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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Socialismo proibiu o Natal tentando bloquear assim
as conversões de jovens ao cristianismo

Diversamente do Ocidente, na China o Natal é ocasião de entrada do catolicismo na juventude.
Diversamente do Ocidente, na China o Natal
é ocasião de entrada do catolicismo na juventude.


Wenzhou, importante cidade da província de Zhejiang, no leste da China, proibiu por decreto qualquer comemoração natalina em escolas e creches, segundo a agência oficial “Xinhua” citada por Notícias UOL.

A prefeitura ordenou que “nenhuma escola de ensino médio, fundamental ou creche pode celebrar atividades ou comemorações relacionadas com o Natal”, e ameaçou com inspeções para surpreender os desobedientes.

O pretexto aduzido foi que as celebrações do Natal são “poluição espiritual ocidental”, informou Zero Hedge.

O fato de fundo é que a província de Zhejiang abriga uma das maiores comunidades de cristãos da China.

O governo está demolindo igrejas e cruzes, e os enfrentamentos entre policiais e fiéis são cada vez mais abundantes e violentos.

O responsável pela educação de Wenzhou, Zheng Shangzhong, disse que essa interdição do Natal visa “reduzir a obsessão das escolas com as festas ocidentais, em detrimento das chinesas”.

Embora Zheng seja comunista, ateu e maoísta, recomendou festas pagãs, como o Festival da Lanterna, o Festival do Barco Dragão e o Ano Novo Lunar.


O anúncio aos pastores, pintura chinesa
Qualquer coisa, exceto cristianismo, cujas festas, como o Natal, entraram com força nos últimos anos, sobretudo entre as gerações mais jovens.

O Natal não é uma festa tradicional da China, mas está penetrando em grandes cidades como Pequim e Xangai.

Nestas se podem ver grandes árvores natalinas e outros enfeites, até mais brilhantes que os de países ocidentais, onde existe a tradição de comemorar o nascimento de Jesus.

Só em Pequim, cerca de 3.000 pessoas, jovens na sua maioria, foram batizadas na noite de Natal.

25 de dezembro é dia de trabalho no país comunista, mas milhares de jovens inclusive não cristãos, assistiram às missas atraídos pelo Natal. Estima-se que muitos deles pediram para aprender o catecismo, ou fazer o catecumenato visando receber o batismo.

China é o maior produtor mundial de enfeites de Natal
China é o maior produtor mundial de enfeites de Natal
Pesquisa nas universidades de Pequim e Xangai, as duas maiores cidades do país, apontou há alguns anos que pelo menos 60% dos jovens querem saber mais sobre o Cristianismo.

Desde então não se voltou a perguntar sobre o assunto.

Por isso, a autoritária decisão das autoridades socialistas de Whenzou não é considerada um fato singular ou isolado, mas a ponta de um iceberg de dimensões crescentes.

Em Zhejiang, especialmente na cidade de Yiwu, são fabricados cerca de 60% dos enfeites de Natal distribuídos no mundo.

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