acordo secreto com o Vaticano
A perseguição dos católicos se diz amparada em acordo secreto com o Vaticano
Mas Taiwan cumprirá as suas obrigações internacionais ao resistir às provocações e condutas baixas a fim de manter a paz no Estreito que separa as duas Chinas, prometeu Tsai.

Pequim também está promovendo a violência policial em Hong Kong contra o povo que pede democracia e direitos humanos, liberdade de expressão, liberdade religiosa etc., lembrou a presidente ao Papa.

O que Pequim faz “só serve para atear o conflito”, acrescentou.

Tsai concluiu desejando um continuado crescimento da Igreja Católica.

David Mulroney, ex-embaixador canadense na China qualificou como “muito oportuna” a carta ao Papa Francisco.

“Em termos católicos, a presidente Tsai está pedindo muito educadamente ao Santo Padre que leia os signos dos tempos e que enxergue a China comunista como ela é, e não como ele desejaria que fosse”.

Mons. Lucas Li Jingfeng, bispo de Fengxiang (Shaanxi) recusou pactos com o comunismo e passou 21 anos preso morrendo com fama de santidade.
Mons. Lucas Li Jingfeng, bispo de Fengxiang (Shaanxi)
recusou pactos com o comunismo e passou 21 anos preso
morrendo com fama de santidade.
Por sua vez, o “Catholic Herald” destacou na carta da presidente taiwanesa a agressão e a perseguição da religião que faz Pequim.

Essas são os verdadeiros “obstáculos à paz”, pois o regime comunista pratica metódicos “abusos de poder.”

As palavras de Tsai foram as mesmas da mensagem de paz do Papa, mas divergiam diplomaticamente em 180º sobre o fautor das violações, ameaças e crimes mencionados.

O autoritário líder comunista Xi Jinping havia ameaçado Taiwan antes das eleições, dizendo que o Partido Comunista Chinês se reservava o direito de usar a força para submetê-la a seu controle.

Tal ameaça foi evocada por Tsai quando lembrou ao Papa da ameaça internacional daqueles que não renunciam a dominar os outros.

Desde 2018, o Vaticano e Pequim se pautam por um acordo secreto que, na prática, só redundou numa multiplicação das hostilidades marxistas contra o clero e os fiéis da Igreja Católica no continente.


quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Coronavírus e despotismo do regime chinês

Surto foi abafado policialescamente para não desagradar ao ditador marxista
Surto foi abafado policialescamente
para não desagradar ao ditador marxista
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A recente epidemia de coronavírus originada na China patenteou os perigos que o socialismo chinês conduzido por Xi Jinping vem trazendo para os sofridos chineses e para o mundo.

Se a epidemia trouxe por acaso alguma vantagem foi a de abrir os olhos de muita mídia macrocapitalista que há décadas enfia a cabeça na areia para as aberrações do regime ditatorial comunista chinês.

Foi o caso entre outros, de Nicholas Kristof, jornalista destacado do “The New York Times” jornal cheio de cumplicidades com o sistema pequinês.

Kristof escreveu “O coronavírus se propaga e o mundo paga pela ditadura da China” e embora não concordemos com seu esquerdismo não podemos não reconhecer que essa constatação mostra inteligência e perspicácia.

Kristof destaca que até o presidente Donald Trump colocado nas antípodas tratou o presidente chinês Xi Jinping de “líder brilhante”. Nisso fez coro com o magnata da imprensa e três vezes prefeito de Nova York Michael Bloomberg que diz que Xi “não é um ditador” e com alguns mandatários latino-americanos.

Mas, o fato é que o planeta inteiro está sofrendo pelas arbitrariedades e imprudências do regime socialista que comanda esse deveras ditador.

A primeira manifestação da epidemia do coronavírus em Wuhan foi em 1º de dezembro (2019) dando tempo aos responsáveis para debelá-la com os recursos comuns da medicina.

Mas esses servis funcionários reagiram não contra o vírus, mas contra aqueles que denunciavam a ameaça à saúde pública.

Um médico que falou do vírus pela Internet foi "disciplinado" pelo Partido Comunista. A polícia forneceu “educação” e “críticas” a oito médicos de primeira linha por espalhar “rumores” sobre a epidemia (coitados!).

Olhar para outro lado para melhor servir e bajular o regime
Olhar para outro lado para melhor servir e bajular o regime
Em vez de castigar esses médicos, Xi deveria tê-los ouvido, disse Kristof com todo propósito.

A China informou à Organização Mundial da Saúde sobre o vírus em 31 de dezembro. Mas, manteve na ignorância a seus próprios cidadãos ainda quando outros países alertavam para o aumento do número dos infectados.

Estava proibido falar da epidemia que se espalhava. Quem o fizesse pela Internet tinha as mensagens cortadas.

Os internautas recorriam a alusões como a do “vírus patriótico” brincando com um tranquilizador anúncio oficial que defendeu que a bactéria só atacava os estrangeiros.

Quando os prontos socorros enchiam de doentes, o prefeito de Wuhan, epicentro da epidemia, dizia que não estava autorizado a falar até fim do mês.

Enquanto isso milhões de pessoas entravam e saiam de Wuhan levando em potência o vírus que se incubava em não poucos.

Quando o governo pôs a cidade em quarentena, já cinco milhões de pessoas tinham desertado a cidade, reconheceu o prefeito.

O governo escondeu a epidemia quando a prevenção poderia ter interceptado o surto ou, pelo menos, diminuir sua perigosidade.

Por isso, os hospitais não puderam encomendar recursos em tempo e no número previsível e faltaram materiais essenciais para combate-la. O diretor do principal hospital de Wuhan morreu vítima do vírus não combatido a tempo.

O povo e até médicos fabricaram máscaras protetoras com garrafas plásticas.

A China socialista destruiu as instituições que nos regimes livres exercem eficaz tarefa em auxílio da população: jornalismo sério, redes sociais, organizações privadas, associações de advogados, etc.

Esses haviam sido vagamente tolerados antes de Xi, mas no momento crítico estavam silenciados. Os últimos que ficavam livres foram reprimidos para não falarem da onda virótica que tomava conta da população.

A liberdade foi surpresa, e Xi só quis desinformar sobre uma doença que poderia prejudicar sua imagem de novo semideus.

O mesmo fez com a peste suína africana (ASF, na sigla em inglês) que que não tendo cura nem tratamento (cfr. EMBRAPA) reduziu em por volta da metade o rebanho nacional de 400 milhões de cabeças aproximadamente.

É a fonte mais procurada de carne pelos chineses e já matou a quarta parte dos porcos do mundo.

O ditador reprime as vozes independentes, só quer ouvir bajulações pessoais e expressões de otimismo com suas políticas, por parte dos cortesãos que o rodeiam, cúmplices na mesma seita marxista.

Wuhan desertificada pelos habitantes
Wuhan desertificada pelos habitantes
Xi ateou fogo na crise de Hong Kong, tentou impedir a reeleição da presidenta de Taiwan e piorou o relacionamento com os EUA e muitos países vizinhos.

Agora o coronavírus ameaça se espalhar nos campos de trabalhos forçados onde há perto de um milhão de escravos em péssimas condições sanitárias.

A economia chinesa ficou debilitada e o coronavírus veio a complica-la ainda mais restringindo a produção e o tráfego comercial.

Mas Xi não faz o que promete e a ira surge nas redes sociais chinesas malgrado o reforçado esforço da censura ideológica.

Resposta de Xi: ira contra as redes sociais!

Xi, conclui Kristof, é um ditador envaidecido, ecom mais esta epidemia o mundo todo está pagando a conta de um de seus devaneios megalomânicos.

Preço que, acrescentamos nós, não é tão baixo assim. Maravilhas do socialismo igualitário!



quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Epidemia desenvolvida na sujeira socialista
mostra pés de barro da China

Socialismo e paganismo  conviviam na sujeira onde se gestou a epidemia. Na foto ratos (muito procurados), caldo de morcego e aspecto do mercado de Wuhan
Socialismo e paganismo  conviviam na sujeira onde se gestou a epidemia.
Na foto ratos (muito procurados), caldo de morcego e aspecto do mercado de Wuhan
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O país que a grande imprensa apresenta como a primeira potência mundial num futuro próximo, senão já no presente, deixa transparecer por vezes sua calamitosa desordem interna.

Aparece então a China real e não o “tigre de papel” que espalha o macrocapitalismo publicitário.

Após uma epidemia que ceifou mais de um terço de seu rebanho suíno – o mais importante do país – e desequilibrou o mercado da carne mundial, a China aparece devastada por um vírus que não controla, que nem conhece direito e que ameaça massivamente sua população.

Ameaçaria à própria humanidade, se dermos crédito ao noticiário não raramente viciado pelo alarmismo e a organismos internacionais como a Organização Mundial da Saúde – OMS.

A China comunista se mostra então como o que é: um gigante com os pés de barro. Mas um gigante oriental com mil pés todos canhestros e corroídos por gangrenas diversas.

Falamos da eclosão da epidemia de coronavírus aparecida no infecto e nauseabundo mercado central de Wuhan, concentração populacional de 11 milhões de almas, cinco dos quais já teriam fugido perseguidos pelo pavor da ameaça. As fotos mostram uma cidade grande, moderna e deserta.

Wuhan deserta, foto de drone. 4 milhões teriam fugido
Wuhan deserta, foto de drone. 4 milhões teriam fugido
O coronavírus é um grupo de vírus comuns conhecido desde os anos 1960. É causa comum de infecções respiratórias brandas a moderadas de curta duração e mais o menos todo o mundo alguma vez foi atacado.

Inclui o vírus causador da forma de pneumonia atípica grave conhecida por SARS (“Severe Acute Respiratory Syndrome”) também espalhado no mundo a partir da China em 2002. Cfr. Wikipedia, verbete Coronavírus. E o site do Ministério da Saúde, página Sobre Coronavírus. O gerador do pânico atual está classificado como coronavírus 2019-nCoV.

Por sua vez, o governo chinês procura dissimular sua ignorância falando de um “misterioso vírus que causa problemas respiratórios”.

A China se mostra apavorada porque não sabe como lidar com ele, após fechar os olhos para sua existência e assim permitindo que se espalhasse em larga escala. Teria recorrido ao auxílio russo para tentar identifica-lo e gerar o antibiótico correto.

O prefeito de Wuhan, Zhou Xianwan, patenteou a culpa da administração socialista reconhecendo em entrevista à televisão estatal chinesa CCTV, que omitiu informações sobre a disseminação do coronavírus, informou “Notisul”.

Ele poderia sofrer represálias políticas se tivesse falado de que algo não corria de acordo com o plano quinquenal fixado pelo Partido Comunista, e se desinteressou pela saúde da população.

Depois ficou patente demais e ele colocou seu cargo à disposição. O secretário do Partido Comunista na cidade, Ma Guoqiang, também se disse disposto a renunciar.

As medidas de urgência chegaram tarde após o socialismo silenciar o inicio da epidemia
As medidas de urgência chegaram tarde após o socialismo silenciar o inicio da epidemia

“Nossos nomes viverão na infâmia, mas o camarada Ma Guoqiang e eu assumiremos qualquer responsabilidade”, disse Zhou.

Wuhan é o epicentro do surto que já infectou mais de 60.000 pessoas em 28 países (quase totalidade dos casos na China continental), matou mais de 1300 (quase todos na China continental). Um mapa da prestigiosa Universidade Johns Hopkins atualiza constantemente as estatísticas.

O medo da epidemia gerou também as mais drásticas e alarmantes reações, como cesse de funcionamento de fábricas, bloqueio dos transportes de massa, etc. Algumas delas poderiam ser meras explorações para justificar benefícios comerciais ou conter despesas.

A epidemia chegou a crescer a um ritmo de 40% a 50% diários mas se reduzindo sensivelmente no momento, com tendências estacionárias. Só uma mudança na contabilidade estatística inchou os números por fatores matemáticos.

Ma Xiaowei, diretor da Comissão Nacional de Saúde da China, disse que a velocidade de contágio pode aumentar devido a que a incubação da doença é imperceptível e requer apenas entre 1 e 14 dias para eclodir.

O governo fez propagandísticos anúncios da construção de pelo menos dois hospitais de emergência em tempo recorde, com mais de 2.000 leitos. Assim encobre a inépcia de fundo ideológico.

O coronavírus passou a ser um indicador da inumanidade do sistema socialista.

Por ocasião do surto anterior do SARS as autoridades socialistas juraram que nunca se repetiria um caso análogo. Quando a notícia da expansão do coronavírus começou a correr de boca em boca, o governo ameaçou àqueles que espalhavam “rumores” e semeavam o alarmismo, noticiou “The New York Times”.

Os censores da internet tiveram muito trabalho cortando as mensagens até que a doença não podia ser mais ocultada.

Regime  socialista silenciou o surto e agora o país ficou sem rumo. Crianças aguardam poder pegar em trem em Pequim.
Regime socialista silenciou o surto e agora o país ficou sem rumo.
Crianças aguardam poder pegar em trem em Pequim.
Quando em 8 de dezembro a doença começou se generalizar, as autoridades de Wuhan insistiram que era controlável e tratável. A polícia continuava prendendo a quem falava dela.

O especialista em doenças respiratórias Wang Guangfa foi chamado pelo governo a garantir na Televisão Central da China que a “pneumonia de Wuhan” estava “sob controle” e era “benigna”.

O governo local ofereceu um banquete para mais de 40.000 famílias e distribuiu 200.000 tíquetes gratuitos para as festividades do Novo Ano Lunar muito comemoradas pelos chineses. Agora as grandes reuniões públicas estão proibidas inclusive as viagens pelo Ano Novo chinês, mas é tarde.

Para não serem punidos pelo governo, os internautas inventavam alusões à doença, por vezes irônicas, como a do “vírus patriótico” que só atacaria aos estrangeiros. Cfr. The New York Times International Weekly.

Um grupo de jornalistas de Hong Kong que tentaram ver os pacientes no hospital de Wuhan foram segurados pela polícia e tiveram que apagar seus registros.

A única fonte local de informação é a oficial e a polícia se assanha contra as redes sociais que transmitem algo. Todas pertencem ao governo pois as não-chinesas foram fechadas.

Antes de serem cortadas pela censura circularam nas redes sociais fotos nauseabundas do mercado que aliás já foi fechado tal é a certeza de que esse local foi o foco da epidemia.

Sem controle sanitário algum vendiam peixes, serpentes, morcegos, ratos e carnes de até 112 espécies animais que incluíam raposas e cachorros que eram sacrificados na hora da venda e seu sangue e restos ficavam pelo chão.

Segundo o “Clarín” de Buenos Aires, o mercado era um compêndio de todas as formas de sujeira com o chão cheio de lixo, as paredes salpicadas com sangue dos animais e jaulas onde conviviam sem critério espécies vendidas ou cozinhadas no local.

Os peixes ficavam sobre água podre e os quadrúpedes descansavam sobre lixo.

Na maior conaturalidade vendia-se para consumo humano serpentes, cachorros e morcegos
Na maior co-naturalidade vendia-se para consumo humano serpentes, cachorros e morcegos
A censura socialista suprimiu as imagens da rede social oficial Weibo que ocupou o lugar do Facebook, especialmente os vídeos que mostravam as péssimas condições sanitárias.

Antigas superstições do decadente paganismo chinês foram agravadas pelo igualitarismo socialista que estimulou o povo a se alimentar com seres vivos que não se destinam ao consumo humano.

Após acordo secreto com o Vaticano em 2018, a ditadura comunista de Xi Jinping intensificou assustadoramente a perseguição contra o cristianismo, e todas as religiões em geral. A acelerou o retorno aos "costumes chineses", ou achinesar” o país.

Um dos resultados está aí: a superstição e maus costumes pagãos acentuados pelo igualitarismo marxista!

Se só existe a matéria, que diferença há em comer qualquer coisa? A repugnância instintiva é coisa de burguês capitalista! dirá o bom marxista.

E se dúvida houver é só ver os insetos ou dejetos que o “moderno” ecologismo, a ONU ou o progressismo comuno-tribalista pregam como alimento para “salvar o planeta” ou torna-lo “sustentável”.






quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Da Grande Muralha de pedra
à “Grande Muralha da Censura”

A censura e a espionagem da Internet dividem o mundo chinês em dois
A censura e a espionagem da Internet dividem o mundo chinês em dois
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O escritor Murong Xuecun, que morou em Lhasa, capital do Tibete, estava conversando com um amigo chinês, que lhe perguntou: “Você sabia que os tibetanos estão ateando fogo em si mesmos?”

E contou-lhe então detalhes horríveis – o escritor nunca ouvira falar de atos de auto-imolação –, acrescentando:

“Todo mundo para lá da muralha sabe disso. Um escritor que se preocupa com a China, mas que não passa por cima da muralha, sofre de deficiência moral. Você não deveria deixar uma muralha decidir o que você sabe.”

O escritor entendeu. “Para lá da muralha” significava a tristemente famosa Grande Muralha Digital da China, um esquema montado pela ditadura por volta de 1998 para rastrear e bloquear conteúdos da internet.

Passados 17 anos, esse firewall ideológico divide em dois o mundo chinês.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Tiram Nossa Senhora e põem fotos de comunistas nas igrejas

Retrato de Xi Jinping no centro da igreja entre slogans de propaganda
Retrato de Xi Jinping no centro da igreja entre slogans de propaganda.
Foto de Bitter Winter proveniente da clandestinidade.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A igreja católica da cidade de Ji'na que tem status de província, era tida como “A fonte verdadeira e original do Universo”, evocando o nome que o imperador Kangxi (1654-1722) mandou inscrever numa placa em igreja católica em Pequim em 1711, noticiou Bitter Winter.

Porém, no final de setembro, as autoridades marxistas ordenaram cobrir a placa com o nome da igreja pondo as palavras “Siga o Partido, obedeça ao Partido e seja grato ao Partido” e levantar a bandeira comunista na entrada.

O quadro da Virgem Maria com o Menino Jesus na nave central foi relegado a um canto escuro da igreja e substituído por um retrato do presidente Xi Jinping, cercado de slogans de propaganda.

Alguns dias depois, os policiais sequestraram as chaves da igreja e trancaram portas e janelas perdendo os católicos o templo para rezar.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

Hong Kong não teve paz
nem para comemorar o novo ano

Liberdade para Hong Kong: os outrora ricos fogos de fim de ano foram toldados por um patético clamor pelo fim da ameaça comunista
Liberdade para Hong Kong: os outrora ricos fogos de fim de ano foram toldados
por um patético clamor pelo fim da ameaça comunista
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O Consulado Geral da Espanha em Hong Kong alertou os estudantes no território para a possibilidade “de adiantar o retorno” ao país, informou o quotidiano de Madri “El Mundo”.

Segundo o jornal, Hong Kong arde com a repressão antidemocrática teleguiada desde Pequim, estando ao “borde do colapso total”. O clima de tensão marcou a passagem do ano.

A ditadura marxista continental acharia que a ocasião é ideal para intervir com mão forte e já teria enviado tropas para isso.

As manifestações acirraram quando um policial matou um jovem com um tiro no abdômen, outro agente atropelou vários estudantes e um cidadão queimou após ser pulverizado com um líquido inflamável e incendiado.

No campus da Universidade Politécnica houve barricadas, coquetéis molotovs, gás lacrimogêneo, tanques de água.

Parte da rede de metrô foi cortada e as aulas em universidades foram suspensas. As sequências de violência voltam de modo permanente.

Pequim ameaçou insinceramente: “Hong Kong está caindo no abismo do terrorismo e é necessária uma repressão mais severa para acabar com os tumultos e restaurar o meio ambiente”.

Hong Kong não teve paz nem para comemorar o início do novo ano
Hong Kong não teve paz nem para comemorar o início do novo ano
O South China Morning Post, principal jornal da cidade, avançou, que uma “unidade policial de elite composta por 80 agentes de choque especializados no controle de revoltas nas prisões chinesas” estava a caminho para entrar em ação na cidade.

Muitos analistas acham que isso não irá parar os manifestantes e que, pelo contrário, a violência e os confrontos corpo a corpo aumentarão.

A polícia dispara bolas de borracha e gases contra os estudantes, mas esses respondem com tijolos, molotovs, e até flechas.

A polícia alega que as respostas atingiram um “nível mortal”, uma “séria ameaça para os policiais e todos os presentes no local”, e justifica multiplicar o uso da força armada.

A chefe do executivo de Hong Kong, Carrie Lam, também falou em acentuar a repressão. “Não vamos parar de procurar maneiras de acabar com a violência, essa é a nossa prioridade”: todo o mundo entendeu que vem pior.

O Departamento de Estado dos EUA está alarmado. “Estamos observando a situação em Hong Kong com grande preocupação”, disse a porta-voz Morgan Ortagus.

E continuou: “Instamos Pequim a honrar os compromissos com a Grã-Bretanha”, referindo-se ao acordo assinado em 1984 que garantiu a Hong Kong um alto grau de autonomia durante 50 anos após a entrega ao gigante asiático em 1997.

2020 começou em Kong Kong com mais gás lacrimogênio e violência nas ruas.
2020 começou em Kong Kong com mais gás lacrimogênio e violência nas ruas.
A União Europeia pediu “uma investigação aprofundada sobre a violência, o uso da força e as causas dos protestos”, disse o porta-voz da UE para assuntos externos e política de segurança.

Pequim, que sistematicamente viola os acordos e faz o contrário do que anuncia, reafirmou logo seu compromisso na principal prioridade de parar a violência e restaurar a ordem.

Mas, logo a seguir, atacou os países ocidentais por “interferir nos assuntos de Hong Kong”, por meio do pelo porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Geng Shuang, apontando diretamente para os EUA e a Grã-Bretanha. “Alguns políticos americanos e britânicos apoiam criminosos violentos”, disse.

A ONG Anistia Internacional malgrado suas simpatias pelas esquerdas em geral, achou que tinha que denunciar “policiais fora de controle com uma mentalidade revanchista”.


quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Comovedora fidelidade a Cristo enquanto o Vaticano adora ídolos

A polícia fechou a igreja, mas os fiéis rezam do lado de fora
A polícia fechou a igreja, mas os fiéis rezam do lado de fora
Luis Dufaur
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É de verter lágrimas de dor e admiração ver o que estão fazendo os católicos sob a perseguição comunista na China.

Porque eles não entregam os pontos e recorrem a toda espécie de artifícios para burlar a perseguição com risco até de vida por fidelidade a Jesus Cristo, a Nossa Senhora e à Santa Igreja Católica.

O Partido Comunista Chinês reforçou as despóticas leis socialistas e ateias e vem demolindo, ocupando e profanando as igrejas, sem fazer distinção como viemos comentando.

Os fiéis estão ficando sem ter onde ir para rezar, receber os sacramentos e ouvir o Evangelho. A polícia está espionando com muita tecnologia e sanha anticristã.

O site Bitter Winter forneceu um apanhado dos engenhosos e heroicos recursos excogitados pelos cristãos para perseverar com os atos de culto a Deus e aos santos.

Em agosto de 2018 foi fechada a igreja católica de Changchun, província de Jilin, mas os paroquianos continuam a assistir missa. Onde? Num cemitério!

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Ouvirá o Papa Francisco o clamor de seus filhos católicos de Hong Kong?

Voando ao Japão o Papa Francisco enviou saudações ao ditador comunista de Pequim e à governadora filo-comunista de Hong Kong Carrie Lam. Ignorou o sofrimento do povo dessa cidade. O povo que logo depois recusou a marcha anti-democrática em eleições com dimensões de referendo. Cfr: South China Morning Post
Voando ao Japão o Papa Francisco enviou saudações ao ditador comunista de Pequim
e à governadora filo-comunista de Hong Kong Carrie Lam.
Ignorou o sofrimento do povo dessa cidade. O povo que logo depois recusou
a marcha anti-democrática de Carrie Lam em eleições com dimensões de referendo.
Cfr: South China Morning Post
Luis Dufaur
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Um abaixo-assinado foi reunido pelos sofridos universitários católicos de Hong Kong, informou a conceituada agência católica oriental UCA News.

Ele implora ao Papa Francisco sua intercessão para impor a paz sobre a violência desencadeada pela polícia e forças militares da cidade e do governo marxista de Pequim contra os jovens das universidades que pedem democracia.

A folha com o abaixo-assinado passava de mão em mão enquanto voavam as balas de borracha que tiraram os olhos de muitos jovens e muitos signatários choravam sob efeito das granadas de gás lacrimogênio.

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Pequim agarrota católicos
para que não imitem protestos de Hong Kong

Policial dispara a queima-roupa contra estudante desarmado
Policial dispara a queima-roupa contra estudante desarmado em Hong Kong
Luis Dufaur
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Muitos cristãos saíram às ruas em Hong Kong para apoiar o movimento democrático.

Então, o Partido Comunista Chinês (PCCh) passou a controlar de perto as visitas de e para essa cidade, informou “Bitter Winter”.

Em 11 de agosto, cerca de 30 funcionários do Escritório de Assuntos Étnicos e Religiosos oficiais do governo invadiram uma igreja na prefeitura de Dali, na província de Yunnan, regida por missionários de Hong Kong.

Todos os presentes foram todos identificados e seus números de celular anotados. Todas as cópias da Bíblia e hinários foram confiscados.

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

China contrafaciona primeiro avião comercial médio

Para compensar o atraso do Comac C919 o Ministério de Segurança da China roubou tecnologia e subornou funcionários ocidentais informou CrowdStrike, empresa de cibersegurança.
Para compensar o atraso do Comac C919 o Ministério de Segurança da China
roubou tecnologia e subornou funcionários ocidentais

informou CrowdStrike, empresa de cibersegurança.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A China voltou a apresentar sua primeira aeronave comercial de passageiros de médio alcance (voos regionais), noticiou “Clarín”.

Pequim diz ser a primeira projetada e fabricada inteiramente no país, embora as informações deixem transparecer outras realidades.

Trata-se do Comac C919, que passará por uma nova e intensa fase de voos de teste antes de sua certificação oficial para sair e disputar o mercado com o Boeing 737 e o Airbus A320 nas suas várias versões.

A Commercial Aircraft Corporation da China (COMAC) executará os testes de seis protótipos do veículo bimotor no restante de 2019, conforme informa o Asia Times.

O C919 foi apresentado num hangar em 2015, e o primer voo sem incidentes foi comemorado euforicamente em 2017. O locutor Yang Chengxi perdeu a voz berrando emocionado: “Hoje é o dia! Fomos testemunha de uma decolagem bem-sucedida!”.

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Marketing do Partido Comunista irrita o povo

Na entrada de um bairro residencial um cartaz diz:
«Segue sempre o Partido». Foto Bitter Winter.
Luis Dufaur
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Em todas as ruas das cidades e aldeias da China foram afixados faixas e pôsteres de todos os tamanhos e formas que glorificam o Partido Comunista. A principal mensagem é “ame o Partido, siga o Partido”.

Desde o início do ano (2019), várias administrações municipais na província de Henan, ordenam que empresas, áreas residenciais, escolas, postos de gasolina, templos e outros locais públicos exibam sinais com o slogan “Obedeça ao partido, siga o partido”.

Essa política não pode ser questionada e quem desobedece é punido.

Porém, a demonstração obrigatória de amor ao regime e a rápida multiplicação desses cartéis causaram grande ressentimento entre o povo, descreveu Bitter Winter.

Um morador de Huiguo, condado de Gongyi, inventou uma música que zomba do sistema totalitário do Partido Comunista.

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Denunciar parentes ou amigos com fé para não ser punido

A bandeira comunista deve ondear diante da igreja de Huangtugang, Hebei, que ainda resiste como 'subterrânea'
A bandeira comunista deve ondear diante da igreja de Huangtugang, Hebei,
que ainda resiste como 'subterrânea'

Luis Dufaur
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O Departamento de Segurança Pública de Henan criou em 2019 um diretório para incentivar os agentes policiais a prender os crentes.

É intitulado “Sistemas de prêmios e punições por trabalhos importantes na luta contra o xie jiao (‘seita maligna’)”.

Os membros dos grupos qualificados xie jiao (‘seita maligna’) podem ir à prisão pelo o artigo 300 do Código Penal Chinês, informou “Bitter Winter”.

Por cada um que prendam, os agentes receberão um bônus proporcionado ao crime que possam imputar ao crente: 5 mil renminbi (cerca de 730 dólares) por um crime comum; 3 mil renminbi (cerca de 430 dólares) para crimes administrativos; 2 mil renminbi (cerca de US $ 290) por cada 10 mil renminbi (cerca de US $ 1.460) confiscados a uma igreja. [O renminbi é o nome oficial da moeda chinesa, chamada de ‘yuan’ no mercado financeiro]

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Citações comunistas de Xi Jinping
em lugar dos Dez Mandamentos

Quadros com o Decálogo substituídos com frases do déspota socialista Xi Jinping
Quadros com o Decálogo substituídos com frases do déspota socialista Xi Jinping.
Foto:Bitter Winter .
Luis Dufaur
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Os Dez Mandamentos que são a base da moralidade cristã e constituem a referência essencial dos crentes em todo o mundo, como observou Bitter Winter, na China marxista, estão sendo eliminados dos locais de culto porque representam uma desgraça aos olhos do déspota do país.

Nem mesmo as “igrejas” que se deixaram controlar pelo governo na província central de Henan, escaparam à imposição tirânica de substituir os Dez Mandamentos por citações do presidente Xi Jinping.

Na metade de 2019, o Departamento do Trabalho da Frente Unida ordenou: “O Partido deve ser obedecido em todas as áreas. Vocês devem fazer tudo o que o Partido lhe disser e, se vocês o contradizerem, vossa igreja será imediatamente fechada”.

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Os heróis católicos silenciados da Coreia do Norte

Luis Dufaur
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Em parte alguma do mundo os católicos sofrem uma perseguição tão inclemente como na Coreia do Norte.

Oficialmente eles não existem e deveriam ter sido todos suprimidos. Mas perseveram nas catacumbas.

Eles são perseguidos pelas autoridades marxistas desde o fim da II Guerra Mundial, mas sua Fé sobrevive com o auxílio sobrenatural.

Marta Petrosillo, da organização “Ajuda à Igreja que Sofre”, contou a “Rome Reports” que “em 1945, no início da divisão das duas Coreias, a cidade de Pyongyang era conhecida como a Jerusalém do Extremo Oriente. Nela viviam por volta de 50.000 católicos”.

Com o socialismo, a situação mudou drasticamente. Além do culto aos ditadores marxistas “qualquer outra religião está proibida.

Acredita-se que há 10.000 católicos na Coreia do Norte, mas a maioria é idosa”, disse Marta.

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Canibalismo na China hoje, "liturgia amazônica" amanhã?

As cápsulas pegas pela polícia da Coréia do Sul em 2012
Luis Dufaur
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A China deu a partida a uma série de notícias sobre repugnantes fatos de canibalismo, não apenas entre pagãos incultos, mas entre ocidentais ex-cristãos que se vem prolongando a través dos anos, como fatos ou às vezes boatos não desprovidos de fundamento.

De início, em 2012, a polícia da Coreia do Sul interceptou carregamentos de cápsulas com aparência de medicamentos, contendo carne humana seca.

Verossimilmente foi tirada de fetos no regime anti-vida do gigante socialista. Seu destino alegado era alimentar o mercado de afrodisíacos...

A China negou a denúncia, mas logo depois a polícia deteve Zhang Yongming, 56, na província de Yunnan, suspeito de ter assassinado e decepado 20 jovens.

Ele vendia depois os horrendos “cortes” como “carne de avestruz”, entregando os restos aos cachorros. As macabras revelações vieram à luz na imprensa de Hong-Kong.

quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Expansionismo militar com palavras enganadoras

Exercícios militares conjuntos com a Rússia. A China incrementou muito sua despesa  militar na última década
Exercícios militares conjuntos com a Rússia.
A China incrementou muito sua despesa  militar nas últimas décadas
Luis Dufaur
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Nos últimos 20 anos, a China intensificou de modo sem precedentes o desenvolvimento de seu poderio militar, escreveu “Clarín”.

Disparou as despesas militares importando equipamentos e aumentando a indústria de armamentos de alta tecnologia ainda quando os resultados por vezes apresentem carências risíveis.

Mas também modernizou suas doutrinas militares. Ficou longe da “grande guerra do povo” empregada por Mao Tsé Tung engajando milionários efetivos terrestres e monstruosas perdas humanas.

A guerra informatizada e da informação, das comunicações, sistemas de mando e controle eletrônicos lhe ficaram acessíveis por meio das fábricas de alta tecnologia que os ocidentais montaram em seu território.

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Odiar a religião: ensino básico nas escolinhas chinesas

Faixas incitam a acabar com as 'gangues criminosas', leia-se os grupos religiosos e 'eliminar o mal'.
Faixas incitam a acabar com as 'gangues criminosas',
leia-se os grupos religiosos e 'eliminar o mal'.
Luis Dufaur
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Os jardins de infância e escolas primárias chinesas receberam uma instrução brutal: devem educar as crianças no ateísmo desde que possam compreende-lo.

Além do mais as crianças devem ser ensinadas a se oporem a seus pais quando esses acreditem em qualquer religião.

Muitos pais denunciam o estresse psicológico no lar por medo de serem denunciados pelos próprios filhos, ou que alguém da família seja encarcerado porque frequenta uma igreja.

Bitter Winter colheu o testemunho de algumas dessas famílias.

Uma criança achou em casa um santinho e acorreu à mãe dizendo: “meu maestro diz que o cristianismo é xie jiao”.

Xie jiao” é um termo impreciso introduzido no artigo 300 do Código Penal em 1999. Literalmente significa “seita” ou “seita maligna”.

Em séculos passados foi aplicado aos grupos religiosos “que não agradavam ao governo”. O cristianismo ora incorreu nessa classificação, ora foi exonerado, dependendo do capricho do governante pagão.

Em 2017, o Supremo Tribunal, equivalente ao nosso STF, emitiu uma interpretação oficial.

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Meta comunista: desunir a Igreja Católica para destruí-la

As violências comunistas contra os católicos foram contraproducentes. O número dos fiéis católicos não parou de aumentar.
As violências comunistas contra os católicos foram contraproducentes.
O número dos fiéis católicos não parou de aumentar.
Luis Dufaur
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Um sacerdote católico da província chinesa de Jiangxi, interrogado pela imprensa ocidental descreveu a nova estratégia comunista para destruir a Igreja. Ele foi reproduzido pelo site Bitter Winter.

O padre explicou que “nos primeiros anos de ditadura, o comunismo se engajou no confisco das propriedades da Igreja e numa violenta repressão do catolicismo ‘subterrâneo’ [porque se refugiou em ‘catacumbas’].

“Ele prendia os sacerdotes e religiosos chineses e expulsava pela força os missionários estrangeiros, inclusive os lazaristas que eram muito populares.

“Porém, as prisões e violências não serviram para destruir a Igreja. Pelo contrário, a perseguição impulsionou um número crescente de pessoas a acreditar em Deus”.

terça-feira, 20 de agosto de 2019

Temor de mais um 'massacre da Praça da Paz Celestial' em Hong Kong estarrece o mundo

Hong Kong geme sob as pauladas da polícia anti-distúrbios
Hong Kong geme sob as pauladas da polícia anti-distúrbios
Luis Dufaur
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Desde o 9 de junho os cidadãos realizaram passeatas gigantescas pedindo o fim de um projeto que permitiria à polícia e ao exército de Pequim sequestrar qualquer dissidente em território de Hong Kong para leva-lo ao continente comunista, escreveu “Clarín”.

No fim de semana de 17 e 18 de agosto 2019, desafiando as ameaças militares de Pequim por volta de 1,7millhão de hongcongueses – segundo os organizadores – saíram às ruas para patentear seu imenso mal-estar pelo perigo que paira sobre seu território

Os hongcongueses estão certos de que as promessas da chefe do executivo da cidade Carrie Lam são insinceras.

Ela tinha usado fórmulas escorregadias para dizer que o projeto não estava sendo mais discutido.

A imensa maioria dos habitantes do território não é católica, mas esses têm a merecida reputação de serem melhor preparados nas escolas da Igreja.

Acresce que o catolicismo autêntico teve e está tendo uma atitude heroica diante da perseguição marxista. Inúmeros mártires dão testemunho disso e da incompatibilidade entre Cristo e Mao.