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terça-feira, 28 de maio de 2013

Heroísmo dos seminaristas chineses fiéis ao Papado

Num seminário "clandestino"
Num seminário "clandestino"
Tomás Zhang, seminarista católico chinês no exilio contou à InfoCatólica, que ele e seus oito companheiros de seminário “viveram, dormiram, comeram, estudaram e rezaram” num só quarto de poucos metros quadrados, se ocultando da polícia durante um ano e meio.

O regime comunista persegue os membros da Igreja Católica fiéis ao Papado.

InfoCatólica reproduz um outro testemunho impressionante. Um seminarista mantido no anonimato por segurança contou que quase 30 vocacionados procedentes de três regiões entraram no mesmo seminário.

Quase todos tinham 17. Eles viviam numa gruta num morro alto que foi cavada pelos seminaristas maiores e que também servia de capela, aula e refeitório.


No vale, havia uma aldeia com 100 habitantes, todos católicos. Eles subiam os alimentos. O seminaristas aproveitavam o tempo ao máximo para estudar, pois não sabiam quando chegaria a polícia comunista.

A gruta era fria e úmida e o refúgio era a oração e o estudo. Sofriam dores de estomago por falta de alimento, mas se consolavam ouvindo os testemunhos dos sacerdotes que tinham passado pelos cárceres socialistas. “Quando Deus abençoa, o faz com uma cruz” ensinavam eles.

Naquela gruta podiam cantar, falar em voz alta, fazer passeios. Mas, um dia a polícia ficou sabendo e prendeu alguns. Um camponês correu à gruta para alertar. O reitor do seminário clandestino não hesitou: era preciso fugir logo!

Os camponeses os acolheram, mas a polícia começou a revistar as casas com cães.

Nas casas não podiam falar em voz alta nem sair da habitação. Tinham que mudar de local sem cessar.

Até hoje, conta a testemunha “os seminaristas de minha diocese continuam levando esse estilo de vida, fugindo de um canto a outro. Nas festas, como a Páscoa só um ou dois deles podem cantar e em voz baixa.

O sangue dos mártires é semente de cristãos e uma primavera católica está assomando na China. A cada ano, a pesar da hostilidade oficial, milhares de chineses recebem o batismo.

O seminarista quis contar sua experiência porque no Ocidente fala-se muito, e muito falsamente, de “apertura na China, de desenvolvimento, e até de melhora das relações diplomáticas entre a Santa Sé e China, como se na China houvesse liberdade religiosa”.

A Igreja chamada de “oficial” ou “patriótica” faz parte do sistema de repressão do catolicismo, e tem poderosos cúmplices no “progressismo” católico como a Teologia da Libertação, marxista ou não.

O problema é político explicou o seminarista: o comunismo sequer reconhece o valor da pessoa, despreza seus direitos e, portanto esmaga a liberdade do verdadeiro catolicismo.


Um comentário:

  1. Meu caro, o Catolicismo e a China não possuem nenhuma ligação real, é apenas um vestígio de um longínquo passado colonial português, o povo chinês tem sua própria cultura e religião (Taoismo,Budismo), é lógico, que deve-se ter liberdade de expressão e religião coisa que atual China comunista desconhece, mais achar que uma religião surgida no berço do Império Romano deve ser seguida em um país oriental, francamente, pergunto será que pensa mesma coisa em relação ao islã na Europa, porque se fosse assim eles também teriam direito de disseminar o Islã. Não, e se a China ficasse católica do dia pra noite, se tornaria uma nova Filipinas em grande escala ou talvez um México ou Brasil Asiático, quem sabe, e as desculpas que você usa para proselitismo religioso na China é a mesma desculpa que os islâmicos usaram na Europa, e o pentecostais no Brasil. Resumindo "A sua liberdade termina onde começa a minha"

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