Pesadelo chinês

O Test behind the Great Firewall of China, confirmou mais uma vez que nosso blog ESTÁ BLOQUEADO NA CHINA. A máquina repressiva impede o acesso em Pequim (confira); em Shangai (confira); e agora em Guangzhou (confira). Hong Kong é a exceção (confira). Enquanto Pequim não cobrar medidas coercitivas dos seus correligionários brasileiros ou da Teologia da Libertação, este blog continuará na linha católica anti-comunista, pelo bem do Brasil. MAIS

terça-feira, 25 de abril de 2017

Intensificou-se a perseguição religiosa na China

Católicos se reúnem desafiando pior perseguição desde a Revolução Cultural
Católicos se reúnem desafiando pior perseguição desde a Revolução Cultural
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A perseguição religiosa aos cristãos atingiu patamares de radicalidade que não se viam desde os cruéis tempos da Revolução Cultural (1966-1976) desencadeada pelo ditador e fundador do comunismo chinês Mao Tsé Tung.

Essa Revolução Cultural visou extinguir as chamadas “Quatro Velhas”: os “Velhos Costumes”, a “Velha Cultura”, os “Velhos Hábitos” e as “Velhas Ideias”.

A campanha de modernização socialista foi executada por grupos organizados de estudantes marxistas. Mao batizou-os de Guardas Vermelhos e orientou-os a atacarem toda religião, não só o cristianismo.

Incontáveis templos, prédios históricos, bibliotecas e obras de arte de um valor sem igual, foram destruídos nessa massiva “revolução cultural”.

Qualquer manifestação de prática religiosa foi proibida como intrinsecamente má. Milhões de pessoas foram perseguidas, torturadas e assassinadas pela sua religião, pela sua adesão à milenar cultura chinesa e pelo seu apego à organização social hierárquica baseada na família e na propriedade.

Em 2017 foi publicado o relatório “China Aid’s Annual Persecution Report” (“Relatório Anual da Perseguição, pela China Aid”) relativo a perseguição religiosa no ano de 2016, segundo noticiou o jornal chinês editado em Nova Iorque “The Epoch Times”.


O relatório conclui que no ano que findou os atos de perseguição socialista aos cristãos aumentaram por volta dos 20% e que o número de cristãos presos pela sua adesão a Jesus Cristo cresceu perto de 150%.

Apelo em Hong Kong pelo bispo Cosme Shi Enxiang, provavelmente morto num cárcere comunista chinês
Apelo em Hong Kong pelo bispo Cosme Shi Enxiang,
provavelmente morto num cárcere comunista chinês
As autoridades do Partido Comunista também se assanharam na demolição das cruzes expostas em igrejas ou locais públicos.

Muitos dos mortos podem ter sido assassinados para lhes extraírem compulsoriamente os órgãos.

Desde o ano 2000 os hospitais do governo praticaram mais de 1,5 milhões de transplantes de órgãos humanos, em muitos casos extraídos a viva força de prisioneiros de consciência.

“Eu acredito que é ideologia, assassinato em massa e encobrimento de um crime terrível, onde a única maneira de disfarçar o crime é continuar matando pessoas que sabem sobre ele”, disse o jornalista de investigação Ethan Gutmann, que ajudou a preparar o relatório do ano passado sobre a colheita de órgãos intitulado “Colheita sangrenta / O matadouro: uma atualização”.

A China “construiu uma rede elefantisíaca” de hospitais estaduais utilizados para a colheita de órgãos, acrescentou Gutmann.

Segundo o relatório, os cristãos continuam sendo forçado a praticar sua religião em casas particulares ou igrejas clandestinas. Por isso, a China está no lugar 39º na lista dos 50 piores países do mundo em matéria de perseguição ao cristianismo.

“As principais conclusões do que aconteceu o ano de 2016 e dos relatórios que chegaram nos primeiros dois meses de 2017 mostram que a situação da liberdade religiosa se está deteriorando rapidamente”, concluiu Bob Fu, chefe de China Aid, autora do relatório.














terça-feira, 18 de abril de 2017

EUA e China face a face com as ameaças da Coreia do Norte

Coreia do Norte intensificou ameaças de ataque nuclear aos EUA. Mísseis são feitos com partes ocidentais
Coreia do Norte intensificou ameaças de ataque nuclear aos EUA.
Mísseis são feitos com partes ocidentais passadas pela China
Luis Dufaur
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Após insistentes provocações nucleares e missilísticas a Coreia do Norte parecia seguir achando que vivia na era de impunidade que a moleza de Barack Obama lhe tinha garantido.

O presidente Trump afirmou que uma frota liderada pelo porta-aviões USS Carl Vinson navegava a distância de fogo das paupérrimas, mas eriçadas bases militares nortecoreanas.

A informação atrapalhada foi corrigida pela Casa Branca: o porta-aviões passou perto da Península Coreana enquanto se dirigia ao Oceano Índico onde está em exercícios.

A Agência Central de Notícias de Pyongyang, tão mal informada quanto parece ter estado o presidente Trump, achou “insultante” a manobra escreveu o “Chicago Tribune”.

A presença de navios de guerra americanos nos mares da região é costumeira, mas o Secretário de Estado americano Rex Tillerson esclareceu: “Se alguém viola os acordos internacionais, não cumpre seus compromissos, e se transforma numa ameaça para os outros, a um momento dado alguma resposta lhe deve ser dada”, acrescentou o “Chicago Tribune”.

A China logo percebeu que as bravatas do ditador norte-coreano Kim-Jong-un e que seus foguetes contrafacionados e de pontaria não demonstrada de pouco servem. Então decidiu intervir sorrateiramente.

De fato, a China constitui o grande problema por trás do exibicionismo e a arrogância de Pyongyang.

Segundo o jornal chinês “The Epoch Times” editado em Nova Iorque, fontes da mídia sul-coreana falam que 150 mil médicos e pessoal de apoio do Exército da Libertação Popular (ELP) da China foram mobilizados ao longo do rio Yalu, que a separa da Coreia do Norte.

O presidente estadunidense Donald Trump e o líder chinês Xi Jinping se encontraram na Flórida entre os dias 6 e 8 de abril. E foi num jantar que o chinês ficou sabendo que o americano tinha ordenado bombardear a Síria, escreveu “The Guardian”.
O recado foi claro. Xi Jinping saiu se dizendo satisfeito com as conversações e comprometido a conduzir a crise nuclear norte-coreana a uma conclusão pacífica.

Mas Xi percebeu logo o que pode acontecer na Coreia. Ele sabe que a China não tem sequer como enfrentar militarmente os EUA. Mas os imensos investimentos ocidentais em seu território são uma arma de chantagem de primeira magnitude.

O grupo de tarefas do USS Carl Vinson navega no Mar do Sul da China
O grupo de tarefas do USS Carl Vinson navega no Mar do Sul da China.
Bastou passar em direção ao Oceano Índico que a Coreia do Norte entrou em pânico.
Pyongyang esbravejou expressando confiança em seu “tremendo músculo militar com força nuclear” para se defender caso os EUA escolham uma opção militar.

A Coreia do Norte, ditadura comunista e um dos regimes mais repressivos do mundo tem graves dificuldades para alimentar basicamente a quem não é do Partido Comunista.

Embora sua infraestrutura industrial e tecnológica seja deplorável, já detonou pelo menos cinco bombas nucleares em subterrâneos e testou foguetes civis e militares que seriam capazes de atingir os EUA.

Num desses testes, a marinha da Coreia do Sul recuperou partes completas dos motores de um míssil que caiu no mar. As peças foram analisadas por especialistas internacionais, noticiou “The Washington Post”.

Esses constataram que muitas partes decisivas, incluindo software e peças vetadas à venda para a Coreia do Norte, haviam sido adquiridas no exterior usando empresas chinesas como intermediários.

O Unha-3 que pôs em órbita o satélite Kwangmyongsong-4 em 7 de fevereiro de 2016, foi o mais poderoso feito pelo regime de Kim Jong Un. Media mais de 30 metros de altura e era capaz de despejar engenhos nucleares em cidades remotas como Washington.

Nos restos do Unha-3 foi recuperado um vasto leque de partes eletrônicas fabricadas em países ocidentais e encaminhadas para a Coreia do Norte pela própria China.

A contrafação não impediu que explodisse logo após a ignição o foguete agendado para partir durante as espalhafatosas manifestações militares pelo aniversário do ditador Kim-Jong-un

A Coreia do Norte “é um regime imprevisível e agora tem capacidade nuclear”, disse o assessor de segurança nacional Tenente-General H.R. McMaster no Fox News Sunday.

“E o presidente Xi e o presidente Trump concordaram que isso é inaceitável, que o que deve acontecer é a denuclearização da Península Coreana”.

Em 10 de abril, o presidente Trump indicou numa mensagem de Twitter: “eu expliquei ao presidente da China que um acordo comercial com os EUA será muito melhor para eles se eles resolverem o problema da Coreia do Norte!”

O aniversário do ditador foi um paroxismo de exibicionismo e bravatas
O aniversário do ditador foi um paroxismo de exibicionismo e bravatas
E acrescentou: “a Coreia do Norte está à procura de problemas. Se a China decidir ajudar, isso seria ótimo, se não, resolveremos o problema sem eles!”

A Coreia do Norte com as costas esquentadas pela China não arreda e anuncia mais uma explosão nuclear em seu campo de testes nucleares subterrâneos de Punggye-ri, área montanhosa no nordeste do país.

Atividade inusual, inclusive um visita do jato privado do ditador, foi fotografada por satélite, segundo “The Washington Post”. 

Concomitantemente, os EUA lançaram sua mais potente bomba não-nuclear sobre um conjunto de túneis e covas do Estado Islâmico em Achin, província de Nangarhar, Afeganistão, perto da fronteira com o Paquistão.

Foi a primeira vez que os EUA usou em conflito a bomba GBU-43 MOAB (Massive Ordenance Air Blast) conhecida como a “mãe de todas as bombas” pelas suas 11 toneladas de explosivos.

Nos mesmos dias a imprensa americana revelou que na hora do presidente Trump comunicar o bombardeio da Síria ao presidente Xi Jinping, com quem jantava a sobremesa.

Trump também comentou, aliás pouco polidamente: “Acredito que faremos muita pressão sobre a Rússia para que garantir que teremos paz, porque francamente se a Rússia não tivesse apoiado esse animal (o ditador da Síria), agora nós não teríamos problema”, segundo o “The New York Times”.

Já aconteceu na Síria... O que pode acontecer na Coreia do Norte e no mundo?










terça-feira, 4 de abril de 2017

China: paiol de etnias e culturas que pode explodir a qualquer hora


Luis Dufaur
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Nunca ficou se sabendo o número de mortos, feridos e desaparecidos na  eclosão de violência racial na região de Xinjiang, na China Ocidental em 2009. Oficialmente houve 197 mortos e 1.700 feridos.

Já passou tempo demais e o véu de silêncio oficial encobriu tudo.

Naquela ocasião teria havido também por volta de 10.000 “desaparecidos” numa só noite, segundo informou AsiaNews.

Um “apagão” suspeito atingiu a Internet na capital Urumqi para impedir as informações de fontes independentes.

A energia voltou mas o  “apagão” das informações perdura até hoje.

E aquele não foi apenas um caso. É algo frequente no império da foice de do martelo.

terça-feira, 28 de março de 2017

Prisões “invisíveis” em Pequim para quem protesta legalmente

Protestos em Jishou

Luis Dufaur
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As “prisões invisíveis” é o destino de quem quer se valer do direito de protestar legalmente em Pequim.

Os ingênuos vêm sobretudo do interior, apresentam suas queixas nos guichês estabelecidos e desaparecem “às escondidas”, segundo denunciaram grupos defensores dos direitos humanos.

Os “réus” acabam em “hotéis” que exercem as funções de cárcere.

Xu Zhiyong, professor de Direito na Universidade de Pequim, contou ter recebido um apelo de ajuda por parte de pessoas pressas em quartos do Youth Hotel na rua Taiping, perto do Parque Taoranting.

terça-feira, 21 de março de 2017

400 milhões de pessoas foram impedidas de nascer na China


Luis Dufaur
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O controle forçado da natalidade na China ‒ que ficou mais conhecido como política do filho único ‒ impediu nascer quatrocentos milhões de seres humanos, havia calculado em declarações ao jornal italiano “Avvenire” o dissidente chinês Harry Wu, diretor da Laogai Foundation, exilado em Washington.

Calculando em termos materialistas, o regime detetou grave diminução da mão de obra e afrouxou a despótica pressão e admitiu a possibilidade de um segundo filho, com condicionamentos.

Mas, o sistema continua impedindo as nascenças que não se encaixam na programação estatal socialista.

terça-feira, 14 de março de 2017

No Natal, chineses deram de ombros ao comunismo
e se voltaram para o Menino Jesus

Natal na China em 2016.
Natal na China em 2016.
Luis Dufaur
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O comunismo chinês se debate num drama que o leva à implosão. Para impor seu marxismo ao mundo inteiro ele precisou recorrer a macrocapitalistas do mundo livre – pró-comunistas sorrateiros – que o ajudaram a desenvolver uma indústria imensa.

Explorando seus cidadãos como servos e usufruindo de cumplicidades econômicas, políticas e religiosas no Ocidente, o regime de Pequim invadiu os mercados mundiais e está destruindo as economias dos países que pensa escravizar.

Porém, a modernização introduzida em largos setores da China, país de dimensões e população continentais, favoreceu um afrouxamento do regime de miserabilismo e da repressão assassina dos tempos de Mao Tsé-Tung.

terça-feira, 7 de março de 2017

China ameaça EUA, Japão, Taiwan e Filipinas com eventual guerra

Pequim voltou a ameaçar com seu míssil que seria capaz de atingir as bases dos EUA na Ásia
Pequim voltou a ameaçar com míssil que poderia atingir as bases dos EUA na Ásia.
Luis Dufaur
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O Exército vermelho da China (Exército de Libertação Popular – ELP) exibiu em vídeo um de seus mísseis de última geração, com o qual anuncia que pode atingir as bases dos EUA em Okinawa (Japão).

As imagens veiculadas pelo jornal oficial China Daily apresentam veículos lançadores com os mísseis Dongfeng DF-16.

É a terceira vez, desde setembro de 2015, que a China os mostra em público. Sua propaganda soa agora como mais um lance de guerra da informação em meio às tensões com os EUA e o Japão pela hegemonia no Mar do Sul da China.

Os DF-16 deveriam ser projéteis de alta precisão, com um alcance de mais de 1.000 quilômetros. Por isso poderiam ameaçar as instalações militares americanas no Japão, em Taiwan e nas Filipinas.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Espionagem chinesa grampeou
mais de 700 milhões de smartphones

Os smarphones enviavam dados sensíveis a uma central em Shangai.
Os smartphones enviavam dados pessoais a uma central em Shangai.
Luis Dufaur
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Mais de 700 milhões de smartphones foram espionados pela China, sobretudo na América Latina, na Ásia e na própria China, alertou o jornal espanhol “El Mundo”.

Por sua vez, o “The New York Times” denunciou que uma empresa de software chinês estava combinada com fabricantes de smartphones para espionar e enviar SMS secretos para a China.

A responsável pelo software espião é a empresa Shanghai Adups Technology, pertencente ao governo chinês e que trabalha de acordo com empresas como ZTE, Huawei e Blu.

O gancho para atrair as vítimas foi oferecer modelos baratos e até bons demais para serem tão em conta: potência e durabilidade difíceis de acreditar.

A empresa norte-americana Kryptowire fez a descoberta em vários modelos da marca Blu, que enviavam dados dos contatos, histórico das chamadas e outras informações para um servidor em Xangai sem que os usuários soubessem.

O sistema operativo de fábrica já trazia a possibilidade de instalar aplicações de forma remota, enganando o proprietário.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Uma central de drogas químicas
para avassalar o país e o mundo

21 membros do PC dominavam a droga. Foram substituídos por colegas do mesmo Partido
21 membros do PC dominavam a droga. Foram substituídos por colegas do mesmo Partido
Luis Dufaur
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A cidade de Boshe, situada na província costeira de Guangzhou, perto de Hong Kong tornou-se famosa pelos seus suntuosos templos com monstros míticos rebuscados, deuses e artísticas paisagens, telhados ornados com pequenas esculturas de dragões, e pavões em cores vivas.

As imagens continuavam a tradição pagã da China, que mistura arte e símbolos demoníacos. Os templos “foram construídos pelas famílias para homenagear os antepassados. É a única aldeia da região com tantos templos. O normal é um ou dois”, explicou um jovem ao jornalista de “El Mundo”.

Mas, na era comunista, Boshe adquiriu outra face. Os responsáveis pelo Partido Comunista Chinês (PCC), até seu chefe local, Cai Dongjia, transformaram a poética aldeia numa central de produção de drogas sintéticas.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

China: sacerdotes, freiras e fiéis lutam com coragem
para recuperar propriedades da Igreja

Religiosas corajosas pedem devolução dos bens da Igreja em Anyang
Religiosas corajosas pedem devolução dos bens da Igreja em Anyang
Luis Dufaur
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No distrito de Hexi (Tianjin), onde a Igreja Católica teve grande número de propriedades confiscadas pela reforma agrária e pela Revolução Cultural, sacerdotes, freiras e fiéis tentaram uma manifestação pela devolução de um desses bens, aliás muito simbólico, informou Infocatólica.

O ato começou diante da sede do governo comunista do distrito, mas os católicos foram imediatamente presos pela polícia, tendo algumas freiras sido espancadas.

A diocese de Anyang, dona das propriedades, sofreu muito com a reforma agrária. Esta resultou em estrondoso fracasso, ficando a China obrigada a importar imensa quantidade de alimentos para a população.

O país socializado enfrenta agora graves crises sociais, econômicas e financeiras. Por isso, o governo central abriu uma fímbria de oportunidade para que os legítimos donos recuperem suas propriedades, desde que as utilizem para fins sociais.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Chineses adotam “distinto senhor” e “madame”
e abandonam o vulgar e igualitário “camarada”

Aluna do ciclo primário faz saudação quotidiana à sua professora. Antigos costumes voltam e restabelecem a hierarquia e a ordem
Aluna do ciclo primário faz saudação quotidiana à sua professora.
Antigos costumes voltam e restabelecem a hierarquia e a ordem
Luis Dufaur
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Uma das práticas mais simbólicas do comunismo chinês está desaparecendo por via de fato. Não é a primeira que morre, mas é uma das mais sensíveis para a metafísica igualitária socialista.

Falando para os 90 milhões de membros do Partido Comunista Chinês, o presidente Xi Jinping enviou uma única e fundamental mensagem:

“Não me chamem de presidente, não me chamem de secretário do partido. Chamem-me “camarada” (“tongzhi” em chinês).

O igualitário tratamento de “camarada” foi obrigatório e universal na China marxista, escreveu o “The New York Times”.

Porém, hoje o tratamento de “tongzhi” ganhou conotações sexuais e afetivas exclusivas do relacionamento entre o público LGBT, explicou o jornal nova-iorquino.

Por isso, o Centro de Pequim para LGBT se autodenomina Beijing Tongzhi Zhongxin, ou Centro Camarada de Pequim.

Mas, o povo chinês não quer saber de todo esse igualitarismo e na vida prática abandonou o nivelador tratamento.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Crescimento do catolicismo promete uma
restauração futura do esplendor cultural chinês

Vaso chinês

Luis Dufaur
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Nem tudo na China é pesadelo.

Há, até num sentido radicalmente oposto, indícios que apontam para uma China inteiramente diferente: um país de sonhos.

Há a cultura milenar chinesa com suas belezas e maravilhas artísticas sem nome.

Seus marfins, suas pagodes de uma fantasia empolgante, suas porcelanas requintadíssimas, suas pinturas sobre seda, suas lacas, enfim, um universo de requinte e sublimidade que testemunha uma cultura e uma civilização superiores à de muitos e muitos povos.

Entretanto, esse universo de inteligência sutil e sublimidade refinada teve um conteúdo intrinsecamente pagão. E o paganismo o secou.

Foi contra esse mundo maravilhoso, mas seco e carunchado, que se levantou a facinorosa empresa marxista maoísta.

E aquele mundo de fábula ruiu sem forças face ao crime organizado socialista.

A Revolução Cultural de Mao Zedong tudo fez para lhe dar um golpe mortal definitivo.

Entretanto, há ainda sinais de vida pujantes no povo chinês.

E uma das mais dinâmicas vem do catolicismo perseguido no país.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Tétrica coleta forçada de órgãos humanos na China

Protesto contra a extração forçada de órgãos de dissidentes religiosos
Protesto contra a extração forçada de órgãos de dissidentes religiosos
Luis Dufaur
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O “The New York Post” e a CNN apresentaram relatórios da “sombria colheita órgãos humanos na China”, citados por “Clarin”.

Segundo eles, a China praticaria anualmente entre 60 mil e 100 mil transplantes de órgãos, enquanto o governo diz que faz só 10 mil! Ninguém ao certo sabe o número exato, pois muitos acontecem em sigilo despedaçando presos nos cárceres.

A CNN cita relatório feito pelo ex-legislador canadense David Kilgour, o advogado de direitos humanos David Matas e o jornalista Ethan Gutmann.

O trabalho revela a gigantesca discrepância entre os números oficiais e os dos hospitais chineses. A investigação aponta um conluio entre o governo chinês, o Partido Comunista e o sistema de saúde, incluindo médicos e hospitais.

“O PC diz que o número legal de transplantes é de 10 mil por ano. Mas olhando para dois ou três dos maiores hospitais essa cifra fica superada muito facilmente”, escreve David Matas.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

China lança porta-aviões reciclado
e acirra tensões nos mares do Oriente

Pintadinho e modernizado o porta-aviões chinês Liaoning veio para criar tensão nos Mares da China e do Japão
Pintadinho e modernizado o porta-aviões chinês Liaoning
veio para criar tensão nos Mares da China e do Japão
Luis Dufaur
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Um novo navio chinês, o porta-aviões Liaoning CV-16, entrou cinematograficamente em atividade. O golpe tem mais de propaganda do que importância real.

Mas é revelador da mentalidade expansionista militar de Pequim.

Com efeito, uma boa pintura e arrumação mascara o monstrengo.

O navio foi encomendado pela extinta URSS. Embora inconcluso, em 1988 já se chamava Riga. Depois, foi rebatizado Varyag e, em 1990, com o fim da União Soviética, foi abandonado na linha de montagem quando faltava por volta de 32%, para ficar pronto, segundo o jornalista especializado Roberto Godoy, de “O Estado de S. Paulo”.

A carcaça ficou enferrujando e foi aproveitada pela Ucrânia como hotel de emergência. Mas nem para isso serviu muito.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Avançar por cima do território dos vizinhos, custe o que custar

Fevereiro 2016: soldados chineses nas ilhas Spratly (Nansha para a China) . A placa diz: "Nansha é nossa terra nacional, sagrada e inviolável".
Fevereiro 2016: soldados chineses nas ilhas Spratly (Nansha para a China) .
A placa diz: "Nansha é nossa terra nacional, sagrada e inviolável".
Luis Dufaur
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Sobre o acesso ao porto de Tanmen a foto do ditador comunista chinês Xi Jinping domina como a do Big Brohter da novela “1984” de Georges Orwell.

Ele serra a mão de um grupo de pescadores num cartaz em que pode se ler palavras do chefe marxista: “as ilhas Nansha [a denominação chinesa para as ilhas Spratly arrancadas dos países vizinhos] fazem parte da China desde tempos imemoriais. O Exército de vanguarda protegeu habilmente nossos direitos marítimos”, segundo extensa reportagem do jornal espanhol “El Mundo”.

Os supostos “direitos marítimos” da China foram declarados inexistentes pela Corte Permanente de Arbitragem (CPA), sediada em Haia, mas a China desconheceu acintosamente a decisão.

Confira: China não acata julgamento desfavorável de Haia sobre o Mar da China e SPRATLY

A pequena população local estimada em 31.000 habitantes depende da pesca, e a viagem do ditador de Pequim confirmou a importância estratégica bélica para o controle do imenso tráfico comercial  no Mar do Sul da China.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

No Tibete invadido: recuperadas Bíblias católicas em tibetano

Igreja católica no Tibete
Luis Dufaur
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Na Paróquia de Mang Kang, única do Tibete, foram encontrados, em perfeito estado, 45 volumes das Sagradas Escrituras e 489 fascículos sobre Nossa Senhora em tibetano, informou a agência vaticana Fides.

Sobre a o Himalaia, a maior cadeia montanhosa do mundo, o Tibete hoje está invadido e tiranizado pela China, e é um dos países de mais difícil acesso.

O primeiro padre católico a chegar nesse território, em plena Idade Média, foi o Beato Pe. Odorico Mattiuzzi de Pordenone (1265-1331), grande colaborador do Beato Giovanni da Montecorvino, Arcebispo de Pequim.

No século XVII chegaram os padres jesuítas, muitos dos quais sofreram o martírio.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Sem família e sem propriedade: drama do desespero socialista

Desesperada na miséria e sem a consolação do catolicismo, Yang Gailan matou filhos, com idades entre 3 e 6 anos
Desesperada na miséria e sem a consolação do catolicismo,
Yang Gailan matou filhos, com idades entre 3 e 6 anos
Luis Dufaur
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A chinesa Yang Gailan, de 28 anos, matou seus quatro filhos e depois se suicidou. Os jornais alegam que o fato dela ter cometido tal crueldade é por ter vivido na mais completa miséria [BBC].

A desesperada mãe matou os filhos com golpes de facão e, em seguida, ingeriu pesticida, segundo a BBC. Alguns dias depois, quando o pai chegou e soube da tragédia, também tirou a própria vida.

A camponesa morava na aldeia rural de Agu Sha, e o seu marido teria ido para a cidade em busca de algum trabalho e assim poder ajudar a família que estava vivendo na miséria. Ele mandava parte do pouco dinheiro que conseguia.

A crueldade cometida abriu um debate nas redes sociais a respeito da miséria na China comunista. Nesse país cerca de 80 milhões de seres humanos padecem a mais absoluta pobreza.

A maioria dessas pessoas vivem na área rural e a planificação agrária estatista lhes rende pouco dinheiro. Então, muitos dos jovens e adultos têm que migrar para as áreas urbanas em busca de trabalho e uma condição melhor de vida.

A China, que se orgulha de ser a segunda maior economia do mundo, tem mais de 15% da sua população na extrema pobreza [G1].

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Proibido até rezar nos hospitais chineses

Sacerdote católico 'clandestino' atende um doente.
Sacerdote católico 'clandestino' atende um doente.
Luis Dufaur
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Na província oriental de Zhejiang não arreda o furor do comunismo contra a Cruz. Após iniciar a ofensiva contra as cruzes no topo dos templos religiosos, as autoridades comunistas dessa província oriental se assanharam contra a consolação religiosa dos doentes, informou “AsiaNews”.

Uma circular persecutória estabeleceu que “fica proibida todo tipo de atividade religiosa” nos hospitais públicos. Na prática, esses constituem a totalidade das instituições de saúde no país onde tudo esta estatizado.

O hospital de Wenzhou – cidade conhecida como a “Jerusalém da China”, pela enorme concentração de cristãos – afixou a circular em seu ingresso.

Enfermeiros e adeptos do partido ficaram encarregados de explicar as novas normas ateias aos doentes e aos visitantes.

Um funcionário treinado explicou à Radio Free Asia: “jamais foram favorecidas as atividades religiosas no hospital. As pessoas rezavam sem fazer ruído, como é compreensível. Mas alguns fizeram ruído lendo em alta voz a Bíblia ou recitando orações. E isso não está bem”.

As novas ordens “dispõem esclarecer imediatamente aos pacientes que rezar não está permitido no hospital. Se não respeitam a regra, serão contatados pelos médicos e pelas enfermeiras”.

Além de rezar de um modo mais ou menos perceptível, “está proibido receber a ministros de culto ou pastores”.

Zhejiang está no fulcro da repressão religiosa. A campanha contra as cruzes e prédios cristãos começou em 2014, quando Xia Baolong (secretário do Partido Comunista local) achou que se viam “cruzes de mais” no horizonte de Wenzhou, uma das metrópoles da província.

Para os fiéis o verdadeiro motivo é a tentativa de reduzir a influência das comunidades cristãs, oficiais e “subterrâneas” na sociedade chinesa que estão num crescimento vertiginoso pelas conversões.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Ostpolitik vaticana não olha para perseguição dos sacerdotes fiéis

Bispos húngaros assinam Constituição comunista em 1969. É esse o futuro dos bispos da China preparado pela Ospotlitik vaticana?
Bispos húngaros assinam Constituição comunista em 1969.
É esse o futuro dos bispos da China preparado pela Ospotlitik vaticana?
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Em 2016 se multiplicaram os angustiados apelos de sacerdotes da Igreja Católica apelidados de “subterrâneos” ou “clandestinos” porque não se dobraram ante o ídolo do socialismo e não têm nenhum reconhecimento oficial.

Eles foram postos diante de um dilema muito difícil e grave segundo a agência AsiaNews.

Eles foram obrigados a se registrar até o fim do ano nas dependências do governo. O registro envolve uma arapuca: para ser aceito, os sacerdotes devem aderir à Associação Patriótica, e essa exige à aceitação do socialismo-comunismo e a independência de qualquer autoridade exterior, leia-se o Papa e a Santa Sé.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Ofensas protocolares aos EUA
na previsão de um futuro presidente mole

Hangzhou virou cidade fantasma durante a reunião do G20
Hangzhou virou cidade fantasma durante a reunião do G20
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Recebendo os líderes do Grupo dos 20, ou G20, chefes de Estado e governo das 20 maiores economias do mundo, a China deu um show de ditadura em Hangzhou, segundo descreveu o jornal espanhol “El Mundo”.

Ruas vazias, prédios sem luz, lojas fechadas. Em Hangzhou, uma das mais florescentes e populosas cidades da China oriental, o regime quis evitar o menor risco de incidência de protestos populares que pudessem ser vistos pelos visitantes do G-20.

Os moradores foram “convidados” a abandonar a cidade, saindo de férias durante a 11ª Cúpula do grupo dos 20. O governo chegou a oferecer subvenções para isso.

Segundo o jornal oficial “China Daily”, a prefeitura ordenou que os “funcionários que não fossem essenciais para a preparação da Cúpula” e “os empregados das empresas estatais nos nove principais distritos da cidade” teriam uma semana de férias entre 1 e 7 de setembro, quando transcorria a reunião.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

No centro da China:
ou vai à igreja protestante do Estado ou à prisão!

Protestantes em templo 'patriótico'. A opção é o cárcere!
Protestantes em templo 'patriótico'. A opção é o cárcere!
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
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Na província central de Guizhou, as autoridades comunistas desencadearam um operativo visando obter a adesão dos cristãos à Three Self-Church, uma igreja protestante do Estado reconhecida por Pequim. As cerimônias nos outros templos foram interditadas.

Quem levar seu filho a outra igreja é denunciado e perseguido em nome da lei, informou a agencia AsiaNews.

A denuncia foi feita pelos ativistas de ChinaAid, uma ONG com base no Texas, EUA, que luta pelos direitos humanos e pela liberdade religiosa no país do dragão, como também é conhecida a China.

Segundo o grupo, na província central de Guizhou os pais foram intimados a não levarem mais seus filhos à igreja, sob pena de os mesmos serem excluídos dos institutos educativos superiores ou da academia militar. Quem levar o filho à igreja será denunciado e perseguido judicialmente.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Populacao chinesa pode diminuir para a metade
nos próximos 80 anos

A "política do filho único" desequilibrou a pirâmide demográfica
A "política do filho único" desequilibrou a pirâmide demográfica
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Por efeito de três décadas de “política do filho único”, a população chinesa deverá cair para a metade ou mais até o fim do século, divulgou o site “The Nanfang”, editado em Hong Kong.

No Foro Econômico Mundial, o especialista Zheng Zhenzhen, da Academia Chinesa de Ciências Sociais, especulou que a população cairia até um bilhão no ano 2100, o mesmo numero de 1980. A ONU chegou a um resultado análogo, contido no relatório World Population Prospects.

Porém, não são esses os números dos especialistas que não estão alinhados com a planificação oficial. Eles apontam números muito inferiores.

Huang Wenzhen, da Universidade de Wisconsin, acredita que a população chinesa descerá até 580 milhões pelo ano 2100, e continuaria diminuindo até atingir o fundo com 280 milhões nos cinquenta anos subsequentes. E isso apesar de os cálculos de Huang aceitarem uma melhoria de 20% na natalidade dos próximos anos.

Embora sejam chocantemente baixas, as estimativas de Huang não são as mais desanimadoras.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Vietnã: catolicismo cresce e polícia comunista apela à violência

Agentes do governo interrompem culto pela violência.
Agentes do governo comunista interrompem culto pela violência.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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No distrito de Mung Khuong, o Pe. Nguyn Van Thành oficiava a Santa Missa quando os policias comunistas irromperam na igreja e o ameaçaram para suspender o ato.

Em seguida empurraram os católicos para fora, espancaram um jovem e prenderam dois outros, um deles de apenas 14 anos, noticiou o site Infocatólica.

Trn T.T, testemunha citado pelas iniciais por razões de segurança, contou: “Entre os policiais estava também Nguyn Quc Huong, o vice-presidente do distrito, e mais dois vice-presidentes de organizações governamentais”.

T. disse: “Não entendo por que me arrastaram e golpearam como se fosse um criminoso. Estrangulavam-me enquanto batiam minha cabeça contra o muro. Conduziram-me à delegacia e apagaram todos os arquivos de meu celular. Até agora meu pescoço está doendo”.

Na delegacia, T. foi “constrangido a admitir que pusera em perigo a segurança e que tinha causado desordem na comunidade. A polícia me obrigou a escrever um relatório e assinar um documento garantindo que eu não iria mais à Missa. Eu não assinei”.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Ônibus ecológicamente correto:
fraude símbolo do comunismo chinês

TEB-1 apresentado publicamente.
TEB-1 apresentado publicamente.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Autoridades chinesas apresentaram na cidade de Qinghuangdao, no norte do país, um ônibus-túnel que anda por cima dos carros. Na propaganda, o invento promete condução pública no nível da primeira classe das linhas aéreas.

O engenho foi concebido pela empresa Huaying Group, que no mês de dezembro daria início à construção de uma fábrica especializada na cidade de Zhoukou, no centro da China, para começar a produzir em 2017, noticiou “Clarin”.

Contudo, logo depois do bombástico lançamento e exibição do protótipo, todas as obras foram adiadas sem explicação convincente.

De fato, especialistas chineses objetaram que o ônibus-túnel é inviável e poderia tratar-se de mais uma fraude propagandística do governo socialista.