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| Câmaras de vigilância na Praça de Tiananmen |
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Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs |
A Administração do Ciberespaço da China (CAC) instituiu o controle digital sobre quem não concordar com o 14º Plano Quinquenal do Partido Comunista (PCCh) que se somou a mais de 150 normas repressivas criadas desde 1994.
Durante 2024, em mais de quarenta “operações especiais” suprimiu mais de vinte milhões de endereços de “conteúdo ilegal ou prejudicial” incluídas as atividades religiosas.
O CAC dispõe que os descontentes sejam encarcerados.
A China reivindica uma “soberania cibernética” e quer ser “democraticamente” a superpotência controladora internacional dos usuários da Internet.
Fonte: “Bitter Winter”.





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