O Test behind the Great Firewall of China, confirmou mais uma vez que nosso blog ESTÁ BLOQUEADO NA CHINA. A máquina repressiva impede o acesso em Pequim (confira); em Shangai (confira); e agora em Guangzhou (confira). Hong Kong é a exceção (confira). Enquanto Pequim não cobrar medidas coercitivas dos seus correligionários brasileiros ou da Teologia da Libertação, este blog continuará na linha católica anti-comunista, pelo bem do Brasil. MAIS

terça-feira, 28 de abril de 2009

China explora a crise visando a hegemonia marxista mundial

Zhou Xiaochuan, presidente Banco Central
No meio da crise que aflige as economias, o Banco Central da China comunista sugere substituir o dólar por uma moeda internacional desligada de qualquer governo.

A proposta foi divulgada no site do BC chinês com a assinatura do seu presidente Zhou Xiaochuan.

A medida é de difícil implementação em épocas de bonança. Mas, propó-la em meio a crise foi mais um feio golpe desferido à confiança na moeda americana e na economia mundial. As grandes bolsas voltaram a cair, e a própria China deu astuto meio passo atrás no dia seguinte.

Pequim é o maior detentor de títulos do Tesouro americano e poderia sofrer graves perdas se o dólar ficasse abalado. Exercicio militar chines, ShijiazhuangPorém, Mao instruiu seus discípulos, que hoje mandam em Pequim, para não hesitarem em sacrificar a vida de 300 milhões de chineses se esse é o preço para estabelecer a hegemonia maoísta no mundo.

Com maior razão a China pouco se importará em perder perto de um trilhão de dólares em títulos americanos se, a esse “pequeno” preço conseguir derrubar a economia de seu maior adversário ideológico: os EUA.

Pouco depois Pequim concedeu 70 bilhões de yuans num crédito swap à Argentina. O gesto, embora limitado, revelou o sonho acariciado pela ditadura socialista: algum dia fazer de sua moeda o valor de referencia mundial para melhor garantir a supremacia socialista no mundo.

Declarações do presidente Lula na linha de substituir o dólar nas relações econômicas internacionais devem ter sido acolhidas com alegria nos antros da ditadura de Pequim.

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terça-feira, 14 de abril de 2009

Bispos e dezenas de padres presos na China: fruto de acordo falaz proposto pela ditadura

Mons. Giulio Jia Zhiguo, bispo de Wuqiu preso pela polícia chinesaMons. Jia Zhiguo, bispo “subterrâneo” (fiel a Roma) de Zhengding foi seqüestrado na sua cassa por cinco policiais e está “desaparecido”.

Este novo abuso repressivo representou mais um “golpe para a estratégia de unificação da Igreja chinesa lançada pela Santa Sé”, escreveu o Pe. Bernardo Cevellera, diretor da agência AsiaNews e um dos maiores conhecedores do catolicismo chinês.

Os fiéis chineses acham que essa estratégia só serve à ditadura comunista.

D. Jia tem 74 anos e sofre várias doenças contraídas nos longos anos passados nos cárceres comunistas, além das ligadas à idade. A policia socialista tenta doutriná-lo nas posições anti-católicas do Partido Comunista.

Também lhe exige aderir à Associação Patriótica, coisa que leva a romper com a Santa Sé, qualquer que seja a modalidade escolhida.

O bispo “patriótico” (submisso ao PC chinês) Mons. Jang Taoran, de Shijiazhuang, tinha-se reconciliado com a Santa Sé e aceitara colaborar com D. Jia, ficando seu bispo auxiliar.

Porém, a cismática “Igreja patriótica” não quer saber de acordos sinceros, mas apenas de manobras para pôr os católicos verdadeiros sob a bota da ditadura socialista. E denunciou os dois.

Porta campo concentração de SujiantunA polícia chinesa disse a D. Jia que “a unidade dos bispos é ruim porque desejada por uma potência estrangeira como o Vaticano. Se unidade haverá, será através do governo e da Associação Patriótica”.

D. Jia recusou-se a assinar a adesão a esse grupo dissidente e a polícia prometeu puni-lo. Agora efetivou as ameaças.

Na mesma região de Hebei, o sacerdote “clandestino” (fiel a Roma) Paolo Ma, 55, de Dung Lü, foi preso por celebrar a Missa para um grupo de fiéis.

Os controles e prisões arbitrárias estão aumentando nessa região onde se concentra grande parte dos católicos chineses, noticiou AsiaNews.

O esquema repressivo do governo conluiado com os sacerdotes e bispos “patrióticos” acelerou as violências, pois se aproxima o aniversário do assassinato de Mons. Giuseppe Fan Xueyan, bispo de Baoding.

Ele é considerado mártir pelos genuínos católicos. Todo ano os fiéis visitam seu túmulo onde fazem orações em comum.

Sacerdote confessa na ruaD. Fan foi seqüestrado pela polícia e levado a um campo de concentração em 1992. Na noite de 13 de abril do mesmo ano seu corpo com evidentes sinais de tortura foi abandonado num saco de lixo na porta da casa de parentes.

AsiaNews lembra que há mais dois bispos “subterrâneos” desaparecidos há anos: D. Giacomo Su Zhimin (da diocese de Baoding, Hebei), seqüestrado pela polícia em 1996, e D. Cosma Shi Enxiang (diocese de Yixian, Hebei), 86, “desaparecido” em 13 de abril de 2001.

Também há dezenas de sacerdotes “subterrâneos” em prisões e campos de trabalho forçado. Tal vez alguns deles já ingressaram na gloriosa coorte de mártires que desde o Céu intercedem junto a Nossa Senhora pela conversão do conjunto da China.

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