O crescimento do número de católicos na China, sobretudo entre jovens, causa alarme no governo comunista, noticiou a agência vaticana AsiaNews. Os batismos em massa tornaram-se freqüentes. A TV oficial Televisão Central da China informou que o mais recente deles realizou-se em Pequim, tendo incluído 165 catecúmenos. A proteção à religião, que consta na Constituição chinesa, é puramente formal. Os católicos que desejam praticar seriamente a religião devem fazê-lo clandestinamente, correndo o risco de violências, prisões e até tortura. Hoje como sempre, o sangue dos mártires é semente de novos católicos. Para desviar os católicos, o governo comunista criou inclusive uma chamada Igreja Patriótica, espécie de caricatura da Igreja Católica, que não aceita o Papado.

segunda-feira, 30 de julho de 2007
China comunista não consegue deter conversões ao catolicismo
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catolicismo,
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