Pesadelo chinês

O Test behind the Great Firewall of China, confirmou mais uma vez que nosso blog ESTÁ BLOQUEADO NA CHINA. A máquina repressiva impede o acesso em Pequim (confira); em Shangai (confira); e agora em Guangzhou (confira). Hong Kong é a exceção (confira). Enquanto Pequim não cobrar medidas coercitivas dos seus correligionários brasileiros ou da Teologia da Libertação, este blog continuará na linha católica anti-comunista, pelo bem do Brasil. MAIS

quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Corrupção no exército da Coreia do Norte

Soldados devem executar tarefas incompatíveis para agradar os chefes
Soldados devem executar tarefas incompatíveis para agradar os chefes
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O testemunho do jovem recruta Roh Chol Min destinado à zona desmilitarizada na fronteira com a Coreia do Sul descortinou uma realidade silenciada pela nossa grande mídia: a generalizada corrupção no exército da Coreia do Norte.

“The Wall Street Journal” publicou uma alentada reportagem a esse soldado de elite que fugiu nauseado pelas suas experiências nos quarteis comunistas.

As exibições militares da Coreia do Norte, considerado a ditadura mais dura, implacável e impenetrável do mundo, são calculadas para passar a imagem oposta: a de um povo disposto a qualquer delírio em aras de uma família de inumanos ditadores marxistas.

Porém o grau de robotização das massas de homens e mulheres uniformizados nas passeatas inclui forte teatralidade visando a propaganda.

O soldado Roh se mostrou apto para a tropa de elite, mas ficou chocado vendo colegas subornar os oficiais para se ausentar dos treinos e tarefas militares.

Então fugiu do país. Foi mais um, dos por volta de 33.000 norte-coreanos que escaparam do inferno comunista.

Segundo o “The Wall Street Journal” , o fluxo de deserções aumentou motivado pelas privações no exército, que paradoxalmente é mimado pelo ditador.

Como robôs, mas mal  vestidos, sem comida e muita corrupção da oficialidade
Como robôs, mas mal  vestidos, sem comida e muita corrupção da oficialidade
Nas fotos da agência do governo, os altos oficiais aparecem rijos como soldadinhos de chumbo, incorruptíveis, sorriso de orelha a orelha para qualquer coisa que faça ou diga o tirano marxista.

“Aí não há lei”, disse Roh. “Com dinheiro, você faz o que quiser”.

O ditador Kim Jong-un precisa absolutamente de uma máquina militar que dê a impressão de um controle feroz e absoluto sobre a população.

Na cúpula do PT norte-coreano (Partido do Trabalho), Kim Jong-un foi ovacionado quando revelou que exibiria logo “uma nova arma estratégica”.

Mas advertiu que o povo esfomeado terá que apertar ainda mais o cinto para viver com as sanções que virão de Ocidente.

Pouco importa que os foguetes norte-coreanos testados caiam em qualquer ponto do mar ou até em alguma aldeia. Ou que os mísseis exibidos nas paradas levantem a suspeita de montagem plástica.

Aliás, Pyongyang não reconhece ter nem um contágio de Covid-19 num país que tem uma transitada – sobre tudo por fugitivos – fronteira com a China.

Com a economia arruinada e sem alimento suficiente, a Coreia do Norte mantém um dos maiores exércitos permanentes do mundo.

Roh Chol Min aprendeu o que é ter um emprego, comer bem e fazer amigos só depois de fugir da Coreia do Norte
Roh Chol Min aprendeu o que é ter um emprego, comer bem
e fazer amigos só depois de fugir da Coreia do Norte
1,2 milhões de soldados ativos devoram uma quarta parte do PIB, a mais alta percentagem dos 170 países monitorados pelo Departamento de Estado americano.

Os EUA por exemplo só gastam 3% do PIB nas suas forças armadas.

Muito pouco desse dinheiro chega às unidades nos pontos críticos. Roh achava que como atirador de elite na conflitiva ‘zona desmilitarizada’ teria comida boa e abundante, líderes bem organizados e um sólido treino.

Mas achou soldados morrendo por má manipulação das armas e superiores roubado a comida.

Roh ficou pesando 45 quilos em poucos meses, se alimentando de fungos silvestres com cuidado de não comer os venenosos que mataram vários colegas.

O comandante lhe ofereceu uma promoção em troca de um volume de dinheiro que Roh não podia pagar.

Havia sessões diárias de doutrinamento na lealdade cega ao líder marxista.

Quando num “glorioso” dia Kim Jong-un visitou a base numa impressionante limusine negra, a emoção do debilitado Roh lhe causou um nó na garganta e uma catarata de lágrimas.

As imagens televisionadas de Kim faziam os soldados pularem de suas cadeiras e aplaudir ao uníssono.

O ditador Kim Jong-un teatraliza uma compacta e fanática fidelidade militar. Mas a realidade é muito diferente.
O ditador Kim Jong-un teatraliza uma compacta e fanática fidelidade militar.
Mas a realidade é muito diferente.
Para a ‘zona desmilitarizada’ são destinados os filhos das famílias da nomenklatura e a corrupção é escandalosa.

As altas patentes vendem as provisões destinadas à tropa num mercado próximo.

Roh fazia de vigia 13 horas por dia com um uniforme que não o protegia do frio que em inverno atinge 40º abaixo de zero.

Os “filhinhos de papai” subornavam os comandantes com notas de dólares.

Com dólares também se podia conseguir comida extra, roupa mais quente, licença para telefonar à família uma vez por semana, comprar uma promoção imediata ou fugir dos treinos.

Alguns de seus companheiros podiam dormir mais, sair a comprar guloseimas, mas Roh nunca pode falar com a família e passava o dia no posto de guarda.

Nos dias prévios à fuga, os superiores o acusaram de roubar bolachas, o chefe do esquadrão o golpeou e foi submetido a sessões de humilhação pública, contou ao “The Wall Street Journal”.

Roh agora vive em Seul e se sente protegido do Covid, lembrando que do outro lado da fronteira em caso de contágio “nos deixariam morrer porque nos consideravam descartáveis”.

Mas sofre porque não sabe do destino de sua família e porque Kim se assanha contra os parentes dos ‘desertores’.


quarta-feira, 29 de julho de 2020

Estocada final a Hong Kong

Manifestante pela liberdade preso em Hong
Manifestante pela liberdade preso em Hong
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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As liberdades relativas da ex-colônia britânica ficaram condenadas.

Foi a estocada final, marca o fim de Hong Kong como uma cidade livre concluiu “Le Monde” de Paris.

“É o fim de Hong Kong como o mundo o conhecia”, resumiu Joshua Wong, uma figura do movimento pela democracia.

A executiva-chefe local Carrie Lam, católica formada na teologia da libertação e admiradora do Papa Francisco, defende a imposição de Pequim.

A Lei de Segurança Nacional “certamente não é tão sombria quanto parece”, disse hipocritamente em conferência de imprensa.

E reconheceu que sua aplicação envolve violência: “as consequências de violar esta lei são muito graves” acrescentou.

Todo mundo estava vendo na rua os soldados comunistas esmagando os partidários da liberdade.

Em Hong Kong pânico de serem enviados ao interior da China continental e não voltarem mais ou com a saúde estragada
Em Hong Kong: pânico de serem enviados ao interior da China continental
e não voltarem mais ou com a saúde estragada
Os lojistas pró-democracia retiravam às pressas os slogans democráticos de suas vitrines e os candidatos à emigração já estavam na casa dos milhares, observou editorial do mesmo “Le Monde”.

É uma “trágica farsa” que institui uma justiça que abusa dos delitos da subversão ou de violação da ordem pública, em desrespeito grave à Constituição e dos direitos de defesa em nome da supremacia absoluta do Partido Comunista e dos valores principais componentes do “pensamento de Xi Jinping”, acrescentou mais um artigo do “Le Monde”.

O espetáculo-exibição intitulado “História do primeiro ano” no salão municipal de Yau Tong, um distrito semi-residencial de Hong Kong, foi proibido telefonicamente pelo Departamento do Interior porque suspeito de não afinar com o novo regime da lei opressiva, informou ainda o “Le Monde”.

O presidente dos EUA, Donald Trump, encerrou o regime econômico preferencial concedido a Hong Kong e promulgou lei de sanções a Pequim pela repressão no território de Hong Kong.

“Hoje, eu assinei uma lei e um decreto para responsabilizar a China pela repressão do povo de Hong Kong”, disse numa coletiva de imprensa.

O Congresso americano aprovou por unanimidade a “Lei de Autonomia de Hong Kong”, que cria “ferramentas poderosas para responsabilizar indivíduos e entidades envolvidas na supressão das liberdades em Hong Kong”, sublinhou Trump.

Dissidente hongkongueses aguardam o pior se enviados ao interior
Dissidente hongkongueses aguardam o pior se enviados ao interior
A lei visa também a polícia de Hong Kong, penaliza os bancos que, através financiamento, contribuiriam para a erosão da autonomia de Hong Kong.

“Hong Kong será tratado como a China: sem privilégios especiais, sem tratamento econômico especial e sem exportação de tecnologias sensíveis”, acrescentou.

Trump considera que o controle de Pequim sobre Hong Kong marca o fim do poder econômico do território. Ele também previu uma hemorragia de cérebros de Hong Kong que partiriam para a emigração.

A União Europeia  restringiu a exportação de equipamentos de vigilância para o território.

Por sua parte, “New York Times” saiu de Hong Kong e mudou sua sede regional para Seul aduzindo a incerteza criada pela lei de segurança nacional imposta por Pequim.

Vários países se solidarizaram com os EUA banindo a gigante chinesa de telecomunicações Huawei da competência pelo 5G. Eles acusam a empresa de propriedade real do Exército Vermelho de espionar para Pequim.

Em represália, Pequim sancionou três parlamentares republicanos mais críticos do regime comunista: os senadores Marco Rubio (Flórida) e Ted Cruz (Texas) e o deputado Chris Smith (Nova Jersey).

Logo a seguir, em um passo incomum e grave, após acusar hackers chineses de tentarem roubar estudos sobre uma vacina para o novo coronavírus, Trump determinou o fechamento do consulado da China em Houston, no Texas, segundo noticiou o “Jornal de Brasília”. 

Outros consulados poderão ser fechados. Grande número de unidades de guerra aérea e naval americanas foram transferidas para as bases do Extremo Oriente.

A China vermelha é a que mais executa no mundo, quando não despedaça os dissidentes para lhes tirar os órgãos.
A China vermelha é a que mais executa no mundo,
quando não despedaça os dissidentes para lhes tirar os órgãos.
Em retaliação, a China fechou o consulado americano em Chengdu.

A Lei de Segurança Nacional cujo conteúdo foi mantido em sigilo até o último momento, cria quatro “crimes”: subversão, separatismo, terrorismo e conluio com forças externas, explica “Le Monde”, jornal socialista francês velho admirador do comunismo chinês.

Essa lei torna a justiça comunista continental competente para os crimes mais graves, cujas sentenças podem variar de dez anos de prisão a prisão perpétua.

Por exemplo o apoio à independência de Taiwan, Tibete e região de Xinjiang virou crime gravemente punível na antiga colônia britânica.

Um outro documento tira a polícia de Hong Kong do controle judicial. 

Os policiais podem realizar buscas alegando a segurança nacional sem terem sequer indícios. Poderá monitorar e excluir qualquer informação on-line se acha que há “motivos razoáveis” para acreditar que viola a referida lei.

A polícia pode intervir empresas da Internet e provedores de serviços, remover informações e pode apreender todos os seus equipamentos. Essas empresas devem fornecer registros de identificação e assistência na descriptografia de dados.

Cada vez mais fica evidente que o covid é manipulado com intenções ditatoriais
Cada vez mais fica evidente que o covid é manipulado com intenções ditatoriais
As organizações políticas internacionais devem fornecer ao chefe de polícia informações sobre suas atividades em Hong Kong - incluindo dados pessoais, fontes de receita e despesas.

A executiva-chefe Carrie Lam recebeu amplos poderes de vigilância, como o poder de interceptar comunicações.

Os ativistas pró-democracia brandiram ostensivamente folhas de papel branco ou recorreram a trocadilhos e slogans cujo som lembra os princípios banidos. A polícia prendeu oito manifestantes silenciosos com folhas brancas num shopping.

Os moradores apagam os vestígios computacionais de seu envolvimento nas manifestações pela democracia.

Facebook, Google e Twitter disseram que não responderão a pedidos de informações sobre seus usuários, enquanto o chinês Tiktok anunciou a suspensão de seu aplicativo em Hong Kong “à luz dos eventos recentes”.

As escolas devem remover o material educacional, incluindo livros, em caso de “conteúdo relacionado com os quatro tipos de ofensa definidos pela lei”.

Livros escritos por figuras do movimento pró-democracia estão desaparecendo das prateleiras das bibliotecas.

Ofensiva de hackers contra empresas americanas obedece a instruções de Pequim
Ofensiva de hackers contra empresas americanas obedece a instruções de Pequim
Vinte e sete países membros do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, condenaram a lei de Pequim porque temem que reprima toda oposição política. Mas Pequim dá de ombros às decisões da ONU onde está cheia de amigos e cúmplices.

Obcecado em “garantir” o sistema político e o partido, Xi Jinping considera que a guerra comercial e a ofensiva dos parlamentares americanos impedem que a China “ocupe um lugar central no cenário mundial”, comentou “Le Monde”.

O Covid-19 lhe foi ideal para proibir as religiões e opositores com as fronteiras fechadas. O vírus funcionou como uma bênção para o ditador chinês.

Hong Kong tinha o privilégio de ser a única cidade chinesa onde as liberdades individuais ficaram protegidas.

Proibido falar, hong konguesees protestam com folhas em branco.
Proibido falar, hongkonguesees protestam com folhas em branco.
Mas, “esta lei é feita para aterrorizar, intimidar, reduzir Hong Kong a nada, fazer dela uma cidade na qual não haverá mais dissidência, nem mais manifestações, nem mais oposição”, disse Claudia Mo, deputada do campo pró-democracia, ao Le Monde.

A nova lei até aniquilará, as liberdades civis e políticas de qualquer cidadão que discorde do sistema chinês.

“Basicamente, Pequim será capaz de prender qualquer pessoa, por qualquer crime, já que é ele quem tem o poder de afirmar o que você fez de errado e como está errado”, disse um grande advogado que, como a maioria das pessoas, só fala sob condição explícita de não ser citado, uma novidade nesta cidade.

Hong Kong agora está “continentalizada” com a presença habitual de temores e horrores que isso significa.


quarta-feira, 22 de julho de 2020

Capitais chineses caçam barganhas
com estratégia de conquista

Hubertus Troska, conselheiro da Daimler na China, apresenta o novo modelo GLA
Hubertus Troska, conselheiro da Daimler na China, apresenta o novo modelo GLA
Luis Dufaur
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A China foi o ponto de irradiação da pandemia que está deixando dezenas de milhares de vidas truncadas no mundo e desastrosas consequências econômicas para os países que tentam progredir.

A epidemia do coronavírus se mostrou relativamente benigna em relação ao país que a viu nascer – ou provocar.

E com rapidez suspeita o regime comunista chinês se jogou a tirar imensos lucros dos países e dos grupos econômicos não-marxistas severamente atingidos.

Após Pequim comprar em massa as desvalorizadas empresas ocidentais instaladas no continente amarelo, Xi Jinping ordenou partir à caçada de empresas ocidentais em apuros no próprio Ocidente.

quarta-feira, 15 de julho de 2020

Hong Kong no pelourinho comunista

Parra hongcongueses é clara a conotação marxista da manobra de Pequim
Parra hongcongueses é clara a conotação marxista da manobra de Pequim
Luis Dufaur
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O Partido Comunista Chinês em Pequim impôs uma “lei de segurança nacional” que pune os partidários da democracia e da liberdade no território de Hong Kong.

Dessa maneira extingue a liberdade de expressão e instala o regime opressivo na cidade, que até agora foi uma mini capital financeira de economia liberal, segundo a France Press.

Em revide a Câmara dos Representantes e o Senado americano aprovaram por unanimidade uma lei punindo os responsáveis chineses que apliquem as normas repressivas contra Hong Kong e visando os bancos que as financiam.

O senador democrata Chris Van Hollen, co-autor da lei, sublinhou que os “EUA devem apoiar o povo de Hong Kong”. A lei vai além das represálias anunciadas pela administração Trump após o diktat do PC chinês.

Pequim repeliu a decisão americana declarando que os assuntos em Hong Kong são internos da China e nenhum outro país pode se imiscuir.

Menos de 24 horas da entrada em vigor da ditatorial lei aprovada por Xi Jinping a polícia procedia a prender os primeiros hongcongueses.

quarta-feira, 8 de julho de 2020

China multiplica agressões nas fronteiras

Os combates foram corpo-a-corpo e acabaram em mata-mata com armas brancas
Os combates foram corpo-a-corpo e acabaram em mata-mata com armas brancas
Luis Dufaur
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Tropas chinesas provenientes da região onde nasceu a pandemia invadiram território disputado com a Índia na região de Ladakh matando 20 soldados indianos.

A força empregada sugere que o exército comunista não teria tido sua capacidade de combate afetada pela Covid-19, noticiou a Gazetaweb.

Simultaneamente, a China mobilizou milhares de paraquedistas e veículos blindados para um treinamento próximo da fronteira em atrito.

Pequim pode especular que o mundo não se interessará pela violação do Direito Internacional, enquanto a pandemia segue fazendo estragos atraindo todas as atenções sobre o próprio país.

Os dois gigantes asiáticos têm 3.488 km de fronteira compartilhada, e a última crise havia ocorrido em 2017 no platô de Doklam.

A rivalidade se insere no contexto maior do embate entre China e os EUA. Os indianos se mostram amigos dos americanos, mas são grandes clientes de armas russas. O governo de Donald Trump vem se aproximando mais de Nova Déli.

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Mentiras chinesas intoxicam o mundo

Xi-Jinping e Bolsonaro, o chinês prometeu maravilhas mas só chegou o coronavírus
Xi-Jinping e Bolsonaro, o chinês prometeu maravilhas mas só chegou o coronavírus
Luis Dufaur
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“A mentira generalizada, imposta e compulsória é o aspecto mais terrível dos homens de seu país”.

Tal denúncia contra os líderes da União Soviética, feita pelo dissidente russo Alexander Solzhenitsyn em 1974, define por inteiro os atuais dirigentes da China, segundo Jean-Christophe Buisson, diretor adjunto da revista Figaro Magazine, uma das mais lidas e respeitadas da França.

Quase meio século depois dessa acusação, a URSS não existe mais, mas a China comunista existe. E é ela que alimenta a enxurrada de mentiras que intoxica o mundo. Hoje com o Covid-19, ontem com todo o resto, escreve Buisson.

Mesmo sem ter lido a novela “1984” de Orwell, Mao Tsé-tung entendeu a imoral utilidade e a criminosa necessidade de distorcer a verdade.

Ele transformou em vitória a derrota militar que sofreu na “Longa Marcha”. A história oficial a apresenta como tendo sido uma epopeia, embora dos 130 mil comunistas que partiram de Jiangxi apenas 25 mil chegaram a Shaanxi...

Ele proclamou a República Popular da China em 1º de outubro de 1949, escondendo seu jogo do mesmo modo que seus colegas da Europa Oriental. Criou um governo provisório abrindo espaço para não comunistas e dissimular assim sua fraqueza.

quarta-feira, 24 de junho de 2020

Acordo com a China? Mas nem permete enterrar religiosamente os mortos!!

Lápides cristãs sendo demolidas
Lápides cristãs sendo demolidas. Foto: Bitter Winter
Luis Dufaur
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O governo comunista chinês nem recorre ao pretexto da epidemia para proibir os funerais religiosos católicos.

Contudo, a questão dos mortos é muito sensível na China. Há milênios os pagãos professam um culto especial aos antepassados, escreveu Bitter Winter.

Para um chinês, sobretudo quando possui a verdadeira fé, ser sepultado com rito religioso é da máxima importância.

Mas a última vontade do defunto é desconhecida pelas autoridades, que vêm arrancando os símbolos religiosos das lápides funerárias.

quarta-feira, 17 de junho de 2020

China abusa da pandemia para se expandir militarmente

Soldados chineses incursionam na região indiana de Ladakh
Soldados chineses incursionam na região indiana de Ladakh
Luis Dufaur
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Enquanto os EUA lidam com mais de 100 mil mortes causadas pelo coronavírus, a China aproveitou para introduzir soldados em territórios disputados com a Índia, segundo noticiou o “The New York Times International Weekly”.

Simultaneamente, reforçou ações agressivas no Mar do Sul da China Meridional e está impondo leis repressivas em Hong Kong, que extinguiriam a liberdade nessa megalópole financeira, da qual os capitais fogem.

A China explora também a “janela de oportunidade” que o presidente Trump abriu em 2016, ao acenar com a possibilidade de deixar à Coreia do Sul e o Japão a missão de proteger o Pacífico, quando manifestamente o poderio militar desses dois países é inferior ao chinês.

“Pequim pretende o poder hegemônico na Ásia”, comentou Elbridge Colby, principal autor da Estratégia de Defesa Nacional da administração Trump, que focaliza um grande desafio de poder com a Rússia, e especialmente com a China.

domingo, 7 de junho de 2020

O lado obscuro do país mais contaminado do mundo

Linfen é a cidade mais poluída do mundo mas, a China é 'líder mundial' contra o aquecimento global
Linfen é a cidade mais poluída do mundo
mas, a China é 'líder mundial' contra o aquecimento global
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Linfen na China, já ganhou o título de cidade mais contaminada do mundo.

Para atender às exigências de desenvolvimento do Partido Comunista ela consumia tanto carvão, que se dizia da poluição de seu ar que se podia mastigá-lo, segundo noticiou o jornal “La Nación”.

O regime anunciou uma ambiciosa transformação industrial rumo às energias renováveis e limpas.

Elas exigem os chamados metais e terras raras, que não são extraídos pelos países ocidentais devido ao formidável efeito poluidor de suas minas.

quarta-feira, 3 de junho de 2020

Revolução Comunista mundial camuflada na pandemia?

Luis Dufaur
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O primeiro ministro britânico Boris Johnson e seus aliados no Parlamento se mostraram “furiosos com a campanha de desinformação da China, que se utiliza da pandemia para auferir vantagens”.

O ex-líder do Partido Conservador, Iain Duncan Smith escreveu: “Todos os problemas poderão e serão discutidos, exceto um, nosso futuro relacionamento com a China.

“Acredito ser vital começarmos a discutir quão dependentes nos tornamos desse estado totalitário”.

Enquanto isso, Xi Jinping, apontado como o máximo culpado pela pandemia, se vangloriava do sistema comunista chinês de saúde e exortava os outros países a copiar seu modelo.

Ao mesmo tempo em que pedia ao mundo para não “politizar” as preocupações com seus suprimentos, Pequim mobilizava um exército de trolls para fustigar na internet, com mentiras e meias verdades, os países e pessoas que questionassem a resposta sanitária maoísta.

quarta-feira, 27 de maio de 2020

Mentiras comunistas espalharam a epidemia

A virologista Shi Zhengli libera morcego de caverna após lhe tirar o sangue. Foto: Instituto de Virología de Wuhan. Shi Zhengli presidia o laboratório quando tudo começou
A virologista Shi Zhengli libera morcego de caverna após lhe tirar o sangue.
Foto: Instituto de Virología de Wuhan.
Shi Zhengli presidia o laboratório quando tudo começou
Luis Dufaur
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continuação do post anterior: O comunismo é o pior vírus da pandemia



A cidade de Wuhan é um símbolo.

Nela se iniciou a revolução que derrubou o império chinês, e ateou o caos que desfechou na ditadura comunista.

Não espanta que Pequim a escolhesse para sediar o laboratório (suspeito em relação ao atual surto) pensando na revolução mundial que podia causar.

Relatório secreto do Centro Nacional de Inteligência Médica dos EUA, revelado pela NBC News, descreveu em novembro de 2019 o estado assustador da estrutura sanitária de Wuhan.

O governo marxista de Xi informou à Organização Mundial da Saúde, como prescrevem os acordos internacionais, mas só o fez no dia 31 de dezembro...

Agiu tardiamente, dizendo que tudo estava sob controle e não havia risco de expansão epidêmica para outros países.

O mundo só foi (des)informado quando o sistema de saúde e a ordem econômica entravam em colapso, e a epidemia ia ficando incontrolável.

quarta-feira, 20 de maio de 2020

O comunismo é o pior vírus da pandemia

Binômio 'medo-simpatia' o maior ditador da Terra é apresentado como o 'homem de grande sabedoria'.
Binômio 'medo-simpatia' o maior ditador da Terra
é apresentado como o 'homem de grande sabedoria'.
Luis Dufaur
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O regime comunista chinês criou uma estratégia aparelhada para usar armas bacteriológicas, a fim de estabelecer sua hegemonia no mundo

A pandemia do Covid-19 abriu os olhos de muitos para a realidade da China comunista.

Sabia-se, por meio de publicações católicas e/ou anticomunistas, que uma seita ideológica aplicava o regime mais inumano e antirreligioso sobre o milenar “Império do Meio”, hoje República Popular da China marxista.

Veja por exemplo nossas páginas sobre a perseguição religiosa na China:

A perseguição religiosa na China – primeira parte

A perseguição religiosa na China – segunda parte

Mas a grande mídia ocidental apresentava o país como sendo a maior economia mundial, que nos enchia com mercadorias baratas, consumia astronomicamente matérias-primas e beneficiava países produtores como o Brasil.

As perseguições religiosas estarrecem, sobretudo quando praticadas depois do acordo da China com o Vaticano.

Mas Pequim é mestre na utilização do binômio “medo-simpatia”.

Em qualquer loja são encontrados produtos chineses variados, de borracha ou pelúcia, fofinhos e baratinhos.

Não duram muito, mas comprar outro também não custa muito.

quarta-feira, 6 de maio de 2020

Mundo padece “neo-maoização” do presidente Xi Jinping

Luis Dufaur
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Um dos primeiros mais impressionantes do então novo presidente chinês Xi Jinping consistiu em peregrinar até a luxuosa casa de campo de Mao Tsé Tung, às margens de um lago.

Nela, o fundador do comunismo chinês passava suas férias nos anos 1950 enquanto ordenava exterminar classes sociais inteiras.

Para Xi, o sítio de lazeres do cruel líder comunista deveria ser declarado centro de educação da juventude no espírito da revolução.

Com efeito, Xi  tomou a decisão de reforçar a retórica “mística” maoísta desde os primeiros meses de seu governo, como registrou naquela época reportagem do “The Wall Street Journal”.

Ele se valeu do “livro vermelho” de Mao para expurgar o Partido Comunista Chinês dos que não são inteiramennte fiéis a seus ensinamentos.

Também montou um cerco à discussão de ideias como democracia, Estado de direito e aplicação da Constituição.

Visando reforçar o espírito igualitário intrínseco ao comunismo, o presidente ordenou que os generais e os membros mais antigos do governo trabalhem como domésticos pelo período mínimo de 5 dias a fim de aprenderem a se reconectar com as “massas”.

quarta-feira, 29 de abril de 2020

Natal foi proibido: seria «infiltração de forças ocidentais»

Maestros devem ensinar a proibição das festas católicas porque 'estrangeiras' (fotos de rede social chinesa).
Maestros devem ensinar a proibição das festas católicas porque 'estrangeiras'
(fotos de rede social chinesa).
Luis Dufaur
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Em Liaozhong, província de Liaoning, as bênçãos e doçuras no Natal de 2019 foram banidas por funcionários do governo comunista chinês, noticiou Bitter Winter.

Em ato público, um clérigo da igreja estatal apostrofou um ator que interpretava o Papai Noel no palco. “O cristianismo embarcou no caminho da ‘sinização’, temos nossos pastores e seminários e o Partido Comunista e o governo nos guiam.

“Doravante não precisaremos mais de missionários ocidentais nem contaremos com forças antichinesas.

“Não seremos surpreendidos pelos Estados Unidos da América nem por outros países ocidentais. Peço formalmente, aqui e agora, para deixar a cena do nosso país!”

Pediu depois ao Papai Noel que “levasse o espírito do 19º Congresso Nacional do Partido Comunista e os discursos de Xi Jinping para o Ocidente, especialmente para o presidente Trump nos EUA, a fim de estudá-los”.

Em lugar do Natal, o regime incita as pessoas a celebrar o aniversário de Mao Tsé-Tung, nascido em 26 de dezembro. Ele foi o fundador do comunismo chinês e responsável por milhões de assassinatos.

Um bolo com as palavras “feliz aniversário Mao Zedong” foi colocado em frente de uma estátua de mármore branco desse criminoso de massa no templo Wangzishan em Linyi, uma cidade do condado de Pingyi, na província oriental de Shandong.

As escolas de todo o país doutrinam as crianças a odiar qualquer elemento “ocidental”, incluindo valores democráticos e religião. Isso oficialmente é “patriotismo”.

E o Natal é apontado como uma das “coisas más” a serem odiadas.

quarta-feira, 22 de abril de 2020

Retomada da produção na China entre lamaçais de corrupção

Ninguém vai no restaurante mas o dono Dai Jianglai recebe subsídios fingindo que funciona
Ninguém vai no restaurante mas o dono Dai Jianglai recebe subsídios fingindo que funciona
Luis Dufaur
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Enquanto o epicentro da histeria midiática face ao coronavírus é transferido para o Ocidente, a China comemora ter superado o auge da epidemia e anuncia que está voltando a trabalhar.

Após semanas de paralisação, os líderes marxistas estão mandando todo mundo voltar a seus postos, escreveu o “The New York Times”.

Muitos empregados, contudo, como os de Zhang Xu, em Xangai, ainda não retornaram de suas remotas cidades do interior onde se haviam refugiado. Mas isso não importa tanto porque não há clientes.

Parar a imensa máquina industrial chinesa foi danoso para a China e de modo especial para o mundo, que dependia dela, sobretudo quanto aos produtos mais básicos.

Para as fábricas não é fácil voltar a trabalhar com capacidade plena. Isso leva tempo, mas elas estão recomeçando pelo mais importante. Dezenas de milhões de trabalhadores devem ainda reocupar suas vagas.

Mais de 50 milhões de trabalhadores migrantes ainda não retornaram aos seus empregos, segundo dados oficiais. Alguns permanecem em quarentena.

A corrupção, endêmica na China, já retomou a fraude de massa. Muitos pedem subsídios que não precisam e enchem o bolso.

quarta-feira, 15 de abril de 2020

Infecundidade encolhe economia chinesa

A macabra cena de bebes abandonados na rua  foi produto típico "made in China".  Hoje o país paga sinistras consequências.
A macabra cena de bebes abandonados na rua
foi produto típico "made in China".
Hoje o país paga sinistras consequências.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








O método de ocultamento da verdade é uma segunda natureza do sistema socialista, especialmente na economia.

Há anos estamos comentando neste blog denúncias de autoridades econômicas ocidentais dos buracos negros que proliferam nas contas públicas chinesas.

Quando o patrão de um negócio, loja ou indústria fala que vai muito bem, pode ser que esteja indo bem. Mas quando fala que vai mal é porque está indo muito mal.

Já antes da crise do coronavírus, Pequim reconheceu que sua taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) caiu para o mais baixo nível em 29 anos.

A culpa foi inicialmente posta nos EUA e na disputa comercial dos últimos anos. O coronavírus chegou como uma mão na roda para “justificar” as quedas em todos os rubros.

O Escritório Nacional de Estatísticas da China calculou uma expansão de 6,1% em 2019, o mais baixo nível índice 1990, divulgou o jornal chinês “The Epoch Times”.

O índice seria comemorado por qualquer país, mas feitos os descontos impostos pelo método chinês de mentir, a essência da mensagem é que Pequim diz que sua economia anda mal ou muito mal.

quarta-feira, 8 de abril de 2020

Suicida confiança ocidental nos remédios chineses

Médicos exumam restos de panamenhos intoxicados com remédios chineses. Fonte New York Times
Médicos exumam restos de panamenhos intoxicados com remédios chineses.
Fonte New York Times
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A pandemia do novo coronavírus foi reveladora de perigosos desenvolvimentos na organização do trabalho e da economia mundiais.

Um deles – e não dos menores – foi o patenteamento da dependência ocidental de remédios de uso continuado e indispensáveis a muitos doentes, cuja produção foi transferida para a China com vistas à obtenção de melhores preços.

Nos países europeus multiplicaram-se os clamores pela escassez de ingredientes farmacêuticos indispensáveis e pela necessidade de repatriar sua produção aos respectivos países.

Reconstruir a capacidade de produzi-los requererá alguns anos, se for possível, observou o jornalista Vincent Lorin, do site VoxEurop.

Mais uma razão para se começar logo a repatriação.

Bastou uma nova mutação do velho coronavírus – causa de resfriados, mais graves em sua nova versão Covid-19 – para que milhões de europeus ficassem potencialmente privados de smartphones, malas, smokings, sapatos e roupas, brinquedos de pelúcia, presentinhos fabricados na China...

quarta-feira, 1 de abril de 2020

Destruições impiedosas

O crucificado removido da igreja de  Xiahuang  (imagem fornecida por um informador interno)
O crucificado removido da igreja de  Xiahuang
(imagem fornecida por um informador interno)
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Enquanto afundava a “diocese modelo” do Acordo de capitulação vaticana em favor do marxismo pequinês, o famoso santuário de Nossa Senhora das Sete Dores em Dongergou, perto de Taiyuan (Shanxi) era destruído impiedosamente.

Ele foi substituído por um prédio “achinesado” que lhe tira toda expressão católica, noticiou a agência AsiaNews.

O santuário tem uma porta solene, chamada de “Porta do Paraíso”, no alto de uma grande escadaria, a qual os fiéis sobem de joelhos.

O governo simplesmente alegou que precisava fazer uma autoestrada que passasse por ali...

As numerosas imagens católicas, cruzes e sinos foram removidos.

O santuário de Guizhou também corre risco de destruição, e o termo mais apropriado para o que está sendo feito é o olhar indolente e risonho do Papa Francisco.

Na última romaria, a polícia fez exibição desproporcionada e desnecessária de força. Só os sacerdotes locais de Taiyuan puderam celebrar.

quarta-feira, 25 de março de 2020

Igreja é vilipendiada na China, Francisco sorri...

Igreja de  Xiahuang esvaziada
Igreja de  Xiahuang esvaziada
Luis Dufaur
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Vincenzo Guo Xijin, bispo despojado de sua diocese de Mindong (Fujian) em consequência do Acordo entre o Vaticano e o PC chinês foi enxotado de sua residência, tendo de dormir como um ‘sem teto’ na porta daquela que foi a sua Cúria e Casa do Clero em Luojiang, noticiou entristecida a agência AsiaNews.

As autoridades comunistas lhe entregaram a ordem de despejo, extensiva aos sacerdotes que trabalham com ele.

E para apressar a saída deles lhes foram cortadas a eletricidade e a água.

O cínico pretexto utilizado foi o de segurança... Um cartaz afixado diante da Cúria ‘informa’ que o prédio construído há 10 anos não respeita as regras contra incêndio!

Na verdade, não passou de mera hostilização, pois o bispo e os sacerdotes se recusam a aderir à “Igreja independente”.

Mons. Guo Xijin – escreve o especialista Pe. Bernardo Cervellera – é uma das “vítimas” do acordo sino-vaticano, que se utiliza da diocese de Mindong para um “projeto piloto” de sua aplicação.

Pelo acordo, o Papa Francisco levantou a excomunhão do “bispo patriótico” Vincenzo Zhan Silu, e ordenou que o bispo titular fiel a Roma Mons. Guo ficasse como auxiliar.

quarta-feira, 18 de março de 2020

Inteligência artificial: fingir até conseguir

O objetivo da IA da China está a serviço do Exército do Povo
O objetivo da IA da China está a serviço do Exército do Povo
Luis Dufaur
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continuação do post anterior: A guerra da inteligência artificial “baseada no engano” (Sun Tzu)



A estratégia chinesa se resume na frase “fingir até conseguir”, escreveu o jornalista Vincent Lorin, especializado em tecnologia e comércio, no artigo “A inteligência artificial chinesa chega à Europa blefando?”, reproduzido por VoxEurop.

E multiplica os exemplos como o de uma antiga empresa de comércio de leite em pó de Xangai que se tornou por arte de magia em “especialista em IA”.

Depois de mudar o seu nome para DeepBlue, nome que evoca um mítico computador da velha IBM, vendeu robôs de limpeza para aeroportos, estações ferroviárias e hospitais chineses.

Recebeu em dois anos centenas de milhões de dólares de uma nuvem de bancos e empresas, biombo do governo marxista, e se apresenta em seu site como “World Class AI maker”.

Tal empresa lançou-se à conquista do Sudeste Asiático por meio da Tailândia, e prometeu à Europa o “ônibus inteligente Panda”.

quarta-feira, 11 de março de 2020

Manipulação socialista do coronavírus

Surto de coronavírus é pretexto para reforçar a ditadura policialesca
Surto de coronavírus é pretexto para reforçar a ditadura policialesca,
onde o vírus circula e onde ... não circula
Luis Dufaur
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Na crise do coronavírus, agora denominado Covid-19, a ditatorial máquina de controle socialista da população não parou de funcionar. Pelo contrário, a epidemia lhe serviu de pretexto para ficar mais rija.

O jornal argentino “La Nación” cita o caso de um homem de Hangzhou que ao voltar para casa foi abordado pela polícia.

Seu carro fora identificado perto de Wenzhou, onde havia um pequeno surto de coronavírus, mas muito longe do epicentro da epidemia.

A polícia lhe ordenou ficar recluso em casa por duas semanas. Aconteceu de ele ter saído dois dias antes do previsto, e acabou sendo identificado por uma câmara de reconhecimento facial nas cercanias da cidade.

Desse jeito, o coronavírus acabou por dar uma “justificação” ao regime para intensificar os métodos de controle social.

Se um infectado com coronavírus pega um trem, o sistema de identificação facial pode fornecer a lista das pessoas que sentaram perto dele.

quarta-feira, 4 de março de 2020

A guerra da inteligência artificial
“baseada no engano” (Sun Tzu)

A China precisa blefar para construir seu mundo de escravos
A China precisa blefar para construir seu mundo de escravos
Luis Dufaur
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“Conto da carochinha” em espanhol se traduz por “cuento chino”, literalmente “conto chinês”.

A expressão define bem a imagem da China em matéria de inteligência artificial – a IA –, segundo o jornalista Vincent Lorin, especializado em tecnologia e comércio, no artigo “A inteligência artificial chinesa chega à Europa blefando?”, reproduzido por VoxEurop.

Em minuciosa reportagem, Lorin tratou dos projetos chineses de investimento em inteligência artificial oferecidos a empresas europeias, tendo ficado atônito com o seu lado suspeito.

O jornalista destaca a importância estratégica desse setor, no qual a China é muito ativa, ao instalar sistemas de policiamento e vigilância dos cidadãos na Malásia, no Paquistão, no Japão, na Coreia do Sul, na África.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Taiwan repudia China e adverte o Papa

Tsai Ing-wen foi reeleita massivamente em 2020 pela sua oposição ao comunismo
Tsai Ing-wen foi reeleita massivamente em 2020 pela sua oposição ao comunismo
Luis Dufaur
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Na República da China ou Taiwan, conhecida também por velhas denominações como Formosa ou China nacionalista, a presidente Tsai Ing-wen renovou o seu mandato com uma vitória comparada a um terremoto pelos comentaristas, noticiou o jornal chinês “The Epoch Times”, publicado em Nova York em 21 idiomas.

Ela derrotou Han Kuo-yu do partido Kuomingtang (KMT) que postulava relações mais amistosas com Pequim.

O veredito das urnas foi uma clara mensagem à ditadura marxista de Pequim, que não poupou esforços para intimidar o eleitorado taiwanês a fim de fazê-lo votar em sentido contrário, disseram especialistas.

Não restaram dúvidas de que o resultado democrático implicou “repúdio à China comunista”, e das tentativas de reunificação a ela, comentou June Teufel Dreyer, professor de ciências políticas da Universidade de Miami e membro do Foreign Policy Research Institute.

Tsai recebeu o recorde de 8,17 milhões de votos, equivalente a 57% do eleitorado.

Seu partido, o Democrata Progressista (DPP) ganhou 61 das 113 cadeiras no Legislativo.

Ela apoia o movimento pela democracia em Hong Kong, e foi muito contraditada pela diplomacia e pela guerra psicológica de Pequim.