O Test behind the Great Firewall of China, confirmou mais uma vez que nosso blog ESTÁ BLOQUEADO NA CHINA. A máquina repressiva impede o acesso em Pequim (confira); em Shangai (confira); e agora em Guangzhou (confira). Hong Kong é a exceção (confira). Enquanto Pequim não cobrar medidas coercitivas dos seus correligionários brasileiros ou da Teologia da Libertação, este blog continuará na linha católica anti-comunista, pelo bem do Brasil. MAIS

terça-feira, 29 de março de 2016

China: enquanto economia desaba,
expansionismo militar alarga

Djibouti da as boas-vindas à marinha vermelha.
Djibouti da as boas-vindas à marinha vermelha.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




A economia da China vem declinando de maneira preocupante, tumultuando a economia mundial, mas Pequim não parece disposta a reduzir as despesas crescentes de seu acentuado expansionismo militar.

O Exército do Povo anunciou a construção de sua primeira base em Djibuti, na estratégica passagem do Mar Vermelho para o Oceano Índico, local atravessado por grande número de petroleiros vindos do Golfo Pérsico com destino à Europa e aos EUA, segundo informou o jornal “El Mundo” de Madri.

O que tem a fazer a China comunista na África? As suspeitas são graves e a manobra se soma a outras visando estender a influência chinesa nos pontos nevrálgicos do comércio mundial.

terça-feira, 22 de março de 2016

Mísseis chineses em ilhas artificiais visam vizinhos

<table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"><tbody> <tr><td style="text-align: center;"><a href="https://2.bp.blogspot.com/-SnmjdJ4ppMs/VvBegaWxMrI/AAAAAAAAjUY/om_nefYGV3YqqDYlklsouZDeRoQq4VIGw/s1600/M%25C3%25ADsseis%2Bflagrados%2Bna%2Bilha%2BWoody.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"><img border="0" height="352" src="https://2.bp.blogspot.com/-SnmjdJ4ppMs/VvBegaWxMrI/AAAAAAAAjUY/om_nefYGV3YqqDYlklsouZDeRoQq4VIGw/s640/M%25C3%25ADsseis%2Bflagrados%2Bna%2Bilha%2BWoody.jpg" width="640" /></a></td></tr> <tr><td class="tr-caption" style="text-align: center;">Mísseis flagrados na ilha Woody</td></tr> </tbody></table>
Mísseis flagrados na ilha Woody
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



Na ilha artificial de Woody (“Yongxing” em chinês), no arquipélago das Paracelso, no Mar da China, Pequim instalou mísseis terra-ar, noticiou o jornal “Le Monde”.

A presença chinesa nessas ilhas ofende a soberania de países vizinhos e desafia a presença americana nesse Mar politicamente tempestuoso. O presidente Barack Obama pediu inutilmente e sem convicção a redução de tensões no teatro do conflito.

A China tinha se apossado de recifes numa região por onde transita um terço das cargas mundiais de petróleo. E ali criou ilhas artificiais sobre as quais já montou pistas para pouso de aviões militares.

Obviamente, contou com o silêncio cúmplice de seus amigos verdes do mundo inteiro, hipersensíveis às transformações em ambientes naturais quando feitas por países ocidentais.

terça-feira, 15 de março de 2016

População ativa chinesa perderá 170 milhões até 2050




No primeiro dia do ano de 2016 entrou em vigor uma adaptação da até gora chamada “política do filho único” que proibia as famílias de terem mais de uma criança.

Porém, apesar da mitigação, o governo da China reconheceu que a população ativa do país perderá 170 milhões de trabalhadores até 2050.

O critério do governo é puramente marxista, considerando apenas um ponto de vista materialista: os problemas do envelhecimento da população prejudicam a economia e se agravarão no futuro.

A Comissão Nacional de Saúde e Planejamento Familiar (NHFPC) do onipresente estado socialista estima que a faixa etária que hoje está entre 15 e 64 anos e que representa a força trabalhadora do país, cairá de 1 bilhão de indivíduos para 830 milhões em 35 anos.

terça-feira, 8 de março de 2016

Comovedor testemunho dos martírios na China sob o socialismo

O Cardeal Joseph Zen Ze Kiun falando no Congresso Eucarístico Internacional, em Cebú, Filipinas, 16-01-2016
O Cardeal Joseph Zen Ze Kiun falando no Congresso Eucarístico Internacional,
em Cebú, Filipinas, 16-01-2016



O Arcebispo emérito de Hong Kong, Cardeal Joseph Zen Ze-Kiun SDB, se dirigiu aos assistentes do Congresso Eucarístico Internacional em Cebu, Filipinas, pedindo especiais orações pelos cristãos perseguidos na China.

Ele disse que os católicos oprimidos “estão ainda em águas profundas, num fogo incinerador, uma terrível realidade”.

“Eu penso que hoje as testemunhas por excelência são os mártires”, apontou o Purpurado, de acordo com a GaudiumPress.

O Cardeal Zen relatou comovedores episódios desses martírios.

Ele mostrou como o regime anticristão transformou o sistema educativo para instigar “o desdém pela religião e particularmente pela Igreja”.

Numa reunião de mestres, as autoridades tentaram obter dos educadores o pedido de expulsão do Núncio Apostólico, ainda em funções, e dos missionários estrangeiros sob a acusação de serem agentes ‘imperialistas’.

No momento decisivo da votação, um jovem sacerdote presente levantou a voz e respondeu: “Não nos está sendo permitido declarar contra a Igreja, contra o Papa, contra o Sucessor de São Pedro, contra aqueles que representam Cristo em nossa Igreja”.

“Sua voz isolada causou um choque”. O corajoso sacerdote “desapareceu nesse dia” e morreu na prisão, lembrou o Cardeal.

terça-feira, 1 de março de 2016

China exporta modelo de repressão da Internet

Os internautas devem tomar muito cuidado com o que tentam ver ou com o que escrevem: a ditadura os observa e pune se não gostar
Os internautas devem tomar muito cuidado com o que tentam ver
ou com o que escrevem: a ditadura os observa e pune se não gostar



O presidente comunista chinês Xi Jinping inaugurou na cidade de Wuzhen a segunda Conferência Internacional de Internet, segundo informou o jornal espanhol “El Mundo”.

O país não podia ser mais mal indicado, pois a China comunista esmaga a Internet com uma vigorosa e injusta censura e uma espionagem policialesca.

As autoridades socialistas perseguem os internautas com o pretexto de “salvaguardar a soberania e a segurança nacional”, segundo propala a agência oficial de notícias Xinhua.

Xi Jinping não fez segredos em seu discurso inaugural. A “segurança” – leia-se prisão dos que não pensam como o governo – deve se desenvolver paralelamente à expansão da Internet.

Ele advogou pela “ordem do ciberespaço de acordo com a lei”. A lei marxista que, segundo Xi, “todos devem obedecer” sob pena de prisão, trabalhos forçados, cárceres negros, além de outras “delicadezas” que o regime socialista dispensa ao internauta que mandou um e-mail tido como crítico ao regime.