Pesadelo chinês

O Test behind the Great Firewall of China, confirmou mais uma vez que nosso blog ESTÁ BLOQUEADO NA CHINA. A máquina repressiva impede o acesso em Pequim (confira); em Shangai (confira); e agora em Guangzhou (confira). Hong Kong é a exceção (confira). Enquanto Pequim não cobrar medidas coercitivas dos seus correligionários brasileiros ou da Teologia da Libertação, este blog continuará na linha católica anti-comunista, pelo bem do Brasil. MAIS

quarta-feira, 12 de maio de 2021

Xi pensa num choque universal de raças e civilizações

A propaganda oficial vem incitando os espíritos para um conflito universal
A propaganda oficial vem incitando os espíritos para um conflito universal
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







A China escolheu protagonizar uma guerra civilizacional contra os EUA e o Ocidente, quer dizer uma guerra total em todos os campos da atividade do homem, escreveu Gordon G. Chang, autor especializado na China e membro do Conselho Consultivo do Gatestone Institute.

Uma das palavras-código do regime de Pequim é “pólvora” com a qual sinaliza que está pensando em guerra e visa catalisar o sentimento nacionalista da China continental.

Chang observou que Pequim quer dividir o mundo em cores raciais e formar uma coalizão global contra os brancos, que no fim dará na supremacia universal da raça amarela.

Xi acredita que chegou a vez da raça chinesa, porque acha que os EUA estão ladeira abaixo. Hitler também achou algo parecido a respeito a superioridade da raça germânica e da “decadência” de seus adversários anglo-saxões, judeus e outros.

Xi convocou seu exército em rápida expansão a estar pronto para a batalha “a qualquer momento”.

A Comissão Militar Central do Partido assumiu o poder de mobilizar toda a sociedade para a guerra.

Com esses e outros apelos o Partido Comunista da China catalisa o agudo sentimento nacionalista do povo chinês preparando-o para a guerra.

Nas conversações com os EUA em Anchorage, a China falou de “forte cheiro de pólvora no ar”
Nas conversações com os EUA em Anchorage, a China falou de “forte cheiro de pólvora no ar”
O “forte cheiro de pólvora no ar” (na percepção chinesa) se fez sentir nas negociações EUA-China em Anchorage, no mês de maio (2021).

Na ocasião, Zhao Lijian, representante do Ministério das Relações Exteriores, culpou os americanos por excederem o tempo de seus comentários em... 44 segundos!

O excesso (sic!) justificou os chineses atropelar as apresentações americanas e fazerem peroratas de 20 minutos e 23 segundos, muito além dos quatro minutos acordados.

Chang multiplica as amostras da agressividade racial marxista chinesa. Por exemplo, o jornal oficial em inglês Global Times criticou Washington porque obsedado pela “supremacia branca”.

O argumento racial aparece repetidamente nas peças publicitárias do Partido Comunista mostrando insinceramente a China como protetora dos asiáticos amarelos nos EUA.

Há anos que Pequim joga a cartada da cor da pele na América do Norte. Ele já tentou dividir o Canadá em linhas raciais.

Em 2019, Lu Shaye, o embaixador de Pequim no Canadá, protestou veementemente contra o “egocentrismo ocidental e a supremacia branca”.

Xi acha Biden e os EUA uns decadentes raciais que serão dominados pela raça amarela
Xi acha Biden e os EUA uns decadentes raciais que serão dominados pela raça amarela
O movimento Black Lives Matter parece ter sido forjado pelos serviços de inteligência chineses sendo regado com abundantes fluxos de dinheiro, diz Chang.

Xi Jinping diz que a China é líder do “Oriente enquanto “o Oriente está em ascensão e o Ocidente em declínio”.

Ele evoca o Japão Imperial e sua famigerada Esfera de Co prosperidade da Grande Ásia Oriental, que nos anos de 1930 procurou unir os asiáticos contra os brancos.

Xi efetiva a teoria do livro O Choque das Civilizações e a Mudança na Ordem Mundial de Samuel Huntington.

“No mundo pós-Guerra Fria, as diferenças mais importantes entre os povos não são ideológicas, políticas nem econômicas”, escreveu o cientista político de Harvard. “Elas são culturais.”

Xi Jinping alardeia possuir a maior marinha de guerra do mundo
Xi Jinping alardeia possuir a maior marinha de guerra do mundo
Errada ou não, Xi Jinping explora a teoria para se apresentar liderando “o Oriente” numa batalha civilizacional contra “o Ocidente”.

Mao Tsé-Tung, “santo modelo” de Xi, também quis liderar a África e a América Latina contra o capitalismo americano e europeu.

Xi acredita que chegou a vez de achincalhar os EUA. Sua concepção é abominável, diz Gordon Chang, mas os americanos parecem ignorá-la.

No Ocidente, Xi conta com a mídia que faz o jogo da propaganda de Pequim
No Ocidente, Xi conta com a mídia que faz o jogo da propaganda de Pequim
Os americanos, como os ocidentais em geral, não percebem toda a violência incubada na mente de Xi jogando raças contra raças e civilização contra civilização dividindo o mundo num ódio mortal.

Os Estados militarizados raramente se preparam para o conflito e depois recuam, escreve Chang, e o Partido Comunista da China espalha cheiro de pólvora a todos os cenários do mundo.

Xi tem auto erigido seu pensamento a um nível quase divino e não só na Constituição chinesa.

Ele precipita astuciosamente o choque universal de civilizações e de raças que deve culminar com a concretização da delirante “profecia” de Mao Tsé Tung sobre o domínio universal da raça chinesa, conclui o especialista.


quarta-feira, 21 de abril de 2021

Guerra Fria chinesa prepara uma Quente?

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Enquanto um até então pouco conhecido laboratório trabalhava com o vírus Covid-19 que viraria pandemia absorvendo as atenções mundiais, a mesma China dava início a algo que poderá ser ainda pior nos próximos anos.

Os historiadores poderão chama-lo de Segunda Guerra Fria, escreveu o historiador Niall Ferguson, acadêmico do Instituto Hoover da Universidade de Stanford e autor de 15 livros, no “The New York Times”.

Essa soltou suas primeiras psico-rajadas em 2019 segundo Ferguson. Ele recusa que a nova Guerra Fria tenha começado quando Moscou enviou suas tropas em 2014 Ucrânia numa guerra aberta mal dissimulada.

O verdadeiro início da nova Guerra Fria deu-se com as sistemáticas provocações chinesas contra os EUA nos últimos anos.

E nada pode ser comparado em animosidade, universalidade e perigosidade.

Os EUA ainda podem evitar a guerra “quente”. Mas Pequim não parece hesitar: se aparecer a oportunidade, obedecerá a instrução de Mao Tsé Tung: “Nós estamos dispostos a sacrificar 300 milhões de chineses pela vitória da revolução mundial” (Jung Chang e Jon Halliday, “Mao”, Gallimard, Paris, 2005, p. 478-479).

Acadêmicos pedantes acham que a nova Guerra Fria começou com a eleição de Trump em 2016 e a política de represálias econômicas que adotou, escreve Ferguson.

Mas só em 2019 a elite política de todos os partidos americanos caiu na conta de que não era uma bandeira de Trump. E que a confrontação com a China era inevitável.

Até a senadora Elizabeth Warren, candidata presidencial democrata, começou a pedir mais severidade contra a China vermelha.

Submarinos chineses
Submarinos chineses
A opinião pública americana se inclinou nesse sentido. O reputado instituto de sondagens Pew Research Center mostrou que 47% dos americanos estava contra China em 2018 mas em 2019 passou a 60%. Hoje só 26% tem uma visão favorável do gigante vermelho.

O confronto que começou como guerra comercial se generalizou rapidamente e criou um acúmulo de conflitos.

Guerra tecnológica planetária com a empresa Huawei, extensão do Exército Vermelho, pelo domínio da rede de comunicação 5G; choque ideológico pelos abusos contra os direitos humanos de minorias étnicas e religiosas no Sinkiang; tensões pelo tipo de cambio da divisa chinesa, manipulado inescrupulosamente pelo Banco Popular de China. A lista de frentes de combate não acaba aí.

Faz parte dessa guerra o dinheiro chinês aplicado em projetos de infraestrutura e nos bolsos de políticos, até os tidos como conservadores.

A nova Guerra Fria planetária de Xi Jinping não visa logo uma revolução mundial de Kalachnikov na mão como promoviam seus históricos camaradas soviéticos.

Em verdade, a lembrança da velha guerra fria evoca experiências próximas ao fim do mundo, lembra Ferguson, como a crise dos mísseis em Cuba, em 1962, e as múltiplas guerras convencionais como no Vietnã ou no El Salvador.

Porém, a China é tão inferior aos EUA em armamento nuclear que não pensa num enfrentamento material mas planeja e inicia batalhas em outros campos sobre tudo no ciberespaço e no espaço exterior.

Mais de 700 milhões de smarphones foram comercializados com Adds espiãs
Mais de 700 milhões de smartphones foram comercializados com Adds espiãs

Na velha guerra fria, os americanos de todas as tendências acabaram discernindo o inimigo comum – os sovietes – que os atacava em muitos continentes com fachadas diversas. Então esfriaram as divisões internas e miraram em conjunto o comunismo russo, julga Ferguson.

Agora eles estão acordando diante de um novo inimigo externo que os ataca sem bombas e sem revoluções, mas com comércio, tecnologia, investimentos... visando algum dia escraviza-los!

Acresce que a percepção desse novo inimigo poderia desviar as atenções da polarização interna americana e concentrá-las contra o tipo de guerra que propõe o comunismo chinês.

Por isso, muitos em altas esferas de poder americano, assediados pelos riscos da polarização, prefeririam uma unificação interna em torno da luta contra o dragão oriental.

Então Biden não parece tão longe de Trump se impostando ante a evidencia da espionagem e da sabotagem cibernética chinesa na política, no ambiente acadêmico, no Silicon Valley. O novo presidente de signo oposto ao anterior criou novas frentes de combate para defender a segurança nacional.

Mas é preciso ficar atentos: há grande risco em supor que os EUA vão ganhar fácil a Segunda Guerra Fria. 

Em 1969, tampouco era certa a vitória contra a URSS sem um espantoso derramamento de sangue num panorama devastador de explosões nucleares. Acabou dando certo, mas o risco foi apocalíptico.

Condenados vão a campos de trabalhos forçados como a minoria étnica de uigures
Condenados vão a campos de trabalhos forçados como a minoria étnica de uigures
A diferença entre as duas guerras frias radica no fato de que enquanto a economia soviética era catastrófica, a chinesa desafia os EUA.

Também na esfera militar, a NATO foi criada para enfrentar o Pacto de Varsóvia e suas dezenas de milhares de tanques e milhões de soldados. Contra a China não foi feito nada de comparável.

E, se bem a China moderna nasceu e cresceu não como produto do comunismo de Mao, mas é criação de capitais ocidentais, o sonho fanático do comunismo universal não mudou no coração das fileiras do Partido Comunista Chinês.

“O objetivo de Mao era que a China se tornasse uma superpotência para que quando ele falasse o mundo inteiro ouvisse (...) ele cuidava bem de não esclarecer a natureza militar desse plano, a qual ainda é muito pouco conhecida na China” (Jung Chang e Jon Halliday, op.cit. pág. 414)

Enquanto os EUA e seus aliados econômicos ficassem fornecendo ingenuamente os capitais e a tecnologia que os dirigentes maoistas queriam, nada iria acontecer e as relações Oriente-Ocidente viveriam uma grande distensão.

Censura de pesadelo caiu sobre Honk Kong
Censura de pesadelo caiu sobre Honk Kong
Mas no dia em que a opinião pública ocidental der sinais de abrir os olhos, Pequim pode tentar o grande golpe antes que os EUA e aliados se unam para dissipar o dragão maoista que esconde as unhas.

Então, Pequim poderá querer que essa Guerra passe de Fria para Quente, antes de que os EUA abram os olhos, como abriram em Pearl Harbor.

A Fria está em andamento e a Quente não começou. Se a história ensina algo, é que as situações falsas e precárias acabam mal.

Quando essa espada de Dâmocles cairá como adaga assassina sobre o planeta? É aventurado adiantar datas, mas se cair, podemos temer que venhamos a sabê-lo tarde demais.

É hora de acordarmos antes que aconteça.



quarta-feira, 14 de abril de 2021

Egito faz capital faraónica
perto do Canal de Suez com apoio chinês

Nova capital do Egito a China põe um pé perto do Canal de Suez
Nova capital do Egito: a China põe um pé perto do Canal de Suez
Luis Dufaur
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A pandemia está provocando gravíssimos danos à economia dos países em nível nacional e no intercambio mundial. Notamos isso na própria vida cotidiana.

Porém certos países estão fazendo despesas sem fundo como se estivessem lucrando fabulosamente na crise atual.

Nota comum das nações com economias em grave decadência é o fato de pertencerem à área de cultura cristã (ou ex-cristã).

Em sentido contrário, países comunistas ou pagãos se apresentam como nadando na abundância e tirando imensos lucros.

A China lidera este desequilíbrio econômico ovante. É um fenômeno suspeito de que temos tratado muito no nosso blog.

Mas não é o único estado anticristão avançando. É também o caso, entre outros, de países islâmicos.

De alguns se conhece a origem da riqueza: o petróleo e seus derivados. Mas os combustíveis estão prejudicados pela recessão no consumo.

Agora a macro mídia habitualmente montada contra os ricos, não se espanta – e até admira – informando que o Egito apressa a construção no meio do deserto de uma capital no estilo nova normalidade, a leste do Cairo, a custos multibilionários, que descreveu “La Nación”.

Centro financeiro da nova capital administrativa egipcia
Centro financeiro da nova capital administrativa egipcia
O presidente Abdel Fattah al-Sisi quer que já neste ano os primeiros funcionários públicos comecem a se mudar.

A avenida dos ministérios evoca os templos faraônicos e o governo se instalará num complexo islâmico dominado por duas cúpulas parlamentares e um enorme edifício presidencial em fase de acabamento.

Um monotrilho atravessará o distrito financeiro feito em volta de um arranha-céu de 385 metros de altura quase concluído. No fundo de um parque de 10 quilômetros de extensão se destaca uma imensa mesquita.

A cidade, conhecida até agora como Nova Capital Administrativa, funciona com tecnologia inteligente, terá uma sede universitária, locais de entretenimento e bairro diplomático.

O financiamento inicial dos Emirados Árabes Unidos ficou insuficiente e em 2015 o exército (recebe auxílios colossais dos EUA para não fazer a guerra a Israel) e o governo assumiram 25 bilhões de dólares do custo, tirados de fontes não especificadas de fora do orçamento.

Alguns créditos e fundos internacionais também foram garantidos.

A pandemia atrasou as obras. Todos os projetos da fase 1 têm uma taxa de conclusão de mais de 60%, disse Khaled el-Husseiny, responsável da nova capital.

Funcionários públicos deverão se instalar já neste ano
Funcionários públicos deverão ir se instalando neste ano
A nova cidade pretende ser um modelo de nova normalidade, embora está programada para pelo menos 6 milhões de habitantes.

Não circulará dinheiro e todos os pagamentos serão eletrônicos, um centro de monitoramento eletrônico fará a polícia, os telhados serão de painéis solares, e haverá 15 metros quadrados de área verde por morador permanente.

O projeto ainda levará décadas para ficar completado embora o governo se mudará enquanto as obras continuam, diz Amr Khattab, porta-voz do Ministério da Habitação.

Milhares de unidades residenciais estão vazias ao longo da rota de entrada da cidade. Mas segundo Khattab, 5 mil das 20 mil unidades residenciais serão entregues em maio.

Os primeiros 50.000 funcionários públicos terão um serviço de ônibus gratuito e o governo Al-Sisi promete US $96 milhões em incentivos para os que se transfiram.

Husseiny esclareceu que a ferrovia começou com US$ 3 bilhões de dólares vindos da China e que o distrito comercial foi construído pela China State Construction Engineering Corporation, a maior construtora do mundo.

Funcionários públicos deverão se instalar já neste ano
A maquete da nova capital é sedutora, mas esconde projeto expansionista chinês
E aqui aparece uma mão anti-ocidental trabalhando para um país islâmico de posição estratégica sobre o Canal de Suez (12% do comércio mundial) e envolvido num intérmino conflito com Israel.

Al-Sisi iniciou múltiplos megaprojetos de infraestrutura e desenvolvimento nacional, e promete não negligenciar região alguma.

O governo argui que a nova capital reduzirá o congestionamento, mas a preocupação é que a nova cidade seja acessível só para os afilhados ideológicos esquerdistas e da Fraternidade Islâmica, covil do fundamentalismo.

O PIB nominal e o PIB per capita do Egito é a quinta parte do brasileiro. Como Egito devolverá o dinheiro emprestado, notadamente à China? Por que é que a China avançou tanto dinheiro e tecnologia?

A pandemia serve para encobrir transformações colaterais muito mal e pouco explicadas e que apontam para um mundo futuro dominado pelo marxismo pequinês.


quarta-feira, 7 de abril de 2021

Cavalos de Troia chineses na Grã-Bretanha
E no Brasil?

Base de submarinos nucleares de Faslane sob observação chinesa constante
Base de submarinos nucleares de Faslane sob observação chinesa constante
Luis Dufaur
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O governo do Reino Unido pareceu adormecido quando um magnata chinês comprou o Rosslea Hall Hotel, a seis quilômetros da base de submarinos nucleares de Faslane na Escócia.

A apenas 300 metros de distância o hotel tem uma visão panorâmica do local por onde entram e saem da base quatro submarinos de mísseis balísticos Trident e mais oito submarinos nucleares de ataque britânicos, alertou o site Bitter Winter.

No Comitê de Relações Exteriores do Reino Unido que debatia os campos de concentração de Xinjiang, se fizeram ouvir relatos da complacência governamental em questões cruciais de segurança interna e de educação superior.

O presidente do comitê, Tom Tugendhat, pediu esclarecer se o governo do Reino Unido tinha percebido que estava pura e simplesmente “cooperando com um poder estatal muito hostil”.

quarta-feira, 31 de março de 2021

Pequim atropela a Igreja Católica

Pequim atropela a Igreja Católica
Pequim atropela a Igreja Católica
Luis Dufaur
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A partir de 1º de maio (2021), as repartições do governo socialista rotuladas “igreja patriótica” e “conferência dos bispos”, nenhuma delas reconhecida por Roma, selecionarão, aprovarão e ordenarão os novos bispos “católicos” sem ouvir o Vaticano.

As instruções desse atropelo marxista estão contidas no catálogo rotulado “Medidas Administrativas para o Clero Religioso”, traduzido integralmente pelo site Bitter Winter, informou a agencia Catholic News

A repartição estatal Associação Patriótica Católica Chinesa (CCPA) selecionará os candidatos que serão “aprovados e consagrados pela Conferência dos Bispos Católicos da China”. Nenhuma delas tem qualquer poder para isso e o resultante serão “bispos” ilegítimos.

As “Medidas Administrativas” não reconhecem papel algum ao Vaticano apesar do acordo secreto Vaticano-China de 2018 renovado em outubro de 2020. Esse faria depender as nomeações de um mecanismo de diálogo, estranhamente secreto, e nulo para muitos.

Segundo se especulou a “Igreja Patriótica” apresentaria candidatos a bispos que deveriam ser aprovados ou vetados pela Santa Sé. O Vaticano noticiou que até novembro três bispos foram nomeados respeitando o acordo fajuto.

O cardeal Joseph Zen, ex-bispo de Hong Kong, disse que se o Vaticano levasse a sério a missão confiada por Jesus Cristo deveria vetar repetidamente os candidatos episcopais apresentados na realidade pelo Partido Comunista chinês.

quarta-feira, 24 de março de 2021

China procura raça comunista “superior” ou escrava

O Dr. He Jiankui foi condenado a prisão pelas suas experiências genéticas em crainças
Dr. He Jiankui, condenado a prisão pelas suas experiências genéticas em embriões humanos
Luis Dufaur
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Os serviços de inteligência dos EUA fizeram uma descoberta estarrecedora: “a China conduz testes em militares do Exército Popular de Libertação da China com a esperança de cultivar soldados com habilidades biologicamente aprimoradas”, denunciou o então Diretor de Inteligência Nacional John Ratcliffe, no Wall Street Journal no artigo “A China é a Ameaça nº 1 à Segurança Nacional”, 3/12/2020.

Todo o empenho chinês está posto em atingir a “hegemonia biológica”. “Para Pequim não há nenhum limite ético na busca do poder”, salientou Ratcliffe, citado por Gordon G. Chang, Senior Fellow do Gatestone Institute.

Os horrores dos experimentos do Terceiro Reich para criar uma “raça superior” pareciam relegados a arrepiantes documentários no Youtube.

Mas sob a bandeira marxista de Xi Jinping são uma realidade que está sendo tentada enquanto o leitor acompanha estas linhas.

O perigoso e sádico trabalho do Dr. He Jenkui em Shenzhen foi pego e provocou um bafafá internacional, sendo multado e condenado a três anos de prisão por “conduzir ilegalmente a edição de genes de embriões humanos”.

terça-feira, 16 de março de 2021

Expurgos de Xi
para acaparar poderes e suprimir dissidentes

Ex-banqueiro Lai Xiaomin executado
Ex-banqueiro Lai Xiaomin executado
Luis Dufaur
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As convulsões internas no comunismo chinês com suas lutas pelo poder, entrechoques pessoais sanguinários, crimes e corrupção, são opacas para os não iniciados.

Essa escuridão em parte se compreende pelo culto do mistério que marcou a psicologia do poder já no paganismo antigo e em outra grande parte no desapiedado igualitarismo não menos cruel do marxismo.

Aos ocidentais chegam apenas as repercussões dessas lutas cainitas revestidas das aparências excogitadas pelo vencedor. Em diversos posts tivemos ocasião de ecoar o noticiário de purgas, corrupção e extermínios. Veja por exemplo: Corrupção no comunismo chinês supera os recordes da América Latina

A ascensão de Xi Jinping soou como gongo fúnebre para aqueles – comunistas sinceros ou não – que adotaram um confuso liberalismo econômico que sonhava com se aproximar do capitalismo.

terça-feira, 9 de março de 2021

É tirania despótica,
mas os amigos de Xi veem liderança

É tirania despótica, mas os amigos de Xi veem liderança
É tirania despótica, mas os amigos de Xi veem liderança
Luis Dufaur
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A obsessão pelo controle das ideias, do tamanho das famílias, da fidelidade ao Partido, das religiões, etc., é devoradora na China. E Xi Jinping é seu mais recente e radical executor, disputando a macabra herança de Mao Tsé Tung.

As esquerdas ocidentais, que clamam pelos direitos humanos, pelos direitos das minorias, das mulheres, da cultura, etc. etc. foram e seguem sendo insensíveis aos crimes de massa do comunismo chinês.

Em maio de 68, nas ruas de Paris durante a revolta da Sorbonne, ou no campus de Berkeley, na California, o nome de Mao compunha alguns dos slogans mais cantados pelos militantes do sexo livre, da droga e da anarquia.

Marx, Mao, Marcuse e McLuhan compunham as “4Ms” do anti-establishment. Charles Manson com seus crimes abjetos completava por fora o leque das “Ms”.

Há matéria para um livro reconstruindo esta história dos demolidores da humanidade.

Nas últimas décadas o presidente americano Bill Clinton escreveu algumas das mais danosas páginas desse Thriller. Com um sorriso lunar, se mostrou esperançoso de que a internet facilitaria a abertura política no império ditatorial pequinês.

quarta-feira, 3 de março de 2021

Corrupção no comunismo chinês supera os recordes da América Latina

O general Gu Junshan tinha em sua mansão uma estátua de ouro e pedas preciosas do fundador do comunismo chinês.
O general Gu Junshan tinha em sua mansão uma
estátua do fundador do comunismo chinês feita de ouro e pedras preciosas.
Luis Dufaur
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Um tribunal militar chinês condenou à morte o antigo responsável pela logística das Forças Armadas vermelhas, general Gu Junshan, por corrupção, desvio de verbas, propinas, abuso de poder e uso ilícito de fundos estatais, segundo noticiou a agência oficial Xinhua, citada por La Nación de Buenos Aires.

A sentença incluiu as possibilidades de adiamento e mutação da pena em prisão perpétua.

Os ativos pessoais do general Gu foram confiscados e ele foi degradado de sua condição militar, acrescentou a Xinhua.

Preso em 2014, Gu teria recebido propinas de aproximadamente 600 milhões de yuanes (96 milhões de dólares) de um esquema ilícito que movimentou cerca de 4,8 bilhões de dólares, segundo cálculos do semanário Phoenix Weekly, vinculado ao governo central chinês.

Os escândalos sul-americanos fazem pálida figura ao lado da corrupção socialista chinesa, embora se lhe assemelhem em muitos pontos.

Segundo o Phoenix Weekly, Gu enchia carros de luxo com lingotes de ouro que presenteava a seus ‘colaboradores’. 

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

'Big Brother' das religiões se instala em Pequim

O Big Brother marxista fará espionagem especial dos religiosos
O Big Brother marxista fará espionagem especial dos religiosos
Luis Dufaur
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Em Pequim, a Administração Estatal socialista para Assuntos Religiosos (SARA) lançou um banco de dados para catalogar clérigos, monges, padres e bispos de qualquer religião, seita ou crença.

Ele registrará “recompensas” e “punições” incluindo “o cancelamento” do ministério e “outras informações” na sua maioria provenientes dos serviços repressivos, informou a agência AsiaNews.

O ponto central da espionagem será indagar se eles “apoiam a liderança do Partido Comunista Chinês e o sistema socialista”, se “resistem às atividades religiosas ilegais, ao extremismo religioso e à infiltração de forças estrangeiras que usam a religião”, leia-se missionários.

A base de dados foi incluída no artigo 33 do novo documento “Medidas administrativas para o pessoal religioso” feito para reforçar o controle total das experiências religiosas na China.

Ele contém 7 capítulos e 52 artigos voltados para a perseguição, foi publicado em novembro de 2020 e entrará em vigor em 1º de maio de 2021.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

A terrível lição da maior Reforma Agrária da História

Mulher famélica pede comida nuna imagem rotineira da China revolucionária
Mulher famélica pede comida nuna imagem rotineira da China revolucionária
Luis Dufaur
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Era preciso tirar a China comunista da miséria e estagnação. E em 1957 o líder comunista Mão Tsé Tung lançou o chamado Grande Salto Adiante um inumano esforço igualitário para tirar a economia socialista daquela situação.

Foi de um desastre para outro muito pior. Mao descobriu que o país andava sobe duas pernas: a industrial e a agrícola. E excogitou o impensável: todo o sangue da agrícola devia passar para a indústria.

O método é bem conhecido no Brasil: a coletivização da terra e a organização militrarizada do campesinato em comunas, ou assentamentos. Acabou sendo o modelo inspirador da reforma agrária socialista confiscatória brasileira, das CEBS agrícolas e do MST.

A desgraça da coletivização forçada da terra, executada em aras de uma utopia igualitária, gerou a pior fome da historia da humanidade: 45 milhões de cadáveres, segundo as mais recentes estatísticas.

O Grande Salto Adiante virou o Grande Salto Mortal para dezenas de milhões de chineses que se extinguiram sem terem o que comer, bem como para centenas de milhões de outros que com dificuldades indizíveis fugiram da extinção pela carência.

Poderia ter sido o destino do Brasil, e ainda poderá sê-lo caso se apliquem as fantasias teológico-igualitárias da CNBB e de seus ativistas, pregadores e tentáculos subversivos.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

Advogada condenada por informar a verdade em Wuhan

A advogada Zhang Zhan denunciou irregularidades em Wuhan e foi condenada
A advogada Zhang Zhan denunciou irregularidades em Wuhan e foi condenada
Luis Dufaur
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Zhang Zhan, advogada de 37 anos e “cidadã jornalista” chinesa foi condenada a quatro anos de prisão após informar sobre a quarentena em Wuhan.

Foi acusada de “provocar agitação” por um tribunal de Xangai num julgamento de várias horas disse Ren Quanniu, um de seus advogados à Agência France-Presse (AFP), escreveu “Le Monde” de Paris.

Uma dúzia de diplomatas estrangeiros tentou sem sucesso entrar no tribunal onde o julgamento ideologicamente deformado estava sendo realizado, mas a polícia os empurrou para longe junto com os jornalistas.

A expressão “provocação à agitação” é usada contra os opositores da ditadura marxista de Xi Jinping.

O tribunal a acusou de disseminar informações falsas na Internet, acrescentou seu outro advogado, Zhang Keke. “Ela acredita que morrerá na prisão”, explicou Keke.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

Escravos do 5G chinês?

Tentáculos cibernéticos controlarão qualquer um desde a "nuvem"
Tentáculos cibernéticos controlarão qualquer um desde a "nuvem"
Luis Dufaur
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A organização internacional Human Rights Watch (HRW) afirma ter uma detalhada lista de 2.000 prisioneiros uigures, (turcomenos da Ásia Central, 8.680.000 pessoas no total), presos pelo sistema repressivo chinês entre 2016 e 2018 na cidade de Aksu, na região de Xinjiang.

Membros dessa minoria muçulmana teriam sido presos após serem localizados pelo software “Plataforma de Operações Conjuntas Integradas” (IJOP), divulgou Yahoo!

É um software que rastreia a atividade online e a vida diária das pessoas por meio de um amplo sistema de vigilância eletrônica existente na região.

E cria um enorme banco de informações pessoais como tipo de sangue, altura, afiliação política ou religiosa e até mesmo seu consumo de eletricidade ou combustível de cada indivíduo.

As menores ações dos indivíduos são fiscalizadas, em particular, pelo rastreamento de smartphones ou dos milhões de câmeras de Circuito Fechado de TV instaladas na província.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Partido Comunista inocula fakes em apps

Luis Dufaur
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Empresas chinesas de tecnologia com fachada comercial são órgãos dos serviços policiais para censurar informações, controlar os cidadãos, espioná-los e lhes enviar mensagens falsas com conteúdo ideológico dissimulado mas adaptado ao público alvo.

O Partido Comunista Chinês (PCCh) fornece o aplicativo de leitura de notícias da ByteDance ligado ao TikTok para inocular propaganda do regime.

A astúcia foi revelada em um documento interno trazido à luz pelo Epoch Times.

Os algoritmos funcionam de forma semelhante no aplicativo ByteDance e no TikTok, apontado pela administração norte-americana em 2020.

Esse coleta dados dos usuários com riscos para a segurança nacional.

Em 2016, o escritório de propaganda da cidade de Luohe, no centro da China, instruiu a todos os comitês do Partido Comunista Chinês para abrir contas no Toutiao, outra app popular de coleta de notícias de propriedade da ByteDance.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Brasil recebe e Argentina recusa patrulheiro EUA contra a pesca ilegal chinesa

Patrulheiro EUA navegará vários meses no Atlântico Sul
Patrulheiro EUA USCGC Stone enviado ao Atlântico Sul
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Os EUA ofereceram um navio guarda-costas de mais de 4.000 toneladas para patrulhar águas profundas no Atlântico Sul em cooperação com o Brasil, a Argentina, a Guiana e o Portugal, informou o “Clarín”.

Trata-se do navio patrulha USCGC Stone (Cortador da Guarda Costeira dos Estados Unidos) que chegou ao Rio de Janeiro em 18 de janeiro para exercícios conjuntos com a Marinha nacional.

Depois prossegue para o porto de Mar del Plata para uma recepção meramente protocolar posto que os exercícios combinados com o governo Macri foram suspensos pela atual administração esquerdista argentina.

Agora com Joseph Biden em Washington e Alberto Fernández na Casa Rosada, o ponteiro ideológico se inverteu para a esquerda no país vizinho.

A grande beneficiada no caso foi a China e os grandes prejudicados são os países sul-americanos que estão tendo seus recursos pesqueiros continua e ilegalmente depredados.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

China saqueia recursos pesqueiros sul-americanos

Pesqueiro ilegal chinês tenta fugir da guarda costeira argentina
Pesqueiro ilegal chinês tenta fugir da guarda costeira argentina
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A América do Sul entrou nas redes das grandes frotas pesqueiras ilegais chinesas. Em 2020, uma delas com cerca de 300 barcos atravessou o Estreito de Magalhães e, posteriormente, ficou rondando as Galápagos, no oceano Pacífico.

O site defesa net da Marinha do Brasil difundiu análise em novembro 2020 com o título Pesca Ilegal na América do Sul: pontos de atenção e dilemas.

Enquanto que a agencia oficial alemã de informações Deutsche Welle (DW) publicou Aliança Sul-americana contra a pesca estrangeira ilegal no Pacífico.

Estas frotas majoritariamente chinesas, procuram litorais menos fiscalizados como os da África. Mas quando ficaram conhecidas e passaram a sofrer controles, vieram com mais frequência a depredar o Sul do Atlântico e do Pacífico, denuncia Marsemfim.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

Sedes diplomáticas atacadas com radiações na China e em Cuba

O consulado americano em Guangzhou também foi alvejado,
O consulado americano em Guangzhou foi alvejado,
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Há anos vem se discutindo a causa de estranhos mal-estares passados por funcionários de delegações diplomáticas ocidentais em países comunistas, denominados "Havana syndrome".

Especulou-se com ondas de algum tipo sonoro bombardeadas pelos serviços secretos marxistas. O certo é que diversos funcionários tiveram que interromper seus serviços e até retornar a seus países.

Agora parece se ter identificado a causa desses esquisitos problemas do pessoal diplomático dos EUA em Cuba e na China como sendo uma radiação de micro-ondas “direcionada”, recolheu “La Nación”.

É o que conclui um novo relatório do comitê da Academia Nacional de Ciências dos EUA.

O estudo foi encomendado pelo Departamento de Estado e divulgado na tentativa de encontrar a causa das doenças misteriosas no pessoal diplomático dos EUA em Havana no final de 2016.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

Xi Jinping convoca soldados
a se “preparar para a guerra”

Xi Jinping pediu “toda a energia na preparação para a guerra”
Xi Jinping pediu “toda a energia na preparação para a guerra”
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O ditador chinês Xi Jinping pediu a suas tropas que “coloquem toda a sua mente e energia na preparação para a guerra”, numa visita a uma base militar na província de Guangdong, no sul, noticiou “Clarín”.

A agência estatal Xinhua informou que na inspeção do Corpo de Fuzileiros Navais do Exército de Libertação do Povo na cidade de Chaozhou, Xi pediu aos soldados ficar “em alerta máximo” e pediu-lhes ser “absolutamente leais, puros e confiáveis”.

O principal objetivo da visita de Xi foi discursar na comemoração do 40º aniversário da Zona Econômica Especial de Shenzhen, criada em 1980 em volta de Hong Kong para atrair capital estrangeiro e que desempenhou um papel vital em erguer a economia chinesa do descalabro maoista.

A visita militar ocorria enquanto as tensões entre a China e os EUA atingiam o seu ponto mais alto em décadas, com divergências sobre Taiwan e a pandemia do coronavírus.

Segundo “The Sun” o ditador voltou a exortar a “combater até a morte” falando para a Comissão Central Militar no Hotel Jingxi em Pequim.