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terça-feira, 29 de setembro de 2015

Ditadura chinesa enfurecida contra bispo fiel
que usou anel e barrete

Mons José Martin Wu Qinjing bispo de Zhouzhi, província de Shaanxi



O Bispo de Zhouzi, Dom Wu Qinjing, foi sagrado com a aprovação da Santa Sé, mas não foi reconhecido pela Associação Patriótica Católica Chinesa, ou Igreja Cismática, que recusa a autoridade do Papa, como divulgou a agência ACIDigital.

Agora, em um ato público na catedral de sua diocese, o bispo desafiou as autoridades socialistas usando o barrete e o anel que lhe cabe como sucessor dos Apóstolos.

O governo comunista entende bem o efeito religioso que os símbolos da vestimenta clerical – batina, faixa, anel e barrete – exercem sobre os fiéis e os proíbe em lugares públicos. A repressão pode levar à prisão.

Conforme o jornal oficial South China Morning Post, Dom Wu celebrou a Missa com os paramentos sacerdotais, barrete roxo e anel, próprios à sua condição.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Passeata de isopor para impressionar o Ocidente

Passeata de isopor para impressionar o Ocidente
Passeata de isopor para impressionar o Ocidente



No dia 3 de setembro, a China se autocomemorou com uma impressionante encenação militar em Pequim. A coreografia, ensaiada e executada milimetricamente, foi pensada de modo cuidadoso em função do consumo ocidental.

Mas após o ballet veio a crítica, e no balanço a potência comunista não se saiu tão bem.

A festa devia glorificar o fim da II Guerra Mundial, durante a qual o governo chinês – antes da instalação do comunismo – lutou ao lado dos EUA e desempenhou importante papel.

De fato, nesse conflito, o enfrentamento Japão-China teve uma parte de enorme proporção, sendo conhecido como Segunda Guerra Sino-japonesa.

Essa guerra (1937–1945) começou antes do ataque japonês a Pearl Harbor, e só a partir de 1941 passou a ser um capítulo relevante da II Guerra Mundial.

Na verdade, o Partido Comunista chinês agiu nesse episódio do modo mais antipatriótico, e o atual festejo foi pelo menos hipócrita.

O PC estava então reduzido a uma facção rebelde sustentada pela URSS e explorou a guerra sino-japonesa para minar as bases do governo nacional chinês e expandir ativamente o território sob a sua influência.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Cruzes derrubadas voltam em desafio à cristofobia socialista

Enquanto o governo chinês tira as cruzes pela força, os cristãos colocam mais cruzes por toda parte.
Enquanto o governo chinês tira as cruzes pela força,
os cristãos colocam mais cruzes por toda parte.



Enquanto uma dúzia de paroquianos católicos chorava e cantava hinos em reparação ao sacrilégio que estava sendo cometido, funcionários socialistas serravam a Santa Cruz no alto da igreja católica de Dafei, informou a agência Associated Press.

Mais de 100 agentes da tropa de choque reforçavam a polícia e os funcionários estatais contra os pacíficos paroquianos que queriam proteger o símbolo da Fé.

“Nós não violamos a lei. Não fazemos oposição ao governo, somos cidadãos comportados”, lamentava um paroquiano que se identificou somente como Chen, temendo retaliações das autoridades.

Os dirigentes socialistas da província de Zhejiang, no sudeste da China, receberam um ultimato superior para arrancar as cruzes de torres, tetos e paredes de cerca de 4.000 igrejas que povoam os panoramas daquela dinâmica região.

A indignação popular é grande, e até as associações cristãs que aceitaram o controle do Partido Comunista para não serem hostilizadas, agora se mobilizaram contra o poder socialista, denunciando a campanha como anticonstitucional e humilhante.

No sentir geral, a campanha contra a Cruz é atribuída a Xi Jinping, presidente da China e chefe supremo do Partido Comunista.

Para Yang Fenggang, especialista em religiões da China na Universidade de Purdue, nos EUA, o partido cometeu um grave erro de cálculo.

Ele achava que eliminando as cruzes esfriaria a expansão cristã e reforçaria o controle da ditadura. Porém, está se dando o contrário e a região está entrando numa perigosa instabilidade religiosa.

Os agentes da demolição socialista encontram inesperada resistência. Os paroquianos organizam vigílias e tentam bloquear as entradas das igrejas até com caminhões. Em outras igrejas, eles re-erguem as cruzes em atitude desafiante.

“As autoridades estão especialmente preocupadas porque os cristãos têm um forte senso de identidade e podem se transformar numa poderosa força social”, ponderou Zhao Chu, comentarista independente.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Coragem do clero de Wenzhou empolga católicos e não-católicos

Mons. Vicente Weifang Zhu (centro) manifesta contra o governo comunista
Mons. Vicente Weifang Zhu (centro) manifesta contra o governo comunista.



O bispo de Wenzhou, Dom Vicente Zhu Weifang, que caminha corajosamente para os 90 anos de idade, liderou com seus 26 sacerdotes, durante seis dias, os protestos contra as demolições de Cruzes na sua diocese, na província de Zhejiang, informou AsiaNews.

Apesar de sua idade, Dom Zhou dirigiu pessoalmente uma manifestação diante da sede do governo socialista local em defesa do símbolo máximo de Cristo e de sua Igreja.

Com seus 26 sacerdotes diocesanos jovens, ele segurava uma faixa que dizia: “Defendemos a dignidade de nossa fé; contra a demolição das Cruzes”.

Diversos sacerdotes levavam outros cartazes caseiros, se onde podia ler: “Nós nos opomos do modo mais absoluto à destruição das Cruzes”, escreveu a agência AsiaNews.

Funcionários e policiais acompanharam os manifestantes até um escritório do governo para receberem a queixa e, assim, esvaziarem o ato, que era acompanhado com simpatia pelos populares.

A notícia se espalhou rapidamente pelas redes sociais chinesas e um bom número de católicos apareceu às pressas no escritório do governo para apoiar os manifestantes.

domingo, 6 de setembro de 2015

Frotas e exércitos treinaram na Coreia,
no Mar da China e do Japão

O porta-helicópteros japonês JS Hyuga participando em exercícios no Mar da China.
O porta-helicópteros japonês JS Hyuga
participando em exercícios no Mar da China.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Pela primeira vez após a II Guerra Mundial, o Japão participou de um exercício naval conjunto com a frota americana e a marinha de guerra das Filipinas.

A China se sentiu visada pelo exercício. Há crescentes fricções no Mar da China, onde Pequim está criando ilhas artificiais em territórios disputados e instalando bases.

O Secretário de Estado americano John Kerry qualificou a conduta chinesa na região de forma de “militarização” que contribui para a instabilidade.

O Japão aprovou uma reforma legal por onde suas forças armadas, constituídas até agora exclusivamente pela Força de Autodefesa territorial, poderão intervir em ajuda de “países amigos”.

A potência do Sol Nascente está procedendo a novos lançamentos militares como o navio porta-helicópteros Izumu da mais moderna geração.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Corrupção no comunismo chinês
supera os recordes da América Latina

General Gu Junshan presenteava carros cheios de lingotes de ouro.
General Gu Junshan presenteava carros cheios de lingotes de ouro.




Um tribunal militar chinês condenou à morte o antigo responsável pela logística das Forças Armadas vermelhas, general Gu Junshan, por corrupção, desvio de verbas, propinas, abuso de poder e uso ilícito de fundos estatais, segundo noticiou a agência oficial Xinhua, citada por La Nación de Buenos Aires.

A sentença inclui as possibilidades de adiamento e mutação da pena em prisão perpétua.

Os ativos pessoais do general Gu foram confiscados e ele foi degradado de sua dignidade no exército, acrescentou a Xinhua.

Preso em 2014, Gu teria recebido propinas de aproximadamente 600 milhões de yuanes (96 milhões de dólares) de um esquema ilícito que movimentou cerca de 4,8 bilhões de dólares, segundo cálculos do semanário Phoenix Weekly, vinculado ao governo central chinês.

Pobres ‘Mensalão’ e ‘Petrolão’ brasileiros, Hotesurs’ e outros escândalos argentinos: fazem pálida figura ao lado da corrupção socialista chinesa, embora se lhe assemelhem em muitos pontos.