Pesadelo chinês

O Test behind the Great Firewall of China, confirmou mais uma vez que nosso blog ESTÁ BLOQUEADO NA CHINA. A máquina repressiva impede o acesso em Pequim (confira); em Shangai (confira); e agora em Guangzhou (confira). Hong Kong é a exceção (confira). Enquanto Pequim não cobrar medidas coercitivas dos seus correligionários brasileiros ou da Teologia da Libertação, este blog continuará na linha católica anti-comunista, pelo bem do Brasil. MAIS
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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Dissidente não é mais “problema”: desaparece logo!


Os “direitos humanos” não causam muita preocupação quando não se trata de um agente de destruição. Por isso, governantes e chefes de Estado fogem regularmente de falar deles nas suas visitas à China.

E, se alguém reclamar esses direitos, o governo marxista já concebeu um método de eliminação talvez não menos cruel que o fuzilamento: o “desparecimento” puro e simples. O método deixa mais à vontade os amigos de Pequim.

Os governos de esquerda, que berram pelos “desaparecidos” que teriam sido vítimas de governos não-comunistas, podem fingir que não sabem de nada.

Em janeiro, uma ativista de direitos da Mongólia Interior, Govruud Huuchinhuu, desapareceu repentinamente após deixar um hospital no qual se submetia a um tratamento de câncer; em fevereiro, sumiu o advogado de direitos humanos Tang Jitian, levado à força por policiais; em maio foi a vez de Ershidin Israel, chinês de etnia uigur, “desaparecido” após ser deportado para a China como suspeito de terrorismo. Nas semanas seguintes, mais três uigures também se ‘esfumaram’ da realidade.

O artista Ai Weiwei “desapareceu” quando estava sob custódia policial em abril, mas reapareceu em junho. Ele é o ativista chinês mais famoso a sofrer “desaparecimento forçado”, como as autoridades de direitos humanos chamam esses “incidentes”.

O Congresso Nacional do Povo – o Parlamento chinês – está reformando o Código penal, a fim de permitir às autoridades a prisão em local secreto de qualquer um que seja apontado como obstruindo uma investigação. Na prática é uma legalização das práticas socialistas atuais.

O projeto é um dos mais explícitos passos no reforço da repressão desde que a China manifestou o desejo de adotar um sistema legal parecido com os ocidentais.

A reforma do Código inclui algumas garantias básicas reconhecidas pelos Códigos penais ocidentais, mas ninguém tem certeza de que serão implantadas da forma como foram redigidas.

Liu Xiaoyuan, proeminente advogado de defesa, conhecido por seu envolvimento em casos controversos, qualificou o projeto de “simplesmente assustador”.

“Ele literalmente dá à polícia um passe para se livrar de qualquer forma de controle”, afirmou. “A lei criminal deve proteger os direitos dos cidadãos e restringir o poder das autoridades. A nova revisão faz exatamente o oposto.”

O grupo de trabalho de ONU para os desaparecimentos forçados expressou crescente preocupação pelo aumento desses casos na China, porém Pequim boceja diante dessas lamentações inconsequentes.

Muitos dos desaparecidos na China reapareceram, alguns exibindo sinais de terem sofrido tratamento duro no cativeiro.

Porém, muitos nunca retornaram, como o proeminente advogado de direitos humanos Gao Zhisheng, do qual não se tem notícia desde seu desaparecimento em abril de 2010. Alguns estão desaparecidos há muito mais tempo, noticiou o “The New York Times”.


domingo, 22 de janeiro de 2012

Operários chineses desesperados. O que fazer por eles?

Operários da Foxconn ameaçam suicídio coletivo na Foxconn
que produz para Microsoft e Apple, entre outras

Nilo Fujimoto
Podemos parecer repetitivos, mas não podemos deixar de escrever novamente sobre o caráter escravagista do comunismo chinês devido à divulgação da incrível notícia de que mais uma vez se praticou uma tentativa de suicídio (pasmem!) coletivo neste país.

Cerca de 300 trabalhadores e ex-trabalhadores escalaram em grupo o telhado da fábrica da Foxconn, divisão Microsoft, e ameaçaram atirar-se caso não lhes fossem efetuados os aumentos de salários e os pagamentos acordados para os que optaram pelo programa de demissões “voluntárias”.

Além da negação da empresa em relação a tais concessões, pesou a insensibilidade da diretoria diante dos insistentes pedidos por melhorias das condições de trabalho.

Após dois dias de protestos foram convencidos a desistir pelo prefeito da cidade de Wuhan, onde fica a fábrica. Entretanto a situação dos 300 trabalhadores continua, até o momento, indefinida.

Em 2010 um suicídio coletivo ocorreu em uma das plantas da mesma empresa. Na ocasião 18 pessoas se lançaram do prédio, vindo 14 a morrer. Os suicídios e ameaças de suicídios nos recintos desta empresa – quase um campo de concentração – vem se repetindo com intensidade cada vez maior.

Todos se perguntam: por quê?

Alguns poderiam atribuir a tendência ao suicídio do povo chinês ao seu paganismo e ao seu fatalismo. Mas é certo que a falta de esperança e a estreiteza de vista proporcionadas pelo comunismo exacerbam esta tendência. No caso concreto, o regime escravo imposto aos operários desta fábrica (de cujos produtos o Ocidente é ávido consumidor!) são fatores que agravam ainda mais os males proporcionados pelo paganismo.

Diante de tal quadro, nós, ocidentais e cristãos, não podemos ficar calados e indiferentes. Pelo contrário, devemos denunciar pelos quatro cantos as injustiças praticadas pelo regime comunista chinês, e alertar sobre a falácia de que aquele povo vive num mar de rosas. E de que, por outro lado, a China se abre ao capitalismo e por isso podemos comprar sem escrúpulos suas quinquilharias.

Operários se sentem escravos maltratados


O que fazer?

Além desta denúncia (e agora enfocando o aspecto doutrinal e espiritual da questão), devemos combater o pérfido princípio que alimenta o comunismo, que é o igualitarismo. É óbvio que não se deve rejeitar a igualdade natural, proveniente do fato de sermos homens criados à imagem e semelhança de Deus (direito à vida, ao trabalho, à verdade), mas a igualdade propalada pelo iluminismo, qual seja, a da trilogia liberdade, igualdade, fraternidade. Ou seja, a supressão das desigualdades legítimas nascidas da tradição, da família e da propriedade.

Aceitar o falso sofisma é querer ser enganado!

Ao abrirmos nossas portas aos produtos chineses estaremos fechando as portas de incontáveis indústrias brasileiras. Não precisamos nos estender sobre o assunto, pois é notório o fato de o setor calçadista nacional estar sofrendo tal ação predatória. Isto só para citar uma atividade industrial da qual o Brasil sempre foi competitivo.

Tirando o aspecto econômico, um outro muito mais importante deve estar continuamente presente em nossas preocupações. Uma China comunista cada vez mais nutrida com capitais e recursos ocidentais cedo ou tarde poderá ditar as regras a serem seguidas pelo mundo. Nesta hora não faltarão pressões econômicas e militares para que seu regime ateu seja adotado por todos, tudo com vistas a que nossa secular civilização cristã seja destruída.


terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Bispos resistentes na China: Personagens do Ano 2011

Mons. Cosme Shi Enxiang e Mons. Tiago Su Zhimin
Quem foi o personagem mais digno de nota em 2011?

A revista “Time” pretendeu que foi um simbólico agitador de rua muçulmano, “indignado”, incendiário de Londres ou de outro lugar. Outros propuseram personagens da política, da cultura ou do espetáculo, com menos força de convicção.

Como personagens do ano 2011, a agência AsiaNews  propôs dois “grandes desconhecidos”. Por certo desconhecidos pelos homens, mas não por Deus.

O primeiro é Mons. Tiago Su Zhimin (à direita na foto), de quase 80 anos, Bispo de Baoding (Hebei), preso pela policia socialista chinesa em 8 de outubro de 1997.

Ninguém sabe qual é a acusação, nem mesmo se houve algum processo contra ele, ou pelo menos onde o bispo está. Em novembro de 2003 foi descoberto por acaso que ele estava internado num hospital de Baoding, estreitamente rodeado por policiais do sistema repressivo. Os parentes puderam lhe fazer então uma inesperada e apressada visita. O regime não tolerou este contato e o bispo está desaparecido até hoje.

Campos de concentração estão espalhados pelo país
O segundo é Mons. Cosme Shi Enxiang (à esquerda na foto), 90 anos, bispo de Yixian (Hebei), preso em 13 de abril de 2001. Dele não se sabe ao pé da letra nada. Seus parentes, amigos e fiéis continuam pedindo à polícia, sem resultado, qualquer notícia, por menor que seja.

Antes da última prisão, Mons. Su Zhimin passou pelo menos 26 anos em cárceres ou em campos de trabalhos forçados. Seu crime era ser “contra-revolucionário”, porque desde os anos 50 sempre recusou aderir à espúria e cismática Associação Patriótica, que pretende edificar uma igreja nacional em ruptura com o Papado.

Mons. Shi Enxiang passou encarcerado de 1957 até 1980. Naquele período ele foi constrangido a trabalhos agrícolas forçados em Heilongjiang, bem como nas minas de carvão de Shanxi. Voltou a ser preso em 1983; depois passou três anos em prisão domiciliar.

Em 1989, após a formação da Conferência Episcopal dos bispos “subterrâneos” – leia-se fiéis ao Papado e perseguidos pela polícia e pelo clero colaboracionista – ele foi detido mais uma vez e solto em 1993, para voltar a ser preso em 2001. No total, Mons. Shi já passou 51 anos na prisão.

Trabalhos forçados: herança de Mao Tsé Tung ainda viva
Teme-se que o regime chinês o faça morrer sob tortura, como já aconteceu a outros bispos. Foi o caso, por exemplo, de Mons. José Fan Xueyan em 1992; de Mons. João Gao Kexian em 2006, e de Mons. João Han Dingxiang em 2007.

O governo de Pequim, quando interpelado, responde cinicamente “não sabemos”. “Não sabemos” é também a resposta aos melífluos agentes da distensão vaticana com a ditadura marxista.

A suavidade mostrada até agora pelo Vaticano no dialogo com as autoridades chinesas – prossegue AsiaNews não conseguiu liberar estes bispos nem as dezenas de padres “subterrâneos” que definham nos campos de concentração chineses.

Coisa espantosa: os seus nomes não são pronunciados nem sequer nas orações pelos cristãos perseguidos nas igrejas “ecumênicas” e teoricamente não-socialistas do Ocidente.

Pior ainda, enquanto eles seguiam padecendo tormentos e os efeitos de décadas de prisão e violências, a CNBB acolhia "ecumenicamente" os enviados dos algozes na sua sede de Brasília.


quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Wukan: pescadores e populares resistem a cerco da polícia chinesa

Cansados de serem constantemente enganados pelas autoridades locais, os agricultores da vila costeira de Wukan, na província de Guangdong, sul da China, estão desde setembro em protesto contra o governo comunista da cidade.

A polícia isolou a vila de 20.000 habitantes, cortando o abastecimento de alimentos para quebrar a resistência popular pela fome. Porém, a morte de um manifestante sob custódia da polícia acirrou ainda mais os ânimos.

Em causa está a apropriação de terras agrícolas por funcionários socialistas, ação que se tem tornado recorrente na região, como há muito no resto do país comunista. Esta mesma situação é vivida por outros 50 milhões de camponeses, os quais perderam suas terras na última década, noticiou “Global Times”.

Centenas de hectares foram expropriadas pelos dirigentes locais do Partido Comunista, que se enriquecem às custas dos residentes, cujas terras os comunistas revendem para projetos de construção, sem indenizar os proprietários.

Segundo “The Daily Telegraph”, mil policiais foram engajados no cerco aos residentes de Wukan que desafiam a polícia marxista, a qual bloqueou as estradas que conduzem à vila para não permitir a entrada de alimentos.

Quase todos os pontos de alimentação da cidade estavam fechados. Os habitantes resistiam graças a um corredor clandestino que traz alimentos das aldeias vizinhas. A repressão socialista impede que a frota de barcos pesqueiros de Wukan possa pescar.

O braço-de-ferro resultou em confrontos com as forças repressivas após a morte de Xue Jinbo, representante local eleito para negociar com o Partido Comunista.

Os populares acusam a polícia de homicídio. Segundo o genro de Jinbo, seu corpo tinha ferimentos nos joelhos, o nariz estava coberto de sangue e os seus polegares pareciam partidos. As autoridades locais recusam-se entregar o corpo à família.

“O caso está sendo investigado”, disse Zheng Yanxiong, líder do Partido Comunista da cidade de Shanwei, que supervisiona Wukan, citado pela agência de notícias oficial chinesa Xinhua.

O próprio termo “Wukan” foi censurado no Weibo, o serviço de microblogues mais popular da China, impedindo os chineses de saber mais informações sobre o assunto.

A agitação social está se tornando cada vez mais comum na China, principalmente em relação à corrupção generalizada e a um sistema judicial ideologicamente a serviço da ditadura.

Quando protestos análogos começaram a se espalhar pelo país, o governo aceitou um “acordo” com a população. Mas ninguém sabe se ele pensa de fato cumpri-lo.



terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Mais uma intoxicação de massa para atingir a meta do plano socialista

Em Shangzu, região autônoma de Xinjiang, oeste da China, onze pessoas morreram envenenadas com anticongelante altamente tóxico, segundo a agência oficial Xinhua.

Outras 120 pessoas tiveram de ser hospitalizadas pelo mesmo motivo. O químico tóxico mortal seria o etilenglicol, usado em motores, e solventes misturados em vinagre para consumo humano.

O governo socialista atribuiu a culpa ao Ramadã islâmico, que obriga ao jejum só durante o dia, enquanto à noite os muçulmanos se reúnem para comilanças.

Mas as contínuas intoxicações em massa revelam uma população tratada como animais, só servindo enquanto produzem para atingir o plano econômico socialista.


quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Conflitos sociais se multiplicam nas fábricas chinesas. Operários beiram o desespero


 O índice de produção industrial compilado pelo banco HSBC mostra que as encomendas das empresas chinesas recuaram, em novembro, para seu nível mais baixo em 32 meses: esse índice se situa em 48, sendo que um número inferior a 50 indica uma contração da atividade.

Mas novembro também foi o mês mais tumultuado nas fábricas, com uma greve nas linhas de produção da Honda que evidenciou o descontentamento dos operários.

No dia 22 de novembro uma greve interrompeu a produção na Jingmo, um grupo taiwanês que monta teclados e outros acessórios para marcas como Apple e IBM.

Segundo a associação pelos direitos humanos China Labor Watch, os gerentes impunham aos empregados horas de trabalho noturno, das 18h à meia-noite e às vezes mais tarde, para concluir jornadas que começavam às 7h30.

No dia 14 de novembro, milhares de operários, temendo por seus empregos e queixando-se de não terem sido informados, organizaram uma paralisação em cinco fábricas da Pepsi, quando a gigante dos refrigerantes anunciou a cessão de suas atividades locais de engarrafamento para um grupo chinês.

Outro movimento estourou, no dia 17 de novembro, em Dongguan, cidade operária ao norte de Shenzhen, onde 7 mil empregados da Yuecheng, fornecedora de marcas como New Balance e Nike, interromperam a produção durante uma semana.

No mês anterior, dezoito gerentes da fábrica haviam sido dispensados e os operários suspeitavam de uma transferência da fábrica para Jiangxi, província onde a mão de obra é mais barata.

No fim do mês de outubro, operários que fabricavam relógios Citizen em Shenzen também mencionaram o medo de que a produção fosse transferida para outro lugar, após o Ano Novo chinês (no final de janeiro), para justificar uma paralisação no trabalho.

Essas "transferências internas" são apresentadas como uma solução em longo prazo para o mal-estar de migrantes que sofrem com o afastamento das famílias.

“Algumas fábricas estão se mudando para regiões mais baratas, o que cria um ambiente tenso. Os trabalhadores se perguntam por quanto tempo sua fábrica continuará aberta”, constata Geoffrey Crothall, porta-voz da associação China Labour Bulletin, em Hong Kong. “E ao mesmo tempo a demanda vem se desacelerando”.

As margens de manobra dos empresários são limitadas. É preciso aumentar os salários em período de inflação para segurar esses operários que não hesitam mais em se rebelar e se coordenam através de mensagens SMS e microblogs. Em Shenzen, as autoridades locais estão impondo um aumento de 15% do salário mínimo em janeiro de 2012.

Mas, os mercados de exportação têm encomendado menos e o próprio crescimento chinês desacelerou para 9,1% no terceiro trimestre, contra 9,7% no início do ano, sob o peso de uma política monetária mais rigorosa.

Para segurar investidores prejudicados por esse aumento no custo da mão de obra, Dongguan, cidade das fábricas de trabalho em regime semiescravo, cuja economia depende basicamente das exportações, propôs reduzir os impostos de 300 milhões de yuans (R$ 86 milhões) ao ano infligidos às fábricas, segundo o “South China Morning Post”.

Setenta por cento das fábricas dessa cidade dizem estar com problemas financeiros. As queixas mais “clássicas”, tais como pela melhora nos métodos retrógrados de gerenciamento, também figuram entre as reivindicações dos trabalhadores, e elas mesmas se acentuam na fase de desaceleração.

Cerca de 400 operárias da fábrica de sutiãs Topform suspenderam o trabalho durante cinco dias a partir de 16 de novembro, em protesto contra “um sistema de pagamento por peça e cotas de produção diária impossíveis de cumprir”, segundo o China Labor Watch.

A greve foi desencadeada por palavras particularmente chocantes de um contramestre cantonês, que se irritou com uma funcionária que só entendia mandarim.

Referindo-se ao delicado assunto dos suicídios de trabalhadores imigrantes, ele disse à operária: “Pule do telhado e vá para o inferno!”


terça-feira, 29 de novembro de 2011

"Rio do câncer" destrói saúde e ambiente

Hengshui: o "rio do câncer"

O rio Hengshui, que atravessa a pequena cidade Shangba, na província de Guangdong, no sudeste da China, carrega um coquetel de produtos químicos, como cobalto, mercúrio e cádmio, que causou 270 mortes por câncer de estômago e das vias aéreas entre 1976 e 2005.

Para piorar, é a única vila do país onde a taxa de natalidade já chegou a ser mais baixa que a de mortalidade. Morrem mais dos que nascem, segundo noticiou Terra.

Zhang Lihua, 57, perdeu o avô paterno e a avó materna por causa do “rio do câncer” e atravessá-lo lhe causa pavor.

Guangdong é a província mais rica da China, mas no rio degradado pela poluição não ficou sequer um peixe.

“Quando eu era criança, nadávamos no rio, brincávamos nas suas encostas depois da escola. Depois, começaram a aparecer peixes mortos boiando, e a gente parou de brincar com a água”, lembra Zhang, 57 anos, dono de um armazém.

“De início, as vítimas do ‘rio da morte’ demoravam em morrer no hospital. Mas, na década de 1980, duravam poucos meses depois de diagnosticadas”, explicou Zhang.

Shangba: ponte sobre o "rio do câncer" afugenta moradores
Cartazes espalhados na cidadezinha alertam para o perigo de ingerir carne de galinhas mortas: teme-se que tenham bebido no rio.

A mineradora estatal Dabaoshan é conhecida como grande causadora das “vilas de câncer” na região. Porém, ganhou do governo socialista o título de “empresa nacional avançada em trabalho político e ideológico”.

Por muitíssimo menos que a poluição sinistra do “rio da morte”, o coro internacional dos grupos ambientalistas monta uma estrondo universal no Brasil e no Ocidente.

Situações gravissimamente prejudiciais ao meio ambiente como a de Shangba são muito freqüentes na China. Por que essas associações que se dizem tão preocupadas pela saúde do planeta não promovem campanhas proporcionadas aos horrores instalados no império socialista oriental?

Mistério... cumplicidade...?

O posicionamento em face de desastres ambientais como o de Shangba, e da China comunista em geral, servirá de prova dos noves para avaliar a coerência dos propósitos e a isenção de intoxicações marxistas na reunião do “Rio+20”, que acontecerá no Rio de Janeiro em junho de 2012.


terça-feira, 11 de outubro de 2011

Anti-histamínicos chineses feitos com pó de bebê abortado

O monstruoso remédio chinês exibido pela TV
Documentário da cadeia de TV SBS, da Coréia do Sul, desvendou o esquema de empresas farmacêuticas chinesas para vender pílulas feitas com cinzas de bebês abortados como sendo anti-histamínicos.

A equipe da TV, segundo informa o jornal “International Business Times”, de San Francisco, mostrou que a verdade por trás da “pílula de bebê morto” é horrorosa e perturbadora.

Os hospitais e as clínicas abortistas estatais chinesas participam diretamente do macabro negócio, informando as empresas da morte de um bebê em decorrência de parto ou de aborto.

As empresas então compram os corpos das crianças e os guardam no freezer de alguma família para não causar suspeita.

O passo seguinte consiste num processo realizado secretamente. Nele os corpos são colocados num secador hospitalar de microondas até serem reduzidos a um pó básico, o qual a seguir é colocado em cápsulas para serem vendidas como anti-histamínico, explicou a equipe da SBS.

A mesma equipe comprou cápsulas de bebê morto e mandou fazer testes de DNA em seu conteúdo. Os resultados dos testes revelaram que o material encapsulado era humano numa proporção de 99,7%.

Os testes também encontraram restos de cabelo e unhas, e até o sexo do bebê pôde ser identificado.


terça-feira, 27 de setembro de 2011

Seqüestrar e vender crianças: outro método socialista contra a natalidade

Os agentes de controle de natalidade chineses geram pânico em pais e avós de Longhui, no sul da China, informou longa reportagem do “The New York Times”.

Os insensíveis funcionários aplicam a política socialista de controle da natalidade e sequestram as crianças, que desapareceram para sempre.

Em 2005, Yuan Xinquan segurava sua filhinha de menos de dois meses no colo, num ponto de ônibus, quando seis homens desceram de uma van oficial e lhe exigiram a certidão de casamento. Ele não tinha, e tampouco podia pagar a “multa” de cerca de US$ 745 para ficar com a filha.

Yuan só ficou com um saco plástico contendo as roupas do bebê e uma pomada. “Eles são piratas”, disse o jovem pai. Seu bebê foi uma das pelo menos 16 crianças sequestradas pelos agentes de controle de natalidade entre 1999 e 2006, em Longhui.

Os agentes alimentam um sinistro e lucrativo mercado negro de bebês. Em apenas uma semana, a polícia resgatou 89 crianças de traficantes, e o vice-diretor do Ministério de Segurança Pública denunciou de público a “compra e venda de bebês”.

Porém, o povo em Longhui diz que é o governo socialista local que vende os bebês no país ou para estrangeiros. Outros depoimentos ainda mais sinistros falam da utilização dos bebês abortados ou sequestrados para a elaboração de cosméticos, posteriormente exportados ao Ocidente.


terça-feira, 13 de setembro de 2011

China mascara passado de crimes em história oficial do comunismo

A pior matança coletiva da história foi silenciada


Causou espanto o livro oficial sobre a “História do Partido Comunista Chinês, 1949-1978”, publicado por ocasião dos 90 anos do partido.

A causa do estarrecimento foi o silêncio deliberado sobre as dezenas de milhões de pessoas mortas para a implantação da utopia socialista.

“Não menos do que 60 milhões”, disse Frank Dikötter, historiador da Universidade de Hong Kong que está escrevendo um livro sobre os primeiros anos da República do Povo.

A já contestada história oficial forma um volume de 1.074 páginas que visa ludibriar os 82 milhões de membros do partido e os ingênuos ou amigos do Ocidente.

Os historiadores apontam como exemplo o modo de se apresentar a Campanha Anti-Direitista de 1957.

Proprietários de terra foram publicamente humilhados e mortos
Esta é mencionada num só parágrafo, que se refere superficialmente a protestos, greves e saques.

Na realidade os cidadãos morriam de fome aos milhões, em decorrência da reforma agrária e de políticas industriais coletivistas.

Nessa campanha, mais de 550 mil intelectuais foram tachados de “direitistas”, demitidos de seus empregos, torturados e enviados para campos de trabalho onde muitos morreram.
Professores, artistas, intelectuais foram criminalizados

Cinicamente, uma nota de rodapé reconhece que “98%” das vítimas da campanha foram acusadas “equivocadamente”.

Porém, a história oficial elogia os morticínios e a eliminação fatal dos “direitistas”, dizendo que foi “necessária e correta” para implantar o socialismo.

Os crimes de massa continuam sendo um método aprovado pela China que hoje finge cortejar o capitalismo.

Sobre o Grande Salto Adiante de 1958-62, de Mao Tsé Tung, a campanha de coletivização e industrialização que causou um dos maiores morticínios culposos de massa da História da humanidade, o livro constata apenas estatisticamente que a população da China caiu em 10 milhões de 1959 a 1960.

Milhões foram mortos de fome pelo socialismo
Entre dois e três milhões de pessoas foram mortas em 1949-51 pelo fato de serem proprietárias de terras ou “contra-revolucionárias”, denunciadas falsamente como bandidos ou espiões do Kuomintang.

Mas a história oficial não menciona sequer um número, embora elogie a reforma agrária e outras campanhas contra os proprietários urbanos e industriais que morreram chacinados.

O livro faz de Mao apenas uma restrição: ele teria cometido erros “esquerdistas”, como a Revolução Cultural.

Porém, diz maquiavelicamente que os mesmos foram “necessários” e põe a culpa em etéreas “expansões” equivocadas.
Premiê Hu Jintao comandou a deturpação do passado

Em última análise, ninguém teve culpa pelo extermínio de dezenas de milhões de chineses proprietários, fazendeiros, intelectuais, nobres e simples populares sacrificados no altar fanático do socialismo de Estado.

“É uma espécie de ilusão mostrar que eles estão fazendo um esforço para contar a verdade, quando sabemos que eles não estão”, disse a historiadora Zhou Zun, da Universidade de Hong Kong.

O presidente Hu Jintao apadrinhou uma equipe de pesquisadores encarregada de suprimir fatos ou interpretações indesejáveis da história.

Assim saiu a atual história, que o governo comemora como “um esforço coletivo”, disse Frank Dikötter.

O passado imediato da China não é tão passado assim. Ele vive acalentado nos espíritos da dirigência socialista atual.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Repressão socialista mata dúzias de cristãos no Vietnam

Aldéia Hmong, montanheses.


Pelo menos 49 cristãos vietnamitas da etnia Hmong foram mortos, centenas ficaram feridos e um número inverificável deles foram presos ou estão desaparecidos.

Esse é o balanço da sanguinária repressão desencadeada pelos Exércitos do Povo do Vietnam e do Laos numa região de fronteira, noticiou AsiaNews.

Em 30 de abril, em Muong Nhe, província de Dien Bien, 8.500 Hmong se reuniram para rezar, pedir a devolução das terras e liberdade religiosa. Naquele momento sofreram o ataque militar. Segundo Christy Lee, diretor executivo de Hmong Advance Inc. (HAI), de Washington, D.C., os presos “poderão ser torturados ou assassinados, ou simplesmente desaparecer”. A energia elétrica e as comunicações foram interrompidas na região.

Propaganda comunista oficial
Entre os presos há alguns ministros extraordinários da Eucaristia que atendem quatro comunidades católicas da região.

Na região os fiéis católicos praticam a religião na clandestinidade porque a violação da liberdade religiosa é a mais violenta do país.

Os últimos sacerdotes católicos só conseguiram entrar em Muong Nhe se apresentando como turistas. Mas, ficaram sob vigilância ininterrupta sendo acompanhados por policiais que os vigiavam para impedir qualquer tentativo de evangelização.

Os Hmong são perto de 790 mil e durante as guerras lutaram do lado anticomunista. Entre eles há muitas conversões ao catolicismo.

Lar Hmong católico
Segundo Philip Smith, diretor executivo do Center for Public Policy Analysis (CPPA), Washington, D.C., a repressão socialista utilizou até “helicópteros de ataque ao solo para caçar, prender e matar aqueles que tentavam fugir da região do conflito”, informou a agencia VietCatholic News.

Também foram utilizados blindados numa repressão “horrorosa”. Alguns fugitivos conseguiram atravessar a fronteira da Tailândia fugindo pela selva.

Mùa A Sơn, governador da província de Dien Bien justificou o massacre porque “forças hostis se infiltraram para pregar ilegalmente e incitar o povo a aderir a um movimento independentista que visa criar um reino separado de Hmongs”. O linguajar parece repetir alguma cartilha chinesa ou alguma ainda mais antiga soviética.

O porta-voz do ministério de Relações Exteriores, Nguyen Phuong Nga, deu uma explicação diversa poucos dias depois, apontando como causa das mortes a “procura ilusória da religião” e “condições anti-higiênicas de vida”.

Fontes católicas informaram que o incidente foi provocado por uma série de violações da propriedade da terra e de atentados contra a liberdade religiosa.

O governo quer forçar a população a trabalhar no domingo e lhe impede assistir a Missa ou a serviços religiosos para obrigá-la a renunciar à fé.

O governo socialista proíbe a presença de jornalistas estrangeiros na região. O porta-voz atribuiu a interdição ao mau clima e ao mal estado das estradas.

Por sua vez, o chefe do Exército do Povo do Laos foi acusado por ONGs humanitárias por atrocidades contra civis que incluem violação, assassinato e mutilação de crianças e mulheres Hmong, acrescentou VietCatholicNews.

Entretanto, otimistas empresários ocidentais e dialogantes clérigos vaticanos são recebidos amistosamente pelos carrascos de Hanói e retornam esperançosos nas promessas dos carrascos e insensíveis ao morticínio dos fiéis da Igreja.



terça-feira, 30 de agosto de 2011

Ainda soja tóxica

Polícia procura mais leite adulterado
A sucessão de escândalos alimentares não pára na China.

As autoridades de Shenyang (nordeste do país) descobriram 40 toneladas de grãos de soja com aditivos proibidos como nitrito de sódio, uréia, antibióticos e hormônios vegetais, segundo o diário oficial “Legal Daily”.

As substancias nocivas visavam dar um aspecto mais apetecível ao produto. A soja em grão é de grande consumo na culinária do país.

O nitrito de sódio pode ser tóxico para o homem e é cancerígeno. O hormônio vegetal também está proibido para o consumo.

O “Legal Daily” procurou minimizar o caso dos “grãos de soja tóxicos” de Shenyang dizendo que não há nada de novo, que o problema já tem três anos.

Pequim prometeu reformar sistemas de controle após o caso de 2008 em que pelos menos seis crianças morreram e 300.000 ficaram intoxicadas com melamina misturada no leite em pó.

Mas, tudo continua como d’antes no quartel d’Abrantes. As metas do plano econômico devem ser atingidas ainda que muitos cidadãos pereçam: é o ensinamento de Mao Tsé Tung fielmente aplicado pela atual equipe dirigente socialista.

No ano passado, mais produtos contaminados com melamina foram detetados. A descoberta foi abafada e um blogueiro que denunciou o imoral procedimento do regime foi enviado à prisão.



terça-feira, 23 de agosto de 2011

Nova onda de envenenamento de crianças revolta chineses

Han Tiantian, 3, sofreu danos irreversíveis
Perto de 200 operários destruíram a fábrica de baterias de chumbo Zhejiang Haijiu. A causa foi o envenenamento de 233 adultos e 99 crianças por emissões da fábrica, que opera sem respeitar limite algum, embora estes existam no papel.

Han Tiantian, de três anos, que vivia em frente da fábrica, havia absorvido chumbo suficiente para reduzir irreversivelmente sua capacidade intelectual e danificar seu sistema nervoso.

Cenas de ira semelhantes repetiram-se por toda a China, informou o “The New York Times”. Os governos locais fazem todo o possível para ocultá-las e manter funcionando as fábricas tóxicas, a fim de cumprir os planos e as metas econômicas socialistas.

Nos últimos dois anos e meio, milhares de pessoas em nove de 31 regiões chinesas padeceram análogas intoxicações.

Relatório da Human Rights Watch sustenta que as autoridades locais “combatem” os envenenamentos em massa cerceando os testes de nível de chumbo, fazendo desaparecer ou manipulando os resultados, negando tratamento e silenciando com ameaças as vítimas e os denunciantes.


terça-feira, 16 de agosto de 2011

Rússia e China se aliam contra escudo balístico defensivo americano

 
A Rússia, quatro repúblicas da ex-URSS e a China assinaram acordo em Astana, capital do Cazaquistão, contra o projeto defensivo americano antimísseis que deveria ser instalado na Europa.

Para os signatários, a iniciativa americana, oficialmente voltada contra os mísseis iranianos, “prejudicaria a segurança internacional”, noticiou a agência Reuters.

Na ocasião, o presidente russo, Dmitri Medvedev, ameaçou ressuscitar a corrida aos armamentos como na Guerra Fria.

Na verdade, a Rússia teme que o escudo antimíssil americano neutralize os foguetes atômicos russos e tire de Moscou uma cartada decisiva contra o Ocidente num futuro, mas não tão improvável conflito.

E Pequim apressou-se a apoiar o Kremlin, como nos péssimos tempos de Stalin, Brejenev e Mao Tsé Tung.



terça-feira, 9 de agosto de 2011

Da China, exemplo heróico de resistência à Cristofobia persecutória

Cardeal José Zen Ze-kiun
O cardeal chinês José Zen Ze-kiun, bispo emérito de Hong Kong e membro da Comissão da Santa Sé para a Igreja Católica na China deu a público uma corajosa carta denunciando as ordenações episcopais ilícitas que estão sendo promovidas pelo governo comunista chinês.

Essas sagrações sacrílegas estão acontecendo com a colaboração de bispos católicos regularizados pela política de distensão da Santa Sé com a ditadura de Pequim.

Entretanto, em sucessivos comunicados, a Santa Sé apontou que os bispos sagrados ilicitamente ficaram excomungados no ato (latae sententiae), o mesmo acontecendo com os bispos que os sagraram, salvo prova em contrário.

A carta do egrégio Cardeal foi traduzida e divulgada pela agencia UCANews e distribuída em espanhol pela agencia Zenit. Entre outras coisas, ela diz:
“É absurdo ouvir as declarações politicamente corretas dos títeres do Estado que defendem as políticas de Pequim.

“Nestes últimos dias, os fieis católicos dentro e fora da China acompanharam com tristeza e indignação as palavras pronunciadas por Antonio Liu Bainian e os reverendos José Guo Jincai, João Fang Xingyao e José Yang Yu, que já se assinalam como cismáticos. Mas a declaração de ontem, feita pela Administração do Estado para os Assuntos Religiosos (SARA), atingiu o extremo absurdo.

“Poderíamos entender que o Governo tivesse saído para defender seus títeres (...); porém agora saiu para louvar sua “ardorosa fé católica” e dizer que as sagrações sem mandato pontifício foram necessárias para “o governo normal da Igreja e suas necessidades pastorais e evangelizadoras”.

“Isto é absolutamente absurdo e ridículo, pois, como alguns especialistas já assinalaram, é o Governo [comunista chinês] que está ‘dirigindo’ a Igreja Católica. (...)

“Após as últimas sagrações ilegítimas e o VIII Congresso Nacional de Representantes Católicos, todo mundo pôde perceber que o SARA e a Associação Patriótica Católica China decidiram guiar a Igreja de forma aberta e impenitente por uma estrada que leva à independência da Igreja e a escolher e sagrar unilateralmente seus bispos.

Sagração ilegítima de bispo José Huang Bingzhang, em Shantou.
Títeres do comunismo segundo o Cardeal Zen
“Então, deixemos que para dar um novo estatuto à sua nova igreja, eles achem alguém com suficiente peso como Martinho Lutero ou o rei Henrique VIII, mas eles não têm direito de usurpar o título de “Igreja Católica”.

“Por meio da violência, eles limitam as liberdades individuais; ofendendo inclusive a dignidade das consciências. Fazem totalmente caso omisso da autoridade e amabilidade de nosso Santo Padre, e ainda ousam dizer que têm uma vontade sincera de diálogo. É a maior mentira do mundo! Só a covardia e o egoísmo impedem que as nações manifestem sua desaprovação”.

E referindo-se aos novos bispos ilegítimos – os reverendos Paul Lei Shiyin, de Leshan, e Joseph Huang Bingzhang, de Shantou –, acrescenta: “a maioria dos fiéis católicos de China reprovará esses oportunistas e se manterá sempre do lado do Papa.

“Ninguém sabe quanto durará este rigoroso inverno; mas nossos fiéis não têm medo, ou superarão seu medo com a fé e a oração, que lhes darão forças para imitar os mártires canonizados e os incontáveis heróis que praticam a fé, para dar corajoso testemunho de Nosso Senhor Ressuscitado.

“Queridos irmãos e irmãs na fé, fazemos chegar a vós as saudações de um irmão que se sente quase envergonhado de viver em liberdade.”

A carta cardinalícia conclui assim com a manifestação heróica do desejo de partilhar as perseguições e os sofrimentos que os sinceros católicos chineses arrostam por amor a Jesus Cristo e à sua Igreja.