O Test behind the Great Firewall of China, confirmou mais uma vez que nosso blog ESTÁ BLOQUEADO NA CHINA. A máquina repressiva impede o acesso em Pequim (confira); em Shangai (confira); e agora em Guangzhou (confira). Hong Kong é a exceção (confira). Enquanto Pequim não cobrar medidas coercitivas dos seus correligionários brasileiros ou da Teologia da Libertação, este blog continuará na linha católica anti-comunista, pelo bem do Brasil. MAIS

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Sede de catolicidade cresce na China

Impressionante número de chineses receberam o batismo na noite de Páscoa, notadamente nas regiões onde os católicos sofrem perseguição e prisões. Segundo a agência vaticana Asianews, a onda de conversões é tal que ficou difícil encontrar padrinhos para os catecúmenos em quase todas as grandes cidades. Os novos católicos são em geral professores e estudantes universitários ou altos funcionários. Eles se sentem frustrados devido à vida materialista imposta pelo regime marxista. Só o Catolicismo os satisfaz. A polícia radicalizou as devassas e violências contra a Igreja do silêncio chinesa — a igreja fiel a Roma. 17 bispos estão desaparecidos ou detidos em regime de isolamento.

Produção “made in China” desmoraliza produtos de alta qualidade

Um grupo de casas européias de alto padrão, bom gosto, tradição, artesanato e até arte dão o tom das jóias, relógios, perfumes e roupas. Essas casas sofreram um golpe que pode ser fatal: transpareceu na imprensa que algumas delas começaram a produzir seus artigos na China. Embora não sejam todas, nem a totalidade dos produtos, a dúvida vem sendo demolidora. Degradada essa fina e seleta produção, toda a pirâmide de artigos de bom gosto e qualidade no Ocidente poderá ser achatada. Assim, a massificação desejada pelo comunismo desfecha um duro golpe contra a cultura ocidental.

“Trabalho escravo” de chinesas fecha fábricas no Brasil


Operárias chinesas são obrigadas a trabalhar 94 horas semanais para fabricar bonecas, depois exportadas a preços muito baixos. As condições inumanas do trabalho na China comunista foram denunciadas pelo China Labor Watch and National Labor Committee (EUA). A concorrência imoral chinesa provoca o fechamento de fábricas em países como o Brasil. A China visa a hegemonia marxista mundial por todos os meios. Entende-se, então, por que as esquerdas nacionais não só não protestam contra essa concorrência desleal, mas até favorecem a China mediante acordos e negócios prejudiciais para o País.

China comunista não consegue deter conversões ao catolicismo


O crescimento do número de católicos na China, sobretudo entre jovens, causa alarme no governo comunista, noticiou a agência vaticana AsiaNews. Os batismos em massa tornaram-se freqüentes. A TV oficial Televisão Central da China informou que o mais recente deles realizou-se em Pequim, tendo incluído 165 catecúmenos. A proteção à religião, que consta na Constituição chinesa, é puramente formal. Os católicos que desejam praticar seriamente a religião devem fazê-lo clandestinamente, correndo o risco de violências, prisões e até tortura. Hoje como sempre, o sangue dos mártires é semente de novos católicos. Para desviar os católicos, o governo comunista criou inclusive uma chamada Igreja Patriótica, espécie de caricatura da Igreja Católica, que não aceita o Papado.

China reconhece: é a fonte do macabro tráfico de órgãos


O governo da China comunista reconheceu que alimenta o macabro mercado negro de órgãos para transplante, extraindo-os de presos executados, sem aprovação dos familiares. Há tempos, médicos chineses arrependidos denunciam esse mórbido tráfico, que inclui a execução de prisioneiros para atender a demanda dos “clientes”. Tal notícia suscita uma reflexão: enquanto a Civilização Cristã cria na Terra um ambiente que prepara as almas para o céu, o socialismo e o comunismo constroem um sistema de vida semelhante ao inferno.

Mao Tsé-Tung teria mandado martirizar frades

Mao Tsé-Tung

O vice-postulador dos franciscanos em Valencia (Espanha), Padre Benjamín Agulló, investiga o martírio de Frei Pascual Nadal, missionário da Ordem de São Francisco, decapitado na China em 1935. Frei Pascual tem fama de santidade na região onde fez apostolado. Mesmo ante a aproximação de uma coluna comunista chefiada por Mao Tsé-Tung — que impôs o comunismo na China — Frei Pascual, três franciscanos e três religiosas permaneceram com os leprosos de que cuidavam. "Se os comunistas me matarem, serei mártir e voarei ao Céu!", disse. Todos foram interrogados por Mao Tsé-Tung, e só frei Pascual e frei Epifânio Pegoraro não foram liberados. Pouco depois um verdugo os degolou com uma espada, sem piedade.

Abalos na China ameaçam tumultuar o mundo


Avistam-se grossas turbulências na China, escreveu Nicholas D. Kristof no “New York Times”. A ditadura comunista tenta um equilíbrio impossível entre liberdade econômica controlada e ditadura socialista. De um lado, o povo quer mais liberdade e menos comunismo, de outro os marxistas estão irados contra a expansão da iniciativa privada. Essas realidades antagônicas geram inúmeros motins e a escalada da repressão. Os abalos da China afetarão o mundo, especialmente aqueles países que imprudentemente fixaram lá fábricas das quais dependem para progredir do ponto de vista econômico.

China estende tentáculos na América Latina

A China comunista fornece armas e treinamento a militares latino-americanos, informou o "Washington Times". Para a BBC, emissora londrina, o caso do Brasil é alarmante. O general americano Bantz J. Craddock mencionou o Peru, o Equador e a Bolívia, além do Brasil. O senador James M. Inhofe, de Oklahoma, disse que a China procura firmar acordos nucleares com a Venezuela e a Argentina. Ofereceu mísseis anti-aéreos à Bolívia, além de vender armas diversas a Cuba, sua cliente habitual. A Venezuela está comprando maciçamente armas da Rússia. O objetivo dos chineses é voltar esses países contra os EUA, explorando a inexplicável desinformação do governo americano sobre o continente sul-americano.

Polícia chinesa espanca oposicionista até a morte


Wu Xianghu, editor do "Taizhou Evening News", jornal do leste da China que ousou criticar a corrupção no sistema de repressão comunista chinês, foi surrado até a morte por 50 policiais. Não é o primeiro caso de tortura e coerção de jornalistas por parte da polícia de Pequim. Este foi mais um fruto amargo das "conquistas" e "liberdades" do socialismo.

EUA condenam o trabalho escravo na China


O Congresso norte-americano aprovou moção por 411 votos a 1 condenando a China comunista, devido ao trabalho escravo executado em seus campos de concentração. A moção pediu à comunidade internacional, notadamente à UE, que condene o sistema repressivo chinês, e solicitou ao governo americano aplicar a lei que proíbe importar produtos provenientes de campos de trabalho forçado. Também propôs que uma comissão estudasse toda a verdade da rede de escravatura socialista chinesa. O documento, porém, corre o risco de ser simplesmente arquivado caso a opinião pública mundial não cobre a sua aplicação. E o público não foi informado a respeito do assunto pela grande mídia. No Brasil, por exemplo.

Freiras espancadas covardemente na China vermelha

Esbirros do governo comunista chinês surraram 16 freiras católicas na cidade de Xian. Uma delas teve a perna quebrada e outra perdeu um olho. Todas pertenciam à Congregação das Missionárias Franciscanas do Sagrado Coração. Cerca de 40 agentes socialistas entraram em buldozeres para demolir uma igreja católica e a Escola do Rosário anexa. Encontrando as religiosas, começaram a agredi-las, informa a agência China Aid. O governo alega a "função social" da propriedade e diz que vai punir os culpados.

Esse é mais um brutal ataque anticatólico dos comunistas chineses. A declaração de que os agressores serão punidos, ao que tudo indica, é "para inglês ver".

Exéquias de bispo chinês anticolaboracionista

Uma onda de veneração popular ignorou as proibições marxistas às exéquias públicas de D. Pierre Chang Bairen, bispo de Hanyang (China). Ele é considerado um herói da resistência católica contra a coexistência com o comunismo. D. Pierre passou 24 anos preso por não aderir à chamada Igreja Patriótica, vinculada ao regime comunista. A Cardinal Kung Foundation noticiou que ele consagrara sua diocese ao Imaculado Coração de Maria, pedindo duas graças: "1) Que nossa diocese ficasse isenta da pestilenta reforma religiosa contra o Papa de Roma; 2) Que eu, o mais débil dos homens, não seja um Judas". Obviamente, ele desagradou os eclesiásticos e civis que promovem a política de aproximação entre o Vaticano e Pequim.

Venda de criancinhas na China comunista

O governo de Pequim abandona as crianças órfãs, alimentando o sinistro negócio da venda de bebês. Na Internet, o preço de um menino de 100 dias é 3.500 dólares; e se for menina, 1.600. O site com essa "oferta" só saiu do ar quando denunciado, informou a agência vaticana "Asianews". Este é um dos muitos subprodutos monstruosos das políticas socialistas de controle da natalidade.

China promove islamismo e comunismo na África

A China comunista vetou as sanções internacionais que coibiriam os genocídios praticados pelos governos do Sudão (fundamentalista islâmico) e de Zimbábue (comunista), disse Princeton Lyman, ex-embaixador dos EUA na África do Sul. Ante o US-China Economic and Security Review Committee, em Washington, ele declarou que esses governos estão exterminando setores da população e destruindo seus países, concluindo que a China usa os recursos econômicos que o Ocidente lhe facilita para promover a revolução no continente africano.

Perseguição anticatólica aumenta na China vermelha

Bispos da chamada “Igreja católica patriótica” chinesa — cisma dependente da ditadura marxista de Pequim — vêm dando sinais de querer aproximar-se da Santa Sé. Porém a polícia chinesa continua prendendo o clero fiel a Roma, o qual é contrário ao cisma. A agência vaticana “Asianews” informou que o bispo de Hebei (norte do país), Dom Júlio Jia Zhigou, foi detido pelo governo comunista sob pretexto de “controles médicos”. A polícia o libertou pouco depois. Foi a sua segunda detenção em duas semanas, visando arrasá-lo psicologicamente. De seus 25 anos como bispo, Dom Júlio passou 20 no cárcere e quase todo o restante em prisão domiciliar. Outros 18 bispos católicos e 29 sacerdotes estão atualmente encarcerados ou desaparecidos no país. A política de distensão com o governo marxista chinês, na prática, em nada parece arrefecer a perseguição anticatólica. E pode vir a desanimar os bons católicos.

Descalabro e anarquia no interior da China comunista

As revoltas camponesas na China são cada vez mais violentas e generalizadas. O socialismo não consegue garantir a subsistência alimentar, e a desastrada industrialização multiplica os protestos, informou o diário “Le Monde” de Paris. Nas aldeias de Yiwu, província de Zhejiang, conhecidas como “a cidade do câncer”, a população expulsou mais de 3.000 policiais que tentavam recuperar 13 fábricas químicas paralisadas pelos protestos. “Todo o mundo estava com os olhos vermelhos. Tínhamos vontade de vomitar”, disse uma mulher. As crianças nasciam disformes. Centenas de veículos foram destruídos pela população indignada diante da brutalidade e da inépcia da política econômica comunista.

domingo, 29 de julho de 2007

Pequim reprime crescentes protestos


Mais de um milhão de chineses renunciaram quase simultaneamente ao Partido Comunista e à Liga dos Jovens Pioneiros. Este êxodo em massa é apenas um sinal das convulsões internas na China comunista, segundo Accuracy in Media, associação especializada nas deturpações da imprensa ocidental. A reação da ditadura de Pequim foi radicalizar a repressão, numa proporção que assustou até o esquerdizante diário "New York Times".

Bispo de Hong Kong: resistência à lei comunista

Dom Joseph Zen

Dom Joseph Zen, bispo de Hong Kong, convocou as escolas católicas a resistirem firmemente, mas de modo pacifico, à tentativa do governo comunista de instalar conselhos de controle nas escolas. Para o prelado trata-se de “salvaguardar a tradição católica na educação” contra uma tentativa “revolucionária e indiscriminada”. Com tais conselhos, diz Dom Zen, “todas as escolas ficarão sob o controle direto do Estado”. O comunismo chinês tenta dessa forma sufocar a liberdade dos católicos em Hong Kong.

Câncer pulmonar: novos recordes da China vermelha


Respirar, nas grandes cidades chinesas, é como inalar fumaça de cigarro, de tal maneira o ar está poluído. Por isso, alastra-se na população o câncer de pulmão, segundo o Departamento de Prevenção e Tratamento de Câncer, do Ministério da Saúde de Pequim. Em 2005, cerca de 500 mil pessoas contrairão esse tipo de câncer. O que significa um aumento de 43% em relação ao ano 2000.
40% dos casos de câncer pulmonar do mundo ocorrem nesse país comunista, embora ele contenha 16% da população mundial. A maioria dos casos verifica-se nas metrópoles de Xangai e Pequim. O silêncio dos meios de comunicação a respeito do assunto é muito estranho. Parece que eles só se lembram da ecologia para desmoralizar os países não-comunistas.

Sim, trabalho escravo existe, mas na China vermelha


Maus tratos, ofensas verbais, horas extras excessivas, deduções ilegais, ausência de extintores de incêndio, banheiros imundos, iluminação inadequada, funcionários que não recebem pensão, nem licença de saúde, nem seguro-desemprego ou assistência médica proporcionada, chegando a casos de dois meses de trabalho sem nenhuma folga. Estas são algumas das conclusões de um inquérito-surpresa na China comunista, realizado pela Fair Labor Association em 39 fábricas das empresas Nike, Reebok e Adidas. O inquérito não incluiu os campos de concentração — fábricas do governo de Pequim onde o trabalho, este sim, é verdadeiramente escravo!
Tais características bem poderiam ser consideradas análogas às do trabalho escravo. Entretanto, como tudo isso acontece na China comunista, ninguém protesta: nem causa preocupação à “esquerda católica” tão preocupada com o “trabalho escravo” no agronegócio brasileiro. E o Brasil continua importando em quantidades colossais o fruto do trabalho desses pobres chineses!

Reforma “liberalizante” na China: fachada fraudulenta


A tão trombeteada reforma constitucional da China comunista, para admitir a propriedade privada e os direitos humanos, não passa de tapeação. É o que se deduz das declarações de altos funcionários do regime marxista de Pequim. Eles afastaram a idéia de criar uma Corte Constitucional, ou órgão equivalente, que implemente ditas reformas.
O único órgão na China que poderia torná-las realidade seria o próprio Partido Comunista. Mas este não o fará, pois a maioria das queixas por violação dos direitos mais fundamentais são precisamente contra o Partido, segundo jurisconsulto de Pequim que não quis ser identificado.
Na China vermelha não há nem Judiciário independente nem separação de Poderes. Assim, o anúncio de tais reformas parece ser, sobretudo, manobra de guerra psicológica para iludir os inocentes-úteis e desmobilizar o Ocidente. E — é claro — atrair astronômicos investimentos econômicos, prolongando assim a existência do tirânico regime marxista.

Exageros e silêncios sobre a economia chinesa


A economia da China comunista não é o gigante tecnológico que se divulga, nem tem condições para desafiar a economia americana - escreveu Arthur Kroeber, diretor-executivo da China Economic Quarterly, de Hong Kong. O comunismo chinês explora mão-de-obra escrava. Contudo, como diz Kroeber, "a indústria nativa chinesa dorme em um leito de baixa tecnologia" e não tem indústria privada importante com dinamismo independente.

De fato, as fábricas privadas estrangeiras formam uma bolha alheia à realidade chinesa. Essa bolha beneficia muito o regime e um setor restrito da China. Mas a maioria do país permanece na paralisia crônica, fruto inevitável do comunismo.

As condições de trabalho são péssimas. Em 2003, 10 mil pessoas morreram por mês em acidentes de trabalho. A cifra dos sinistros aumentou 9% em relação a 2002. Recentemente, o gás tóxico liberado por uma explosão em Chuandongbei, no sudoeste do país, criou uma "zona morta" de 25 quilômetros quadrados. Pelo menos 191 pessoas morreram. Cerca de 10 mil habitantes das redondezas sofreram asfixia, náuseas, queimaduras e conjuntivites, segundo autoridades locais.

Comunismo chinês ameaça católicos de Macau

O bispo emérito de Macau, D. Arquimico Rodrigues da Costa, manifestou sua preocupação pelo futuro dos católicos de Macau sob o domínio da China comunista. Portugal entregou Macau ao regime de Pequim em 20 de dezembro de 1999.
“Se o regime atual continuar no poder, não vejo que a Igreja Católica possa ter um futuro na China, a não ser como Igreja perseguida”, afirmou o prelado em Fátima durante um seminário sobre a Cristandade na China. D. Rodrigues da Costa advertiu que o governo comunista “deseja controlar tudo, inclusive as religiões”.

Na China, aumenta perseguição anticatólica

Doze sacerdotes católicos da Igreja do Silêncio na China comunista, fiéis a Roma, foram detidos pela polícia em Pequim. Agentes do regime também demoliram um templo católico na província de Hebei.

Segundo a Fundação Cardeal Kung, que perpetua o nome do heróico purpurado chinês anticomunista, a polícia irrompeu no recinto onde se realizava um retiro espiritual de padres e seminaristas, conduzindo-os à força para uma delegacia. O pretexto para a medida foi que o retiro não estava aprovado pela Associação Patriótica Católica, igreja cismática a serviço do regime comunista.

A Igreja Católica verdadeira, que é clandestina, tem mais de oito milhões de fiéis. Ela mantém sua fidelidade a Roma, apesar da perseguição movida pelo governo comunista e da antipatia a ela votada pelo progressismo católico no Ocidente. Este último prefere ajudar a igreja cismática chinesa e deseja que os católicos fiéis se submetam ao regime de Pequim.