O Test behind the Great Firewall of China, confirmou mais uma vez que nosso blog ESTÁ BLOQUEADO NA CHINA. A máquina repressiva impede o acesso em Pequim (confira); em Shangai (confira); e agora em Guangzhou (confira). Hong Kong é a exceção (confira). Enquanto Pequim não cobrar medidas coercitivas dos seus correligionários brasileiros ou da Teologia da Libertação, este blog continuará na linha católica anti-comunista, pelo bem do Brasil. MAIS

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Canibalismo na China hoje, "liturgia amazônica" amanhã?

As cápsulas pegas pela polícia da Coréia do Sul em 2012
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A China deu a partida a uma série de notícias sobre repugnantes fatos de canibalismo, não apenas entre pagãos incultos, mas entre ocidentais ex-cristãos que se vem prolongando a través dos anos, como fatos ou às vezes boatos não desprovidos de fundamento.

De início, em 2012, a polícia da Coreia do Sul interceptou carregamentos de cápsulas com aparência de medicamentos, contendo carne humana seca.

Verossimilmente foi tirada de fetos no regime anti-vida do gigante socialista. Seu destino alegado era alimentar o mercado de afrodisíacos...

A China negou a denúncia, mas logo depois a polícia deteve Zhang Yongming, 56, na província de Yunnan, suspeito de ter assassinado e decepado 20 jovens.

Ele vendia depois os horrendos “cortes” como “carne de avestruz”, entregando os restos aos cachorros. As macabras revelações vieram à luz na imprensa de Hong-Kong.

quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Expansionismo militar com palavras enganadoras

Exercícios militares conjuntos com a Rússia. A China incrementou muito sua despesa  militar na última década
Exercícios militares conjuntos com a Rússia.
A China incrementou muito sua despesa  militar nas últimas décadas
Luis Dufaur
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Nos últimos 20 anos, a China intensificou de modo sem precedentes o desenvolvimento de seu poderio militar, escreveu “Clarín”.

Disparou as despesas militares importando equipamentos e aumentando a indústria de armamentos de alta tecnologia ainda quando os resultados por vezes apresentem carências risíveis.

Mas também modernizou suas doutrinas militares. Ficou longe da “grande guerra do povo” empregada por Mao Tsé Tung engajando milionários efetivos terrestres e monstruosas perdas humanas.

A guerra informatizada e da informação, das comunicações, sistemas de mando e controle eletrônicos lhe ficaram acessíveis por meio das fábricas de alta tecnologia que os ocidentais montaram em seu território.

terça-feira, 20 de agosto de 2019

Temor de mais um 'massacre da Praça da Paz Celestial' em Hong Kong estarrece o mundo

Hong Kong geme sob as pauladas da polícia anti-distúrbios
Hong Kong geme sob as pauladas da polícia anti-distúrbios
Luis Dufaur
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Desde o 9 de junho os cidadãos realizaram passeatas gigantescas pedindo o fim de um projeto que permitiria à polícia e ao exército de Pequim sequestrar qualquer dissidente em território de Hong Kong para leva-lo ao continente comunista, escreveu “Clarín”.

No fim de semana de 17 e 18 de agosto 2019, desafiando as ameaças militares de Pequim por volta de 1,7millhão de hongcongueses – segundo os organizadores – saíram às ruas para patentear seu imenso mal-estar pelo perigo que paira sobre seu território

Os hongcongueses estão certos de que as promessas da chefe do executivo da cidade Carrie Lam são insinceras.

Ela tinha usado fórmulas escorregadias para dizer que o projeto não estava sendo mais discutido.

A imensa maioria dos habitantes do território não é católica, mas esses têm a merecida reputação de serem melhor preparados nas escolas da Igreja.

Acresce que o catolicismo autêntico teve e está tendo uma atitude heroica diante da perseguição marxista. Inúmeros mártires dão testemunho disso e da incompatibilidade entre Cristo e Mao.

terça-feira, 9 de julho de 2019

A China made in USA

Xi Jinping diz a Mourão que China e Brasil devem se ver como oportunidade (Veja, 24.5.19)
Xi Jinping diz a Mourão que China e Brasil devem se ver como oportunidade (Veja, 24.5.19).
Enquanto isso, a China estende a 'rota da Seda' para dominar até o Brasil



A recente viagem do general Hamilton Mourão à China foi precedida pela ampla divulgação do conceito — à maneira de um slogan talismânico — de que “a China é o nosso maior parceiro comercial”.

Vão na mesma linha as declarações do presidente chinês Xi Jinping:

“Os dois lados devem continuar discutindo com firmeza as oportunidades e os parceiros um do outro para o seu próprio desenvolvimento, respeitando-se, confiando um no outro, apoiando-se mutuamente e construindo as relações China-Brasil como modelo de solidariedade e cooperação entre os países em desenvolvimento”, escreveu “Veja”.

Tais afirmações dão ensejo a que se esclareça um aspecto do problema, sobre o qual as novas gerações geralmente não estão informadas.

A mídia gosta de apresentar a China como segunda potência mundial, dando a entender que sua industrialização e seu crescimento têm como causa, propulsão e continuidade a aplicação dos princípios comunistas.

Nada mais falso e contrário à realidade histórica, pois os verdadeiros motores da industrialização chinesa foram o capitalismo ocidental e a aproximação com o Japão (em 1972).

terça-feira, 2 de julho de 2019

“Rota da Seda” e nova ordem global
sob chefia chinesa

Agência putinista Sputnik anunciou com agrado a inclusão do Peru
Agência putinista Sputnik anunciou com agrado a inclusão do Peru
Luis Dufaur
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Pode uma via poética mas riquíssima do passado se transformar numa espécie de superautoestrada para consolidar a hegemonia totalitária de Pequim?

Na aparência são coisas incompatíveis. Entretendo, a cúpula marxista chinesa pensa diferente.

O plano tem um nome antigo e poético, mas pode enfiar sua faca até a costa atlântica brasileira.

O belo nome antigo é “Rota da Seda” constituiu durante milênios uma série de percursos interligados através da Ásia. Por ela circulava o comércio da seda e outras preciosidades entre o Oriente e a Europa.

Caravanas de toda espécie e tamanho ou até embarcações oceânicas, quando navegavam pelo Pacífico e pelo Índico, ligavam comercialmente o Extremo Oriente e a Europa.

terça-feira, 18 de junho de 2019

Dois milhões em Hong Kong contra sequestro “legal” de opositores

Angústia em Hong Kong o sistema ditatorial comunista parece próximo
Angústia em Hong Kong o sistema ditatorial comunista parece próximo
Luis Dufaur
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Por volta de dois milhões de cidadãos de Hong Kong saíram às ruas vestidos de preto no domingo 16 contra o projeto de lei que autoriza extradições para a China continental, segundo noticiou a “Folha de S.Paulo” e a imprensa nacional e internacional.

A populosa e rica cidade de Hong Kong vive um lento, mas incoercível processo de transição político-econômica. Todos os poderes que outrora estavam nas mãos do Reino Unido estão sendo transferidos a Pequim.

Um acordo de 1984 transferiu a soberania a Pequim em 1º de julho de 1997, mas com a condição que a cidade seria uma Região Administrativa Especial com a fórmula “um país, dois sistemas” com liberdade de imprensa.

Sob o amparo dessa fórmula ambígua, o regime comunista ousa cada vez mais violando as liberdades que ficam na cidade. Entre múltiplos delitos internacionais praticou o sequestro de oposicionistas que foram recluídos em cárceres marxistas no continente.

No momento atual, Carrie Lam, governadora de Hong Kong, promove um projeto que autoriza extradições para a China continental.

terça-feira, 7 de maio de 2019

Frotas pesqueiras chinesas pilham os oceanos do planeta, incluindo costas brasileiras

Pesqueiros chineses no porto de Haiku
Luis Dufaur
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Pilhagem dos mares. A expressão pode parecer por demais forte, decididamente exagerada e cheia de preconceito.

Entretanto, ela foi lançada pelo cotidiano parisiense de tendência socialista Le Monde, próximo ideologicamente do regime de Pequim.

De fato, não há outra expressão para qualificar o gigantesco saqueio dos mares pelas frotas de pesqueiros chineses, segundo estudo internacional coordenado pelo renomeado biólogo Daniel Pauly, da Universidade de Columbia-Britânica.

O estudo colocou em números a fabulosa depredação de um recurso alimentar fundamental para o gênero humano, o qual está diminuído de modo preocupante pela descontrolada exploração ordenada pela ditadura de Pequim.

terça-feira, 30 de abril de 2019

O trabalho escravo e o suicidio
no país modelo segundo a Ostpolitik vaticana

Condições de trabalho desrespeitam critérios básicos. Mas Vaticano diz que são modelo de doutrina católica.
Condições de trabalho desrespeitam critérios básicos.
Mas Vaticano diz que são modelo de doutrina católica.
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Em 2014, a China Radio International, controlada pelo estado marxista estimava que 1.600 chineses morriam diariamente por excesso de trabalho.

O jornal oficial China Youth Daily elevava a cifra a 600 mil pessoas por ano, segundo edição da revista Exame da época.

Os números, entretanto, estavam longe das milionárias chacinas empreendidas em nome do desenvolvimento comunista em campanhas grandemente elogiadas pelas esquerdas ocidentais como o Grande Salto Adiante ou – incredibile dictu – as menos assassinas da Revolução Cultural.

O “Livro Negro do Comunismo” calcula um mínimo de cem milhões de mortos pelo comunismo chinês em campos de trabalho forçado, obras faraônicas ou extermínios de classe, raça, cultura ou religião.

Com a modernização da China, as mortes por excesso de exigências laborais continuaram sendo glorificadas como atos heroicos.

Foi o caso de Lin Jianhua, de 48 anos, regulador do sistema financeiro oficial que caiu fulminado depois de passar a noite inteira preparando um relatório.

terça-feira, 26 de março de 2019

Índices económicos da China vêm sendo falsificados há anos


Luis Dufaur
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Segundo o think tank americano Brookings citado pelo jornal “Le Figaro” de Paris, o crescimento real da economia chinesa vem sendo falsificado nas estatísticas do governo em dois pontos percentuais por ano.

Também o nível da poupança e os índices de investimento foram inchados.

Os números reais estariam 7% abaixo.

Segundo essa fonte, o PIB chinês verdadeiro estaria 12% por baixo do número oficial.

O estudo foi realizado por dois professores de economia e dois doutorandos das Universidades de Chicago e de Hong-Kong encomendados pelo prestigioso think tank.

terça-feira, 12 de março de 2019

Base espacial chinesa na Patagônia
tem fins “não civis”, diz exército dos EUA

Base chinesa na Patagonia não é só civil, diz exército dos EUA
Base chinesa na Patagonia não é só civil, diz exército dos EUA
Luis Dufaur
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A desproporcionada base espacial que o governo nacionalista-populista de Cristina Kirchner concedeu à China na Patagônia causa cada vez mais preocupação na Argentina e no mundo, como pode se ver em reportagem do jornal portenho “La Nación”.

Teme-se cada vez mais sobre sua verdadeira finalidade. Recentes fatos, como o pouso de uma nave chinesa no lado escuro da Lua multiplicaram os temores.

A base dirigida pelo Exército Vermelho comunista teria também um objetivo militar.

Durante milênios as guerras e as hegemonias imperiais tinham como objetivo supremo o domínio da superfície terrestre.

Em séculos recentes, os impérios coloniais como o inglês privilegiaram o controle dos mares, e dos estreitos que controlam a navegação

Infografia publicada pela imprensa argentina
Infografia publicada pela imprensa argentina
A II Guerra Mundial transferiu essa importância ao controle do ar.

As forças aéreas – os aviões primeiro, e os mísseis posteriormente – passaram a ser determinantes para o domínio do mundo ou de continentes inteiros.

Hoje o controle do espaço e das comunicações satelitais para usos militares é campo de luta primordial para as potências.

Nesse contexto foi posta em funcionamento num local desértico e afastado uma estação espacial chinesa de observação e exploração que diz ter finalidades “pacíficas”. E isso é o que cada vez menos se acredita.

Pequim ganhou de mão beijada uma área de 200 hectares, perto do povoado de Bajada del Agrio, na província de Neuquén, na estepe patagônica.

A área é na prática um enclave soberano chinês. Funciona sem supervisão das autoridades argentinas, leia-se só vigora a lei chinesa, os trabalhadores e cientistas só são chineses, que não falam a língua do país, quase não se fazem ver e obedecem a um general vermelho.

A agência Reuters obteve acesso a centenas de páginas de documentos oficiais dos acordos, aliás secretos, assinados por Kirchner. A documentação foi revista por especialistas em direito internacional.

Os EUA consideram que a China está “militarizando” o espaço e que a estação da Patagônia, acordada secretamente com um governo corrupto é mais um exemplo de táticas chinesas predatórias da soberania das nações, explicou Garrett Marquis, porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca.

Por sua vez, Tony Beasley, diretor do Observatório Nacional de Radioastronomia dos EUA estima dita base pode “escutar” os satélites de outros países para surrupiar dados confidenciais.

Trinta empregados chineses trabalham e moram na base que não admite argentinos, disse a prefeita local, Maria Espinosa. Os habitantes da zona rara vez veem alguém na cidade.

Alberto Hugo Amarilla, dono de um pequeno hotel, conta que um funcionário chinês o saudou com entusiasmo pois tinha sabido que era oficial retirado do exército. O chinês era general...

Apresentando seu informe anual, no Congresso, o chefe do Comando Sul dos EUA, o almirante Craig S. Faller, manifestou sua “preocupação” porque a base chinesa pode “monitorar alvos estadunidenses”, escreveu o quotidiano “Clarin” de Buenos Aires.

Os perigos da penetração informática militar da China na Argentina atingem toda a América do Sul.

Eles são acrescentados pela expansão de empresas engajadas com a telefonia celular, como a Huawei e a ZTE que “penetraram agressivamente na região”, com uma estratégia que “põe em risco a propriedade intelectual, dados privados e segredos de governo”.

O Pentágono considera, além do mais, que essas empresas incluem dispositivos nos smartphones que comercializam para grampeá-los e repassar os dados à China.

De maneira análoga, segundo a agencia britânica Reuters a base chinesa age como uma “caixa preta” para registra toda espécie de informações sensíveis.

Segundo militares citados pela revista Foreign Policy a forma do imenso radar revela que é usado para reunir informação sobre a posição e as atividades dos satélites militares americanos. E sublinham que a China fala muito de um espaço livre de armas, mas é a primeira em não respeitar o que diz.

Base funciona como território soberano chinês.
Base funciona como território soberano chinês.
No Congresso estadunidense, o almirante Faller elencou entre as “principais ameaças” à paz mundial, a Rússia, a China, o Irã, e seus “aliados autoritários” de Cuba, Nicarágua e Venezuela.

O jornal portenho “Clarín” publicou fac-símiles do tratado secreto que confirmam esses temores.

O tratado cria “uma zona de exclusão”, que tem um raio de até 100 kms em volta dos 200 hectares. Nessa “zona de exclusão”, os civis argentinos não poderão acionar aparelhos que usem ondas de rádio “como equipamentos domésticos, dispositivos para carros,” etc.

O prefeito de Bajo del Agrio, a localidade mais próxima à base, Ricardo Fabián Esparza, usou uma metáfora caseira para dizer que tudo se passa como se os chineses quisessem espionar até as peças íntimas de nosso vestuário.


terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Coreia do Norte enganou Ocidente com bases atómicas secretas

Base secreta de Sino-ri. Foto de European Space Agency
Base secreta de Sino-ri. Foto de European Space Agency
Luis Dufaur
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Após foguetes atômicos intercontinentais caírem sobre seu próprio território, a Coreia do Norte anunciou o fim de seu programa nuclear e o fechamento das instalações criadas para esse fim. (cfr. Míssil de Kim Jong-un destrói cidade de seu próprio país)

O embuste enganou muitos ingênuos ocidentais. Para explicar a mudança de 180º do ditador comunista, esses ingênuos chegaram até a atribuir a causa a uma feliz intercessão da China comunista, que é o regime que esquenta as costas do bravateiro ditador de Pyongyang.

Até a equipe do presidente Trump pareceu cair no conto e foram feitos encontros entre o líder da maior potência mundial com o déspota do país infeliz, transformado num favelizado ninho de ratos marxista.

Mas, a mentira tem pernas curtas.

De fato, o ditador Kim Jong-un só estava aplicando um velho truque. Menti, menti, que algo ficará, dizia o panfletário Voltaire. E quanto diante do criminoso agressor há um pacifista empedernido, a mentira pega mesmo.

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Invasão económica chinesa da América Latina

A base é apenas o início para a China entrar nas imensas jazidas energéticas patagônicas
A base é apenas o início para a China entrar nas imensas jazidas energéticas patagônicas
Luis Dufaur
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A antena chinesa na Patagônia alta como prédio de dezesseis andares que pesa 450 toneladas e que está sob o comando do Exército vermelho, é apenas um símbolo do expansionismo da potência marxista asiática na América Latina.

O desafio aos EUA é evidente, reconheceu o jornal “The New York Times”.

Mas a penetração chinesa na América do Sul é muito mais ampla, insidiosa e astuta do que se pode pensar.

“Pequim vem transformando as dinâmicas da região, desde dirigentes e empresários até a própria estrutura das economias, inclusive das dinâmicas de segurança”, disse Evan Ellis, professor de Estudos Latino-americanos da Escola Superior de Guerra do Exército dos EUA, informou o mesmo “The New York Times”.

No nosso continente, o plano do presidente comunista Xi Jinping é de longo alcance. Se a antena da Patagônia pode ser comparada a um peão de xadrez, a penetração econômica chinesa é a Rainha da jogada.