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terça-feira, 2 de outubro de 2018

Apocalíptica capitulação diante do Anticristo comunista

Bispos compactuados com o Anticristo marxista deverão dirigir a Igreja?
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







O comunicado de imprensa da Santa Sé informando a assinatura de um pacto com os algozes marxistas de Pequim confirmou laconicamente o que há tempo vinha sendo temido.

Com uma astúcia: o acordo é secreto e ‘provisório’. Os fiéis deverão obedecer a um texto desconhecido com a inércia de um cadáver.

Não parece verdadeiro, escreveu o vaticanista Marco Tosatti, que uma ditadura sanguinária e desumana, que mantém milhões de em campos de concentração receba a tarefa de escolher os bispos que governarão a grei de Jesus Cristo.

E isso por meio de uma Associação Patriótica, mera emanação burocrática do Partido Comunista.

Seria, acrescentou Tosatti, como se Pio XI e Pio XII tivessem confiado ao III Reich a eleição dos candidatos ao episcopado.

O Acordo Provisório, diz o comunicado da Santa Sé “e fruto de uma gradual recíproca aproximação ... ele trata da nomeação dos bispos ... e cria ... as condições para uma mais ampla colaboração bilateral”.

O Cardeal Joseph Zen anunciava que esse acordo abriria a estrada para um cisma, pois criaria um ente eclesiástico na China em ruptura com dois mil anos de história da Igreja.

A mídia comemorou a aprovação do mesmo pela Conferência Episcopal Chinesa. Só que essa espécie de CNBB chinesa não existe. É uma mera invenção do Partido Comunista, controlada pela Associação Patriótica, também emanação direta do Partido Comunista.

Numa ditadura marxista, tudo reverte nas mãos dos ditadores.

O regime perseguidor de toda religião deverá escolher os bispos?
Entidades promotoras da Revolução Cultural no Ocidente também comemoraram. Como a Comunidade de Sant’Egidio na Itália, fazendo coro ao macrocapitalismo publicitário que dizem repudiar.

Em sentido contrário, entre muitos outros, o historiador George Weigel, destacou que o acordo anunciado pela Santa Sé “é uma clara violação da atual legislação eclesiástica”.

E até do Concilio Vaticano II em que os signatários eclesiásticos do acordo dizem acreditar!

Uma segunda “Nota Informativa” da Santa Sé com data de 22.09.2018 levanta a excomunhão e recebe em plena comunhão eclesiástica aos sete bispos “oficiais” sagrados sacrilegamente e que vivem escandalosamente com mulheres e filhos em endereços públicos e notórios.

Alguns deles, além do mais, são deputados do Partido Comunista. Eles vieram sendo sagrados após alguns bispos colaboracionistas terem se submetido ao regime de Mao Tse Tung em 1951.

Para o vaticanista Sandro Magister se trata de um “acordo fantasma”. Todo o mundo o vê e obedece, mas ninguém sabe o que é.

O “Global Times”, edição em inglês do muito oficial “Diário do Povo” do governo, comemorou a adesão das autoridades vaticanas.

As destruições sacrílegas dos símbolos cristãos continuam desapiedadamente
E lembrou deliciado os elogios de Mons. Sánchez Sorondo, chanceler das Pontifícias Academias de Ciências e Ciências Sociais vaticanas à tirania marxista da China “o país que serve o bem comum e mostrou sua habilidade para combater a pobreza e a poluição” (sic!).

Para “La Nuova Bussola Quotidiana” se tratou de um triunfo dos “lapsi”. Quer dizer, dos maus cristãos que sob a perseguição romana preferiam queimar incenso aos deuses para não sofrer punições. A similitude do escândalo salta aos olhos.

O cardeal de Hong Kong, Joseph Zen, de 86 anos, fez ainda um apelo para que o Secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin, dê um passo atrás nessa “incrível traição” da fé Católica.

“Eles estão dando comida na boca dos lobos.” “É uma completa rendição. É uma traição [da nossa fé]. Eu não tenho outras palavras”, acrescentou.

O cardeal descreve Parolin como alguém que despreza heróis da fé. “Ele deveria se demitir”, e esclareceu: “E não acho que ele tenha fé. Ele é apenas um bom diplomata, em uma definição muito secular, mundana.”

O pasmo e a indignação suscitados pelo anúncio do acordo moveu ao Papa Francisco a compor uma longa “Mensagem ao católicos chineses e à Igreja Universal”.

Se a tentativa foi tranquilizar, o efeito não pode ser mais contraproducente. Ficaram confirmados os mais cruéis temores e a responsabilidade direta e pessoal do pontífice no iníquo acordo.

Os aplausos das esquerdas mundiais ateias e eclesiásticas choveram sobre um acordo que passará para a História como uma das mais apocalípticas capitulações diante do poder do Anticristo comunista.

Nossa Senhora Auxílio dos Cristãos, Imperatriz da China vencerá!
Enquanto ressonavam os aplausos da iniquidade, ABCNews, entre outras, informava documentadamente que na China está se intensificando a demolição de igrejas, as profanações dos símbolos cristãos, notadamente das Cruzes, derrubadas ou queimadas por agentes do governo.

O vaticanista John L.Allen Jr. se apresenta como um entusiasta intransigente da “mudança de paradigma” que o Papa Francisco quer impor à Igreja desfigurando-A radicalmente.

Mas, reconheceu na sua página que gestos tão brutais como o mencionado acordo com o comunismo chinês e os silêncios clamorosos diante das denúncias de envolvimento do Pontífice em crises de abusos sexuais, estão criando um “déficit de confiança” na base de simpatizantes do Papa Francisco.

A Igreja na China já viveu perseguições piores, por exemplo, sob Mao Tse Tung e sua Revolução Cultural.

No Ocidente padeceu perseguições que visaram exterminá-la como sob o Império Romano, por obra do furor protestante, do ódio igualitário da Revolução Francesa, das revoluções comunistas na Espanha, México e tantas outras.

E Ela sempre saiu vitoriosa. Imploramos a Nossa Senhora Auxílio dos Cristãos, Imperatriz da China, que efetive Seu triunfo o antes possível nos presentes dias.

Na China e na Igreja toda!



Vídeo: As violências antireligiosas continuam





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